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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Economia

Gasolina nos postos teve aumento em 5,11%

Imagem ilustrativa. Foto-Arquivo: Daniel Barros


Depois de pouco mais de uma semana após o reajuste nos preços da gasolina a Petrobras, aumentou em média 5,11% os preços nas bombas de combustíveis, segundo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo e Gás, Biocombustíveis (ANP). O resultado não poderia se outro, a gasolina ficara com os preços nas alturas.

A pesquisa da ANP mostra que o preço médio do litro da gasolina saiu de R$ 3,287 na semana de 27 de setembro a 03 de outubro para R$ 3,287 na semana de 27 de setembro a 03 de outubro para 3,455 na semana de 04 a 10 de outubro. Os resultados foram consultados em 3.277 postos em todo país. O maior preço, segundo a pesquisa é na região Norte (5,66%, ou R$ 0,20).

O reajuste da gasolina feito pela Petrobras entrou em vigor no dia 30 de setembro. Os consultores do setor afirmaram que o repasse ao consumidor seria percebido com mais força pelo consumidor a medida que os estoquem fossem renovados.

Os reajustes dos combustíveis nãos param. Os preços do etanol avançaram 8,89% no período de pesquisas investigado pela ANP. Os preços médios do litro do etanol nas bombas saíram de 2,116 na semana de 27 de setembro a 03 de outubro para 2,306 na semana de 04 a 10 de outubro. A pesquisa consultou 3.008 postos de gasolina em todo país. O item pesa sozinho 0,8% do índice. Isso, porque a gasolina é comercializada pelos postos de combustíveis e contém 25% de etanol em sua composição.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Pacote de aumento de impostos em Pernambuco é aprovado em primeira votação


Do G1 PE

Deputados estaduais de Pernambuco aprovaram em primeira votação, nesta segunda-feira (28), o pacote de aumento de impostos enviados pelo governo estadual, com algumas emendas alterando o texto original. Uma segunda votação deve acontecer na terça-feira (29), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), região central do Recife, para então o projeto ser sancionado pelo governador Paulo Câmara.

Uma das emendas aprovadas limita a alteração no IPVA (imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e ICMS (sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por um prazo de 48 meses. Com isso, o IPVA tem a alíquota escalonada, com a cobrança de mais imposto sobre bens e veículos de maior valor. Carros com até 180 cavalos-vapor (CV) passam a ser tributados em 3% e, acima disso, a alíquota será de 4%. Aeronaves e embarcações pagarão 6% de IPVA.

Outra emenda aprovada foi relacionada às locadoras de carros, que agora têm uma cota mínima de 30 veículos para ser considerada locadora. A expectativa do governo era subir a alíquota do IPVA 0,5% para 1%, mas os deputados optaram por um valor intermediário de 0,75%. Os frotistas de carro, aqueles que têm mais de um carro em seu CPF, também passam a pagar IPVA.

No texto original, o IPVA das motocicletas com menos de 50 cilindradas, as cinquentinhas, era de 2,5%, mas os deputados aprovaram uma alíquota de 1%. Nas operações com motocicletas, a alíquota do ICMS sobe de 12% para 18%. A proposta do governo também altera as alíquotas do ICMS incidentes sobre a gasolina e o álcool. A alíquota da gasolina sobe de 27% para 29%, enquanto a do álcool cai de 25% para 23%.
Sobre serviços de telecomunicações, o ICMS sobe de 28% para 30%, e de TV por assinatura, de 10% para 15%. O aumento nessa alíquota sobre os serviços de telecomunicações será destinado ao Fundo de Combate à Pobreza. Para os produtos que não contam com legislação específica, a alíquota do ICMS sobe de 17% para 18%.

Já o ICD (Imposto sobre Causa Mortis e Doação) passa dos atuais 2% ou 5% para uma escala de 0% a 8%, dependendo do valor do bem. A faixa de isenção do imposto aumenta de R$ 5 mil para R$ 50 mil e passam a ser tributados com a alíquota máxima os bens acima de R$ 400 mil.


