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Mostrando postagens com marcador greve de rodoviários em SP. Mostrar todas as postagens
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sábado, 24 de maio de 2014

`Nem Jesus Cristo agradou doto mundo`,diz Xuxa após ter sindo hostilizada em Brasília

Após ter sido hostilizada pelo deputado Eurico Delgado (PSB-PE),pasto de igreja evangélica, apresentadora Xuxa postou na noite da última quinta –feira (22) um desabafo em seu Facebook.

“Gente, estava lendo o desabafo e a opinião de vocês sobre o acontecido no congresso. Por favor, não culpem os evangélicos. Minha mãe é evangélica e me ensinou que nem Jesus Cristo agradou todo mundo. Por que eu iria ?”, escreveu a apresentadora

“Sei que minha mãe ficou muito triste com esse senhor. Mas ele já teve o seu momento de fama, não vamos dar mais força a ele. Mais uma vez obrigada pelas lindas palavras de carinho e respeito com meu trabalho. Vou precisar de vocês e muito. Sei que vou poder contar sempre. Vejo isso lendo cada palavra de amor de vocês por mim. Obrigada, obrigada, obrigada’’, finalizou.

Na última quarta –feira (22), Xuxa participou em Brasília (DF) de  uma audiência da CCJ (comissão de constituição e Justiça) que aprovou a chamada Lei da Palmada. A lei altera o estatuto da Criança e do Adolescente para incluir um trecho que estabelece que os menores de 18 anos têm o direito de serem “educados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante”.

Eurico afirmou que Xuxa provocava uma violência maior contra crianças por participar de um “filme pornô”, referindo-se ao filme “Amor, Estranho Amor”, em que apresentadora atuou em 1982.
Foto: Google imagens 

Durante a sessão, Xuxa  fez um símbolo de coração com as mãos para o deputado. Porém, ela deixou a comissão chorando. O deputado foi repreendido por outros parlamentares e destituído da comissão. 
foto: Google imagens  
  
com informações do jornal Folha de SP
fotos extraídas do Google imagens  

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Duque garante que está fazendo diferente de outros gestores: ‘pois aprendi a dizer não’

Há quase um ano e meio à frente da Prefeitura de Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque (PT) abriu seu coração durante entrevista a Rádio A Voz do Sertão AM, nesse início de semana. Ele admitiu, de forma indireta, que vem enfrentando dificuldades na gestão pública.
Duque revelou que foram pagos cerca de R$ 12 milhões de débitos da administração Carlos Evandro e que boa parte dos problemas que está enfrentando é em função destes pagamentos.

“Quando eu assumi agi diferente de todos os gestores de Serra Talhada. Tinha folhas atrasadas e paguei as folhas atrasadas. Os outros gestores deixaram para precatório. Agir com responsabilidade fiscal não é fácil. O prato comido é esquecido. Se não tivesse pago salários atrasados, talvez hoje a minha situação na prefeitura fosse bem melhor. Estaria com dinheiro sobrando. Quando você quer corrigir os erros do passado e ajustar a gestão gera incompreensão”, lamentou Luciano Duque.

Mas durante este período em que vem sofrendo duras críticas da bancada de oposição, uma vez que boa parte das promessas de campanha não saíram do papel, o prefeito petista também confessou que vem tirando lições da crise. “Você tem que aprender a dizer não. O gestor competente não é o que só diz sim. Ele vai criar um problema para o futuro e uma bolha dentro da gestão”, declarou Duque, citando o Instituto de Previdência como exemplo: “Na previdência, se criou uma bolha lá atrás e não se corrigiu a alíquota”.

DEBATE NA CÂMARA
Os restos a pagar herdados pelo prefeito Luciano Duque ainda repercutem na Câmara de Vereadores. Os parlamentares de oposição querem uma relação detalhada de todas as contas e valores pagos. Na última segunda-feira (19), o líder do governo, Manoel Enfermeiro (PT) também admitiu que a ‘herança’ ainda gera problemas para gestão petista.
“Luciano Duque está pagando muitas coisas porque foi vice-prefeito na época. Teve uns problemas aí e teve que aceitar”, disse Manoel Enfermeiro, sem esclarecer os tipos de problemas.
Com Informações Farol de Noticias 

Sindicato se reúne nesta quarta-feira para ouvir razões de greve de rodoviários em São Paulo

Sindicato fará reunião na manhã desta quarta-feira (21) para ouvir as razões dos rodoviários que pararam São Paulo nesta terça-feira. O movimento de motoristas e cobradores parou milhares de ônibus e provocou congestionamento de 261 quilômetros ao anoitecer.

A primeira ação de rebeldia ocorreu no Largo do Paissandu e se alastrou pela cidade, com a paralisação de quatorze terminais urbanos. No Grajaú, zona sul da cidade, cinco ônibus foram incendiados e três deles completamente destruídos no episódio mais violento do dia.

O pior momento foi ao anoitecer quando milhões de trabalhadores ficaram sem ônibus e lotaram as estações do Metrô e da CPTM. O prefeito Fernando Haddad afirmou que a cidade foi vítima de de uma ação ilegal por se tratar de serviço público essencial.

O Secretário municipal dos Transportes culpou uma dissidência do sindicato dos rodoviários pelas manifestações nas ruas. Jilmar Tato salientou que solicitou investigações do Ministério Público para apurar as motivações da greve e a autoria da paralisação dos ônibus.

Os piqueteiros nesta terça-feira obrigaram passageiros a descer dos ônibus e, em alguns casos, tomaram as chaves do veículo. O repórter Victor La Regina ouviu uma passageira indignada e sem dinheiro para voltar para casa.

O trânsito na cidade também enfrentou problemas devido a movimento de professores da rede de ensino municipal. Após comício no vão do MASP, eles marcharam em direção à sede da Prefeitura, paralisando completamente a rua da Consolação.
com informações jovem pan online