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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Curiosidades

Por que as pessoas ficam de luto quando uma celebridade morre?

A notícia da morte do sertanejo Cristiano Araújo e da namorada dele, Allana Morais, chocou o Brasil inteiro e, desde então, o que se vê são depoimentos de artistas, amigos, familiares e fãs do cantor, que não apenas lotaram o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, onde os corpos estão sendo velados, como enviam mensagens de solidariedade em eventos sertanejos e também nas redes sociais.

Pessoas famosas, quando morrem, realmente conseguem deixar um país inteiro de luto, ou, no caso de celebridades como Michael Jackson, um planeta inteiro. Você já se perguntou por que essa comoção acontece? O que será que nos leva a sofrer com a morte de uma pessoa que provavelmente nunca nem vimos de perto? Será que isso é apenas uma questão de solidariedade? Ao que tudo indica, não.

Para exemplificar bem esse assunto, podemos levar em conta que as pessoas que não conheciam o trabalho do cantor, embora comovidas com a tragédia, não passam pelos estágios de luto como os fãs do sertanejo, que choram, rezam e se emocionam quase como se fossem amigos íntimos de Araújo.

Essa comoção com a morte de celebridades queridas parece ter a ver com o fato de que, no caso dos fãs, Cristiano Araújo esteve presente em momentos importantes de suas vidas, quase como se fosse um amigo ou um parente.

São pessoas que ouviram as músicas do cantor em momentos especiais, que se emocionaram com algumas canções, que se divertiram ao som de outras, que se identificaram com alguns versos. Ainda que o fã não tivesse o contato real com o ídolo, ele contava com a presença do sertanejo em programas de televisão, sites e revistas dedicados a comentar a vida de celebridades e, com força total nos últimos anos, nas redes sociais.


Araújo era conhecido entre os fãs por responder a comentários sempre com muita atenção. Era o artista que distribuía sorrisos em suas apresentações, muito bem quisto entre outros artistas do meio, apresentadores e jornalistas. Além do talento para a música, é evidente que o carisma de Araújo foi fundamental para a construção de sua carreira.

Toda essa questão do comportamento social do cantor, da forma alegre como se apresentava, das parcerias musicais, da atenção com o público nas redes sociais e também durante os shows, além das letras, da música alegre e da identidade de seu trabalho contribuem para que os fãs criem essa conexão emocional com a pessoa famosa, ainda que a maioria dos fãs nunca tenha visto Araújo de perto, muito menos trocado algumas palavras com ele.
Outro fator que contribui para o sentimento de luto por uma pessoa famosa é a identificação com essa pessoa, o que acontece quando fã e famoso estão na mesma faixa etária ou são moradores da mesma região, por exemplo. Além disso, condições familiares delicadas também nos comovem. Quando a Princesa Diana morreu, o mundo inteiro ficou em choque: não apenas ela era, à época, a mulher mais famosa do planeta, como era jovem e tinha dois filhos.


O falecimento de Diana, também provocado por um acidente de carro, nos faz perceber que, de fato, a morte é um acontecimento inevitável, capaz de pegar de surpresa mesmo as pessoas mais ricas, que têm condições melhores de saúde e segurança, dois fatores essenciais quando o assunto é a expectativa de uma vida longa.

Outro ponto que emocionalmente coloca pessoas em uma posição de luto diante da morte de uma celebridade é a lembrança de uma perda recente, especialmente quando o motivo da morte é semelhante. É absolutamente normal, portanto, que aqueles que perderam amigos ou familiares em acidentes de trânsito voltem a sentir uma tristeza parecida com a do luto pessoal.

Agora com relação às redes sociais, muitas das pessoas que publicam homenagens à celebridade morta o fazem, inconscientemente, também pela necessidade de fazer parte de uma espécie de movimento.


Muitas pessoas têm essa necessidade de se fazerem ouvidas, ainda que nem percebam isso. Nesse sentido, a internet e o surgimento das redes sociais acabaram contribuindo para que milhões e milhões de anônimos pudessem sentir a sensação de que estão sendo ouvidos e de que, mais ainda do que isso, fazem parte de um universo antes dominado apenas por famosos: o das notícias.

Se antes precisávamos comprar um jornal para saber a opinião de alguns colunistas, hoje temos acesso a essa opinião na internet, que ampliou o número de “colunistas”, digamos assim. E, como se não bastasse, qualquer material publicado pode se tornar um viral, que nada mais é do que os famosos “15 minutos de fama” dos tempos de Andy Warhol.

No caso do luto, as redes sociais possibilitam também uma espécie de “senso de comunidade”, que seria algo capaz de unir mais e mais pessoas, que se encontram porque dividem a mesma tristeza. Compartilhar nossos pensamentos e lamentações nos torna parte de um grupo muito maior, e se tornar parte de um grupo é uma das características mais humanas de todas.