A segunda votação está marcada para acontecer na terça-feira (29) e, para que os impostos possam valer em 2016, é necessário que o governador Paulo Câmara sancione ainda esta semana os projetos. A expectativa do Executivo é incrementar R$ 487 milhões na economia do estado por ano.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Desemprego de maio a julho fica em 8,6%, maior taxa desde 2012

Por Daiane Costa - O globo: 

A taxa de desemprego no país ficou em 8,6% no trimestre encerrado em julho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, que apresenta dados referentes a todos os estados brasileiros. É a maior taxa da série histórica iniciada em 2012 e a sétima alta seguida. No mesmo período do ano anterior a taxa ficou em 6,9%, enquanto no trimestre encerrado em abril de 2015, que serve de base de comparação, ficou em 8%.

— Como houve aumento expressivo da desocupação, não tinha como a taxa de desemprego não atingir esse percentual elevado — explicou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Renda do IBGE.

O rendimento médio recebido em todos os trabalhos (R$ 1.881) ficou estável frente ao período de fevereiro a abril (R$ 1.897). Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (R$ 1.844), houve alta foi de 2%. A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos para o trimestre encerrado em julho (R$ 167,8 bilhões) também não apresentou variação estatisticamente significativa frente ao trimestre encerrado em abril. Em relação maio-julho de 2014, houve alta de 2,3% (R$ 164,1 bilhões).

Nos três meses encerrados em julho, o país tinha 8,6 milhões de pessoas desocupadas. De fevereiro a abril, esse total era de 8 milhões, ou seja, houve alta de 7,4% ou mais 593 mil pessoas nesse contingente. Já na comparação com o período de maio a julho do ano passado, a alta no número de desocupados foi de 26,6% ou 1,8 milhão de pessoas.

Já o número de pessoas ocupadas foi de 92,2 milhões, sem variação significativa em relação ao trimestre de fevereiro a abril deste ano. Na comparação com o mesmo trimestre de 2014, o dado também ficou estável. O nível de ocupação — indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar — ficou em 56,1%, menor do que os 56,3% registrados no trimestre encerrado em abril deste ano e do que os 56,8% de maio a julho de 2014.


A força de trabalho — que considera quem está trabalhando e quem está em busca de uma vaga — foi estimada em 100,807 milhões entre maio e julho, crescendo 0,6% com relação ao período de fevereiro a abril de 2015, (100,207 milhões). E foi 2,1% maior do que a força de trabalho registrada de maio a julho de 2014, quando ficou em 98,742 milhões.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Aposentados começam a receber primeira parcela do décimo terceiro neta quinta-feira

São 28 milhões de aposentados e pensionistas e demais segurados da previdência Social que começam a receber hoje (24) a primeira parcela do 13º (décimo terceiro), o pagamento ocorre até 7 de outubro.  

Os primeiros pensionistas a receber o décimo terceiro serão os beneficiários que ganham um salário mínimo com cartão de número final 1. Para quem ganha mais de um salário, a parcela começa a ser depositada em 1º de outubro. O adiantamento injetará R$ 16 bilhões na economia do país

Inicialmente, a intenção da equipe econômica era pagar o décimo terceiro em três vezes. Seria 25% em setembro, 25% em outubro e 50% no final de novembro. No fim de agosto, no entanto, a presidenta Dilma Rousseff decidiu pagar integralmente a primeira parcela em setembro. O decreto foi publicado no último dia 4, no Diário da União.   


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cunha vê CPMF com pouca chance de aprovação

Imagem ilustrativa ON.
A presidenta Dilma encaminhou ao Congresso Nacional, proposta de emenda à Constituição (PEC) que criar um tributo semelhante à antiga CPMF. Em caso de aprovação da PEC, todas as movimentações financeiras serão taxadas em 0,2% por um período de quatro anos, que vai gera uma arrecadação R$ 32 bilhões por ano, para cobrir os prejuízos da previdência social.

A proposta precisará ser aprovada por pelo menos 308 deputados e 49 senadores em dois turnos de votação, na Câmara e no Senado. De acordo com algumas regras tributarias, a cobrança só começaria 90 dias após essa aprovação. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, reiterou ontem que a PEC tem poucas chances de ser aprovada.

"Como eu sempre disse: é difícil e pouco provável que passe. Neste ano, acho que é chance zero. Pessoalmente, sou contra. Não é criar imposto que vai resolver o problema, mas a PEC vai tramitar. E vamos ver o que acontece", disse Cunha.

