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Mostrando postagens com marcador Ciclovia PE-160. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Caruaru ganha ciclofaixa nos domingos e feriados


A partir de domingo (28), Caruaru contará com mais uma opção de lazer: a ciclofaixa, em que os ciclistas e iniciantes poderão praticar o esporte. O percurso de 5 km tem início na avenida Portugal e vai passar pela pela Marcionilo Francisco, Avenidas Agamenon Magalhaes e Manoel de Freitas, finalizando na Avenida Rui Barbosa, em frente à Cagepe.

Uma estrutura especial foi montada para que todos possam aproveitar com comodidade e segurança. Através da parceria entre as secretarias de Serviços Públicos, URB, DESTRA e Secretaria de Saúde, os participantes terão pontos de apoio e informação; 40 monitores fardados, faixa reservada para os ciclistas, com largura mínima de três metros, composta por cones e sinalizada por placas e cavaletes do programa; redução da velocidade da via para 40Km/h para os veículos automotores; redução de velocidade para 20Km/h para os ciclistas e proibição de estacionamento nas faixas utilizadas pelo trajeto.

De acordo com o arquiteto Swami Lima, o projeto foi concebido dentro do plano de mobilidade urbana e será mais uma opção para divertimento e prática do ciclismo. Para o prefeito José Queiroz, a cada dia, Caruaru passa a contar com mais opções de lazer e de mobilidade. “A mobilidade urbana de Caruaru está evoluindo e as ciclofaixas fazem parte deste processo. Além disto, é uma opção de lazer e de melhoria na qualidade de vida”, enfatizou.A ciclofaixa funcionará aos domingos e feriados, das 8h às 16h.
informações da assessoria  


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Europa cria rede com 70 mil kms de rotas para bicicletas

Quem gosta de viajar pedalando com infraestrutura e segurança no trajeto tem à disposição a EuroVelo, rede de 14 rotas de longa distância que cruzam 44 países da Europa perfazendo 70 mil km de ciclovias. Ainda em desenvolvimento, e sob responsabilidade da Federação Europeia de Ciclistas (FEC), as rotas têm previsão de término para 2020.


No site da EuroVelo é possível saber quais rotas já estão finalizadas em sua infraestrutura e sinalizadas para uso e quais ainda estão em fase de implantação. Três categorias diferentes foram usadas ​​e são mostradas nos mapas neste site por cores distintas:
Realizadas (verde) – seções com mais de 50 km de extensão que têm (pelo menos) sinalização nacional no lugar e descrições detalhadas de rotas disponíveis on-line;
Não realizadas (amarelo) - seções que não estão sinalizadas ainda e/ou não possuem informações detalhadas disponíveis no momento e/ou a rota atualmente contém alguns trechos muito problemáticos (por exemplo, se uma parte da ciclovia se estende por vias públicas com elevados níveis de tráfego);
Planejadas (vermelho) - rotas hipotéticas entre dois pontos.
A cada três anos a FEC aceitará pedidos de novas rotas ou modificações de trajetos para a EuroVelo. O próximo prazo para novas aplicações será em dezembro de 2016.



Cortina de ferro

A rota mais longa é a EuroVelo 13, com 10.400 km de extensão. Chamada de Cortina de Ferro – divisão entre leste e oeste da Europa que durou quase 50 anos – a via se  estende do Mar de Barents (no norte da Noruega) até o Mar Negro (na Turquia).