O deputado e líder do DEM, Mendonça Filho, disse que a “sociedade não admite pagar mais pelo ajuste das contas públicas”. Segundo ele, a oposição vai tentar barra a nova CPMF já a partir da primeira fase de tramitação na Câmara dos Deputados. 


domingo, 20 de setembro de 2015

Defenda seu dinheiro do imposto da CPMF

Crédito da imagem: Wilson Dias/Agência Brasil 

A volta da CPMF promete ajudar o governo a ajustar as contas públicas. O imposto tem alto poder de arrecadação, já que incide sobre praticamente todas as movimentações financeiras, que em 2014 somaram 47 bilhões de operações, impulsionadas pelo aumento da população bancarizada do País, hoje de 91,2 milhões de clientes. 

Mas, mesmo taxada com alíquota reduzida, a CPMF é rejeitada pela população, que tende a não aceitar nenhum novo imposto, principalmente pela sua incidência em cascata. A principal recomendação é diminuir as movimentações bancárias.

“Na saída de dinheiro da conta o tributo já é cobrado”, afirma a educadora financeira e professora dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Myrian Lund. “É difícil fugir da cobrança, pois a maioria dos salários é depositada em conta-corrente”, acrescenta o professor da Estácio João Abrantes Cruz.

Vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Oliveira diz que há poucas possibilidades de fugir da CPMF. A saída é priorizar o uso do dinheiro e reduzir o uso de cartões, explica ele. Quem recebe o salário na conta não tem como fugir de ser taxado.

“Se a pessoa recebe em dinheiro e pretende pagar contas logo, deve guardar, e não depositar de novo na conta, para não ser novamente taxado”, diz Oliveira. Segundo ele, o consumidor é bitributado com a CPMF, pois em cada fase da cadeia produtiva de uma empresa é embutido o imposto – e o valor, cobrado no produto final.

Para controlar contas públicas, governo também estuda aumentar idade para aposentadoria
André Mourão/Agência O Dia

Para controlar contas públicas, governo também estuda aumentar idade para aposentadoria
CPMF expõe crise da Previdência
A provável volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) expôs a polêmica do déficit da Previdência Social. A reedição do tributo — criado em 1996 e extinto em 2007, com alíquota de 0,38% — é vista pelo governo como solução para cobrir o rombo de R$ 88,9 bilhões do setor neste ano – e que, segundo a União, deve chegar a R$ 124,9 bilhões em 2016. Se aprovado no Congresso, o imposto vai arrecadar 0,20% de toda movimentação financeira — cada operação nas contas vai engordar os cofres da União.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a volta do imposto será enviada ao Congresso até esta segunda-feira (21). Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a população de baixa renda e beneficiários da Previdência Social não serão taxados com o imposto.

 A arrecadação da CPMF reforçaria o caixa da União em R$ 32 bilhões no ano que vem e seria responsável por metade do ajuste nas contas públicas, de R$ 64,9 bilhões. Com isso, o rombo previdenciário seria reduzido para R$ 92,9 bilhões.

Mas a proposta é criticada por tributaristas, que negam a existência do déficit no setor. Segundo a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante, o cálculo feito pelo governo só leva em conta a arrecadação com a folha de pagamento de todos os empregados e exclui os valores provenientes da Seguridade Social — da qual a Previdência, Saúde e Assistência Social fazem parte.

Ela cita ainda dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Anfip), que apontam superávit de R$ 62,7 bilhões na Previdência em 2015. “O cálculo deve considerar toda a arrecadação da Seguridade e não só a da folha de pagamento. O ideal seria levar em consideração toda a arrecadação e trabalhar com uma conta real, sem reduzir direitos sociais já conquistados”, diz a especialista, que critica a reedição da CPMF.

“O governo não reconhece essa conta. Isso é para dizer que a Previdência está deficitária e justificar a reforma. E já tivemos cortes de direitos sociais nos últimos meses, como na pensão por morte e alteração de regras do seguro-desemprego."

Mesmo ‘aliviando’ a população de baixa renda e segurados do INSS, a volta do imposto preocupa muita gente. “Vai prejudicar o mercado no qual atuo, o imobliário”, opina o empresário Newton Mendonça, de 78 anos. A aposentada Aida Pires, 66, também reclama: “Deveriam reduzir outros gastos, ministérios e cargos comissionados".

A volta do imposto recebeu apoio ainda de governadores, que defendem alíquota de 0,38, para repartir 0,18% da arrecadação com os Estados. Além de seu retorno, o governo anunciou outras medidas para arrecadar R$ 45,7 bilhões no ano que vem. As propostas foram encaminhadas ao Congresso como Medidas Provisórias (MPs).

Entre as ações estão as mudanças no Imposto de Renda Pessoa Jurídica do Sistema S, redução do benefício para o setor químico e congelamento de salários do serviço público.

Preocupada com a expectativa de vida da população, que só cresce, gerando mais aposentados, a União também estuda alterar a idade mínima de aposentadoria, dos 60 atuais para 65 às mulheres e de 65 para 70 aos homens.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

CNI: 16% das indústrias nacionais perderam mercado para importações da China

Da agência Brasil, edição: Denise Griesinger

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 16% das indústrias perderam participação no mercado interno em função das importações da China. O resultado representa uma elevação de 2 pontos percentuais na comparação com o levantamento anterior, realizado em 2010.

No mercado internacional, a disputa também é acirrada e mais da metade (54%) das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros países. O percentual das empresas que deixaram de exportar por causa da concorrência com os chineses aumentou de 7% para 11%. De acordo com a entidade empresarial, as pequenas corporações são as que mais sofrem: 26% deixaram de exportar, ante 12% das empresas de médio porte e 7% das grandes.

Dos 15 setores com número significativo de empresas que concorrem com a China no mercado doméstico, seis deles registraram perda de participação no mercado interno em mais de 30% das empresas. No grupo produtos diversos, 40% dos empresários apontaram perdas. Em seguida aparecem os fabricantes têxteis (39%), o segmento de metalurgia (39%), vestuário (36%), informática, eletrônicos e ópticos (35%) e máquinas e equipamentos (32%).
Apesar de mais de 60% declararem não comprar produtos chineses.

O percentual de empresas brasileiras que disseram importar da China aumentou de 17%, em 2010, para 18% em 2014. A proporção de indústrias que compram produtos finais da China era 9%, em 2010, e ficou estável na última pesquisa.

As companhias que disseram adquirir máquinas e equipamentos chineses passou de 8%, em 2010, para 9%, em 2014, informou a CNI.

A CNI informou também que apenas 3% das indústriais brasileiras possuem fábrica própria na China e outros 2% terceirizam parte da produção para companhias chinesas. Esses percentuais se mantiveram estáveis nas duas pesquisas.


As companhias brasileiras dos setores de informática, eletrônicos e ópticos são as que mais terceirizam parte da produção, empatadas com as de calçados (9% do total). A pesquisa foi realizada com 2.146 empresários de 15 setores.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

As 20 cidades com mais peso no PIB (e sua evolução)


São Paulo - As capitais do Brasil não tinham uma participação tão baixa na economia desde que este dado começou a ser divulgado em 1999 pelo IBGE.
Ainda assim, apenas 8 das 20 cidades com maior peso no PIB brasileiro não são capitais - e quase todas estão no estado de São Paulo.
Já a cidade de São Paulo continua perdendo espaço relativo apesar de manter a liderança absoluta, com mais que o dobro da participação da segunda colocada, oRio de Janeiro.
Clique no link post para ver a evolução da participação de cada cidade no PIB brasileiro: Link Post 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Prêmio MPE Brasil reconhece excelência em gestão de quatro empresas paraibanas