A rota passa por 20 países diferentes, 14 áreas de proteção da Unesco e 3 diferentes mares. Atravessa vários parques nacionais com fauna e flora interessantes e conecta diversas paisagens únicas que – porque faziam parte das áreas de fronteira – quase não foram tocadas pelo homem por muitas décadas. O caminho também passa por edifícios, monumentos, museus e atrações que nos lembram da história da divisão da Europa e termina por meio da revolução pacífica 
“de veludo”
 na parte oriental da Europa.
Rotas
As 14 rotas EuroVelo, juntamente com a sua distância total, quando concluída, são:
Rotas do Sul – Norte:
1 – Rota da Costa Atlântica: Cabo Norte – Sagres – 8.186 km;
3 – Rota dos Peregrinos: Trondheim – Santiago de Compostela – 5.122 km;
5 – Via Romea Francigena: Londres – Roma e Brindisi – 3900 km;
7 – Rota do Sol: Cabo Norte – Malta – 7.409 km;
9 – Rota Mar Báltico – Adriático: Gdansk – Pula – 1.930 km;
11 – Rota do Leste Europeu: North Cape – Atenas – 5.984 km;
13 – Rota Cortina de Ferro: Mar de Barents – Mar Negro – 10.400 km;
15 – Rota do rio Reno: Andermatt – Hoek van Holland – 1.320 km;
Rotas do Leste – Oeste:
2 – Rota das Capitais: Galway – Moscow – 5.500 km;
4 – Rota da Europa Central: Roscoff – Kiev – 4.000 km;
6 – Rota Oceano Atlântico – Mar Negro: Nantes – Constanta – 4.448 km;
8 – Rota do Mediterrâneo: Cádiz – Atenas e Chipre – 5.888 km;
Circuitos:10 – Ciclovia do Mar Báltico (circuito Hansa): 7.980 km;
12 – Ciclovia do Mar do Norte: 5.932 km.
Total: mais de 70 mil km
O mapa completo com as 14 rotas da EuroVelo pode ser baixado aqui.
Países por onde passa a EuroVelo
Rotas
As 14 rotas EuroVelo, juntamente com a sua distância total, quando concluída, são:
Rotas do Sul – Norte:
1 – Rota da Costa Atlântica: Cabo Norte – Sagres – 8.186 km;
3 – Rota dos Peregrinos: Trondheim – Santiago de Compostela – 5.122 km;
5 – Via Romea Francigena: Londres – Roma e Brindisi – 3900 km;
7 – Rota do Sol: Cabo Norte – Malta – 7.409 km;
9 – Rota Mar Báltico – Adriático: Gdansk – Pula – 1.930 km;
11 – Rota do Leste Europeu: North Cape – Atenas – 5.984 km;
13 – Rota Cortina de Ferro: Mar de Barents – Mar Negro – 10.400 km;
15 – Rota do rio Reno: Andermatt – Hoek van Holland – 1.320 km;
Rotas do Leste – Oeste:
2 – Rota das Capitais: Galway – Moscow – 5.500 km;
4 – Rota da Europa Central: Roscoff – Kiev – 4.000 km;
6 – Rota Oceano Atlântico – Mar Negro: Nantes – Constanta – 4.448 km;
8 – Rota do Mediterrâneo: Cádiz – Atenas e Chipre – 5.888 km;
Circuitos:10 – Ciclovia do Mar Báltico (circuito Hansa): 7.980 km;
12 – Ciclovia do Mar do Norte: 5.932 km.
Total: mais de 70 mil km
O mapa completo com as 14 rotas da EuroVelo pode ser baixado aqui.
 Países por onde passa a EuroVelo
Albânia, Alemanha, Áustria, Belarus, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Croácia, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, Mônaco, Montenegro, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia, Rússia, Sérvia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.
Da redação do blog olhar notícias 
Do jornal de Caruaru - Por Enzo Bertolini

Pedalada de Mobilização


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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Entenda o caso ciclovia da PE-160


Obra de duplicação PE 160. Existe uma comissão de monitoramento da obra formada por Governo do Estado na pessoa do Secretario de infra estrutura João Bosco e representantes das Prefeituras de Taquaritinga do Norte e Santa Cruz do Capibaribe.

Pois bem. Essa comissão se reúne mensalmente para discutir assuntos relacionados a obra, problemas e soluções. Na ultima reunião surgiram vários entraves que poderiam atrasar o cronograma da obra. Uns foram resolvidos outros adiaram para a próxima reunião provavelmente dia 29/08/2014.

Um deles é a respeito da ciclovia (que consta no projeto original da obra.) Detectou-se que no caminho da via para ciclistas, há obstáculos como prédios e etc, que invadiram o limite permitido para se construir perto de uma rodovia. Ou construção regular, mas que a ciclovia esbarra nela.




No caso surgem os agravantes como a questão indenizações aos proprietários, principal motivo que estão levando em conta para mudar o projeto original e até cogitar em não construir a ciclovia.

O que representa essa ciclovia para a cidade e região? Primeiro: reconhecimento e apoio para centenas de pessoas e trabalhadores que usam bicicleta no dia-dia. Incentivo para que mais pessoas usem bicicleta como forma de locomoção.




Segundo: é de extrema importância para satisfazer uma demanda que há muito tempo carece de ser suprida ou seja, um espaço para quem pratica ciclismo por esporte ou lazer, numero cada vez mais crescente em nossa região.

Terceiro: ciclovia representa menos poluição, menos congestionamentos, mais saúde e qualidade de vida. Portanto, essa ciclovia, ela não só é importante para a classe ciclista mas como para toda população pelos bens presente e futuro que vai proporcionar a todos.




Escrito por Zenna Rocha 

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