Quatro micro e pequenas empresas paraibanas foram reconhecidas na noite desta quarta-feira (10) por se destacarem em práticas de excelência em gestão. As vencedoras na etapa estadual do Prêmio MPE Brasil foram apresentadas em solenidade realizada no Palazzo Cristal, em João pessoa. A premiação contou com 14 finalistas e destes, quatro irão representar a Paraíba na etapa nacional da premiação, em 2015. São elas: Mônica Consultoria (Serviços), Restaurante Cidade Viva (Serviço Turismo), Dermoplástica (Serviço de Saúde) e Fazenda Mimoso (Agronegócio).
Neste ciclo, a Paraíba contou com 1.426 empresas inscritas no Prêmio MPE Brasil. Deste total, 1.411 se tornaram candidatas, 33 foram selecionadas para serem visitadas pelos avaliadores e 14 foram finalistas. Durante a cerimônia da etapa estadual do Prêmio MPE Brasil foram reveladas, ainda, as 14 empresas finalistas: Mônica Consultoria (Serviços), Restaurante Cidade Viva (Serviço Turismo), Dermoplástica (Saúde), Fazenda Mimoso (Agronegócio), Laboratório Dr. Julio Cesar (Saúde), Hortaliças Sempre Verde (Agronegócio), PharmaPele Patos (Comércio), Cicatriza Serviços em Saude  (Saúde), Máquina de idéias (Serviços), Cannelle Restaurante (Serviço Turismo), NEVSERVICE  (Serviços), Chianca softwares (TI), Zeny Doces e Salgados (Indústria) e Eva Calçados (Indústria). 
O superintendente do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, e o diretor administrativo, Ricardo Madruga, fizeram a entrega dos troféus aos vencedores e parabenizaram as empresas participantes. “O mérito é de todos vocês que participaram da premiação. Este é mais um passo importante na gestão das empresas de vocês”, disse o superintendente. Ricardo Madruga enalteceu o crescimento econômico da Paraíba. “É importante perseguir a excelência e persistir na qualidade, já que nosso Estado vem se desenvolvendo economicamente”, disse.
Além da entrega dos troféus às quatro empresas, a solenidade premiou a torcida mais animada das 14 finalistas. A torcida vencedora foi o Restaurante Cidade Viva, que recebeu um curso de capacitação em gestão para até 25 colaboradores. A solenidade foi marcada ainda pela apresentação de Marcelo Torres Jazz Band. Com um misto de palestra e música, o maestro e trompetista Marcelo Torres utiliza sua banda como modelo de organização empresarial, exemplificando e conceituando situações que acontecem no palco e no dia a dia dos colaboradores de uma empresa.

Busca pela excelência
De acordo com a gestora da premiação estadual e analista do Sebrae Paraíba, Cláudia Pereira, o resultado da premiação vêm coroar o trabalho que o Sebrae vem desempenhando com as micro e pequenas empresas paraibanas. “O Prêmio MPE Brasil tem como foco reconhecer empresas que estão em busca da excelência em gestão. Elas estão trilhando um caminho, por muitas vezes longo, de descobertas que independente das dificuldades locais, fazem a diferença e inspiram”, destacou Cláudia Pereira.
As empresas vencedoras podem utilizar a marca MPE Brasil como instrumento de comunicação e ser reconhecidas como exemplo de sistema de gestão alinhado aos princípios da excelência mundiais, além de serem convidadas a participar de seminários de excelência. O MPE Brasil é voltado para empresas que tenham receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões e pelo menos um ano fiscal. O prêmio contempla oito categorias empresariais (indústria, serviços, comércio, educação, saúde, TI, turismo e agronegócio), além dos Destaques de Responsabilidade Social e Inovação.
Promovido pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), o prêmio reconhece os melhores modelos de gestão do país em oito categorias. As empresas vencedoras passaram por uma criteriosa avaliação realizada em quatro etapas: processamento e análise dos questionários de auto avaliação; checagem e análise das documentações previstas no regulamento; visita técnica de consultores às empresas com melhor desempenho na primeira etapa; e validação das finalistas por uma banca, que apontou as empresas vencedoras.
Vencedoras
- Na Categoria de Serviços de Turismo: Restaurante Cidade Viva (João Pessoa)
- Na Categoria Serviços: Mônica Consultoria (João Pessoa)
- Na Categoria Serviços de Saúde: Dermoplástica (João Pessoa)
- Na Categoria Agronegócio: Fazenda Mimoso (Paulista)
Assessoria - PB total 


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dilma quer um 'Armínio para chamar de seu

Fotos divulgação Google edição olhar notícias 

247 - O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho, disse que a busca da presidente reeleita Dilma Rousseff em torno de um nome ligado ao mercado financeiro para o Ministério Fazenda aponta que o Governo Federal quer ter o seu próprio Armínio Fraga à frente da política econômica. Ao longo da campanha, Armínio sofreu duras críticas por parte do PT por ter sido anunciado pelo então candidato do PSDB, Aécio Neves, caso ganhasse a eleição. Mendonça também defendeu que o senador e candidato derrotado à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), lidere a oposição ao governo da presidente Dilma.
"Já se fala, como se falou no jornal de hoje, de se convocar um ministro da Fazenda que seja alinhado com o mercado. Uma espécie de Armínio Fraga da presidente Dilma. Mostrando literalmente que aquele discurso da campanha política, era para ganhar votos", disse Mendonça, nesta terça-feira (28), no plenário da Câmara.
O atual ministro da Economia, Guido Mantega, é apontado como um dos responsáveis pelo fraco desempenho a economia e pela alta inflacionária A presidente Dilma já anunciou que irá promover uma série de reformas nos ministérios e a Fazenda está entre eles. "Eu quero que ela insista na política econômica do Guido Mantega, para ver onde é que o Brasil vai parar. Afundado na recessão, na inflação crescente, no descontrole dos gastos públicos. Num ônus cada vez maior para a sociedade brasileira", disparou o democrata.
"Dentro de poucos meses, se persistirem nessa política econômica desastrosa, do auto-elogio do ministro da Fazenda, a gente vai ver, mais uma vez, milhões de brasileiros nas ruas, protestando", completou.
Sobre o comportamento da oposição ao longo do segundo mandato da presidente Dilma, Mendonça disse que o senador Aécio Neves reúne as condições para liderar o bloco oposicionista. "Eu não tenho dúvida de que ele liderará, com certeza, a oposição no Brasil, para que a gente possa cobrar da presidente Dilma os compromissos assumidos no palanque durante a eleição de 2014″, afirmou.

sábado, 4 de outubro de 2014

Diretor dos Correios pede voto para o PT a funcionários

Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Serviços Postais de Mato Grosso (Sintect-MT) denunciou ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) o uso da máquina da estatal para beneficiar quatro candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT) e um do Partido da República (PR) que disputam cargo eletivo.

O presidente do Sintect-MT, Edmar Leite, protocolou nesta sexta-feira, no TRE-MT, em Cuiabá (MT), o ofício de número 308/2014 do Sintect-MT, direcionado ao desembargador Juvenal Pereira da Silva, presidente do Tribunal, afirmando que uma carta assinada pelo diretor regional dos Correios, Nilton do Nascimento, foi postada para todos os funcionários da empresa, na capital e interior, pedindo voto para os candidatos Dilma Roussef (presidente), Lúdio Cabral (governador), Ságuas Moraes (deputado federal) e Ademir Bruneto (estadual). A carta pede voto também para o atual deputado federal que concorre a uma vaga no Senado, Wellington Fagundes (PR). O PR é da coligação “Amor à nossa Gente”, puxada pelo candidato petista a governo.

Na carta, o diretor Nilton do Nascimento começa pedindo que o “colega” servidor relembre o passado. “Pedi o seu voto em 2010 e conquistamos muito com isso, por isso volto a pedir o seu voto, pois com quase 12 anos de gestão à frente dos Correios posso afirmar que houve muitos avanços conquistados pelos brasileiros, em todos os sentidos. Isso só foi possível graças ao SEU VOTO”. O diretor destaca na carta que todos os funcionários, como carteiros e atendentes, tiveram aumento acima da inflação e que isso se deve aos governos Dilma e Lula.

A denúncia é de crime eleitoral e os sindicalistas solicitam encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral “para apuração dos fatos ora denunciados, bem como a instauração de ação penal pública”. O presidente vai receber a denúncia e dar encaminhamento, como explica a assessoria de imprensa do Tribunal.De acordo com o Sintect-MT, os Correios em Mato Grosso tem 1.600 funcionários, lotados em todos os municípios do Estado, e que pelo menos 50 deles receberam a carta. “Temos todas essas 50 como prova do que estamos denunciando. Não temos outro interesse que não seja a transparência nas eleições”, assegura. Segundo ele, é um absurdo um diretor se utilizar da máquina da empresa, enquanto dentro dela há servidores processados somente por utilizar o e-mail institucional para criticar o aumento que o governo federal deu aos aposentados da carreira.

Um dos que recebeu o pedido de voto em casa foi o carteiro Giancarlo Antonioni Quintana Pereira, de Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) do bairro Vista Alegre, em Cuiabá. O carimbo no envelope dele mostra que a carta foi postada no dia 25 de setembro de 2014, com três selos.


Carta endereçada ao carteiro Giancarlo Antonioni Quintana Pereira
Foto: Keka Werneck / Terra
O presidente do Sintect-MT assegura que a reunião entre os Correios e o PT na qual ficou definida essa postagem aconteceu no dia 23 de setembro à noite, no Hotel Mato Grosso Palace, no centro de Cuiabá. Ao Terra, o hotel confirmou que a sala Viola de Cocho foi alugada pelos Correios nesta data para o uso à noite. A reportagem não conseguiu apurar quem pagou pela sala no hotel.

As cartas foram postadas no dia 25 de setembro e chegaram para alguns dos funcionários já no dia seguinte, conforme o Sintect-MT. Tanto é que trecho do ofício diz que cartas comerciais simples foram tratadas e entregues com prioridade máxima. “Mais rápido até que o Sedex”. Além disso, indica o ofício que o valor cobrado pela postagem deveria ser R$ 1,30 cada, e não R$ 0,60. “Postaram por metade do valor”, reclama Edmar Leite.

No ofício, o Sintect-MT cita ainda “o art. 73, II, da Lei no 9.504/97, que veda o uso de materiais ou serviços custeados pelos Governos ou Casas Legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integra”.

Diretor não vê problema
A direção estadual do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso foi procurada pelo Terra para prestar esclarecimentos sobre a postagem das cartas, mas informou, por meio da assessoria de imprensa, que o diretor Nilton do Nascimento falaria com a imprensa.

“Não tem nada de errado nisso”, afirma o diretor. “Esta é uma carta, assinada com meu nome, como pessoa física, como cidadão”.

Sobre a reunião no Hotel Mato Grosso Palace, ele confirma que estava presente, mas era depois do expediente e foi convocada por pessoas que apoiam a candidatura da presidente Dilma. “Isso é normal, natural. O que um trabalhador faz da vida pessoal depois do expediente é um problema dele. O que eu fiz foi uma postagem como cidadão”, justifica o diretor.

“O que o Sintect-MT quer é repetir o bla bla bla nacional”, diz ele, se referindo à denúncia feita pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre o possível uso eleitoral dos Correios em Minas Gerais. “Este sindicato está perdido no tempo e no espaço”, critica o diretor, afirmando que a denúncia não tem sentido nenhum.
Imagem do Terra notícias
Informações do Terra notícias

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pesquisa da CNI sobre desempenho industrial mostra empresários pessimistas

Imagem meramente ilustrativa 

Os empresários projetam a redução do número de trabalhadores na indústria nos próximos seis meses. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta quinta-feira (18) indica que o “quadro de dificuldades atinge o emprego no setor”. Os números do desempenho da indústria em agosto confirmam a queda na produção, a redução do emprego, o aumento da ociosidade e dos estoques indesejados.

O indicador de evolução da produção, por exemplo, ficou em 48,2 pontos, e o número de empregados aumentou para 46 pontos no mês passado, mas manteve-se abaixo dos 50 pontos. Os indicadores variam de 0 a 100. Abaixo de 50 revelam queda na produção e no emprego.

A pesquisa mostra que a utilização da capacidade instalada ficou em 72%. O índice de nível de estoque efetivo, em relação ao planejado, subiu para 52,2 pontos, o maior desde junho de 2012. Como o indicador ficou acima dos 50 pontos revelou o aumento dos estoques indesejados.

O indicador de expectativa sobre o número de empregados caiu para 47,8 pontos em setembro, o valor mais baixo desde abril de 2009. As perspectivas também são negativas para as exportações, com o indicador de expectativa de quantidade exportada para os próximos seis meses em 48,7 pontos em setembro. Os indicadores de expectativa variam também de 0 a 100. Abaixo de 50 revelam perspectivas de queda.

A pesquisa foi feita entre 1º e 10 de setembro, com 2.240 indústrias brasileiras. Dessas, 857 são pequenas, 817 são médias e 556 são de grande porte. (ABr)

(JC) Jornal do Comercio 

sábado, 13 de setembro de 2014

Novas Indústrias na Paraíba deverão gerar cerca de mil empregos


Com um Parque Industrial em Expansão, e uma política de incentivos fiscais, favorável a instalação de novos empreendimentos, a Paraíba tem atraído cada vez mais novos empreendimentos do segmento industrial. Para se ter uma ideia disso, a partir de 2015, o Estado vai ganhar mais quatro novas indústrias, a Magna Estaleiros, a Anjos Colchões, e as multinacionais Zcros Tratamento de Resíduos e a Smartpack. O protocolo de intenções junto às empresa foi assinado na última segunda-feira, dia 01 de setembro.
As duas primeiras vão instalar fábricas no município de Caaporã. Enquanto as outras duas construirão suas indústrias em Alhandra e Conde, respectivamente. A estimativa é que os empreendimentos gerem cerca de mil empregos diretos e indiretos.
A Magna Estaleiros é uma empresa náutica de embarcações de esporte e lazer com 16 anos no mercado brasileiro, e possui mais de 1.300 unidades entregue em todo país.
Há mais de 20 anos no mercado, a Anjos Colchões produz seus colchões oferecendo ao mercado produtos com tecnologia avançada e padrões de altíssima qualidade em lojas especializadas na venda de colchões.
A Paraíba vai receber ainda, a indústria da Coreia do Sul, Zcros Tratamento de Resíduos, uma empresa fornecedora de serviços e soluções globais em múltiplos segmentos. Entre os serviços oferecidos estão soluções ambientais, implementos para máquinas pesadas, soluções de sinalização digital e tecnologias de informação. A ZCROS disponibiliza ainda os serviços de Trading, permitindo que qualquer empresa ou pessoa realize a importação e exportação “Global Marketing” garantindo o sucesso em suas operações.
O Parque Industrial paraibano vai ganhar ainda uma Unidade da Indústria Italiana SmartPack, empresa do segmento de plásticos, que desde de 2007 tem se destacado na produção e transformação de chapas para encadernação, embalagens e materiais promocionais. Ainda dentro do seguimento de PP, a SmartPack é fabricante exclusivo de cantoneiras protetoras de palletes e bobinas.
Além da instalação dessas novas empresas, outras nove tiveram os incentivos fiscais obtidos junto ao Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Industrial da Paraíba (Fain) confirmados. As unidades serão instaladas nos municípios de Pombal, Junco do Seridó, Mamanguape, Gurinhém, Conde, Alhandra e Cabedelo.
As empresas beneficiadas foram a Empresa de Beneficiamento e Comércio de Caulim (EBC), Cerâmica Planalto, Dmais Importação e Exportação de Alimentos, Elizabeth Cimentos, Elizabeth Mineração, LM Came Indústria e Comércio, Compecc Engenharia, Parpel Indústria e Comércio de Produtos de Papel e a microempresa Clidemberg Brito de Farias.
O sócio-diretor da LM Came, Davide Dellacqua, já havia assinado o protocolo de intenções em maio. A empresa teve o projeto aprovado e terá uma isenção de 75% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para operar no polo de Caaporã. “O investimento previsto é de R$ 7 milhões, mas vai depender do andamento do mercado, sobretudo da fábrica da Fiat. Não trabalhamos com contrato fechado, apenas com concorrência. Temos que ser competitivos para atingir esses números de faturamento e investimento. A redução do ICMS vai dar essa competitividade que precisamos”, afirma.
“O incentivo fiscal é diferente para cada setor”, lembra o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba, Renato Feliciano. Ele destaca que outro fator que o Conselho Deliberativo do Fain considera na hora de conceder o benefício é o setor em que a empresa atua. “Se já temos um determinado setor atuando na Paraíba, como o calçadista, o incentivo para as empresas de outros setores que estão chegando não pode se sobrepor. Respeitamos o princípio da isonomia”, diz.
Apesar de conceder o benefício, o governo do Estado não tem um estudo sobre o impacto da renúncia fiscal para a atração das empresas. “Não há renúncia. Esse incentivo, que a lei permite, dá um crédito presumido que varia entre 74% e 85% para as empresas, dependendo da tipologia. O retorno em tributos e geração de empregos é muito alto, é uma lógica nacional. A quantidade de empresas dispostas a investir na Paraíba se multiplica a cada mês, temos uma lista imensa de novos negócios querendo vir para a Paraíba”, comemora.
Enviado da FIEP



terça-feira, 2 de setembro de 2014

Botijão de gás vai aumentar a partir deste mês



Neste mês de setembro, o gás de cozinha vai ficar mais caro. A informação foi divulgada na segunda-feira (1), pelo Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sinregás-PE). Segundo a associação, o reajuste será baseado na variação da inflação, no aumento de custos nos transportes e também no dissídio coletivo das categorias.
De acordo com a direção do sindicato, o preço do gás vai aumentar em média 10%. Os revendedores afirmam que a concorrência entre as empresas fará com que o preço não fique tão caro. A recomendação é que os consumidores pesquisem um estabelecimento que tenha um preço mais em conta.
Da redação do olhar notícias