Gostar de pessoas com as quais temos afinidades, sejam elas famosas ou não, é outra característica que nos humaniza – e isso pode ser visto também como uma maneira de nos agrupar, de novo. Nesse sentido, a morte de alguém com quem nos identificamos por algum motivo é mais sentida por nós, ainda que essa pessoa seja uma celebridade que nunca tivemos a chance de conhecer.


A morte de um famoso pode, às vezes, fazer com que as pessoas sintam uma espécie de vazio existencial. Quando há essa questão de aproximação por idade, região, identidade, características pessoais ou mesmo apenas pela necessidade de fazer parte de um frenesi online, sentimos uma dor significativa, como se realmente tivéssemos perdido alguém próximo ou até mesmo algum familiar.

A lembrança de que todos morrem um dia, independente da idade, da relevância social ou da condição financeira, é e sempre vai ser uma questão delicada, que mexe com cada pessoa de maneira diferente. Nesse sentido, valem reflexões a respeito da morte, a coisa mais comum de todas e, paradoxalmente, a menos comentada e sobre a qual menos gostamos de pensar.

De qualquer forma, assim como acontece quando alguém que conhecemos morre, é importante lembrarmos que a tristeza tende a passar. No caso dos familiares de Cristiano Araújo e de Allana Morais, a superação da perda pode demandar também tratamentos médicos e terapêuticos. A aceitação não acontece de uma hora para a outra, e é preciso que esses familiares tenham o apoio de outras pessoas da família, dos amigos e que, além de tudo, tenham sua privacidade respeitada.

Da redação ON.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Notícias Bizarras

Mulher pede divórcio com uma semana de casamento devido “dote” do marido

Imagem ilustrativa

A mulher ainda disse que sua mãe lhe deu alguns medicamentos para que conseguisse continuar transando com o marido, mas não adiantou


Uma nigeriana pediu o divórcio depois de ficar casada por somente uma semana, após descobrir que o marido tinha o pênis muito grande
Aisha Dannupawa, de Zamfara, Estado da Nigéria, tinha sido casada com Ali Maizinari há apenas uma semana, quando pediu a anulação do casamento a um tribunal.
De acordo com a mulher, a razão era “enorme”. Ela alegou que a única razão era que não poderia lidar com o tamanho do membro do marido.
A dona de casa relatou no tribunal a sua primeira experiência íntima o com marido. Ela disse: “Ao invés de desfrutar do sexo, tudo acabou sendo um pesadelo”. A nigeriana ainda disse que sua mãe lhe deu alguns medicamentos para que conseguisse continuar transando com o marido, porém não adiantou, já que a segunda noite foi tão ruim quanto a primeira. “Minha mãe disse que com o tempo eu me acostumaria, mas depois da segunda vez percebi que era demais para eu suportar”, acrescentou.
O marido não negou as acusações e disse que se divorciaria caso tivesse o dinheiro da cerimônia de casamento devolvido.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Notícias Bizarras

50 tons de cinza aumenta índice de acidentes sexuais, diz bombeiros

Fotos: Reprodução, divulgação.


O corpo de bombeiros de Londres está preocupado com o chamado “efeito Cinquenta tons de cinza”. Em texto publicado no site oficial da corporação na última quinta-feira (12), dia da estreia do filme, há um alerta de que ele “poderia levar as pessoas a ficar presas ou enroscadas em objetos como algemas ou anéis”. Isso porque a história do longa, de forte teor erótico, é protagonizada por um casal que pratica jogos com brinquedos sexuais. A produção adapta o primeiro volume da trilogia best-seller escrita por E.L. James e descrita como “pornô para mamães”.

“Em 2013/14, os bombeiros atenderam 472 incidentes envolvendo pessoas presas e enroscadas, muitas vezes com acessórios domésticos usados no dia a dia. Isso tem aumentando constantemente, ano após ano, desde o lançamento dos livros de ‘Cinquenta tons de cinza'”, diz o comunicado. O primeiro capítulo saiu em 2011.
Nos últimos três anos, o custo total das operações de salvamento teria aumentado em cerca de 400 mil libras (R$ 1,7 milhão). De abril de 2013 para cá, houve 393 incidentes, aumento que os bombeiros acreditam ter relação com sexo. Desse total, 28 envolviam pessoas presas em algemas. Além disso, 293 anéis de dedo foram removidos, incluindo sete casos em homens tinham anéis presos em seus pênis. Cada um desses acidentes teria custado aos contribuintes alegadas 295 libras (R$ 1,288 mil).

Algemas e anéis

Um gráfico informa que os incidentes envolvendo “remoção de objetos de pessoas” ou “remoção de pessoas de objetos” totalizaram cerca de 420 em 2010/2011.
Em 2011/2012, saltaram para cerca de 445. No último período observado, 2013/2014, já foi ultrapassada a marca de 470 ocorrências.
A nota cita ainda uma campanha iniciada pela brigada para prevenir acidentes. Chama-se “Cinquenta tons de vermelho” (no orginal: #FiftyShadesOfRed). No Twitter oficial da corporação, há uma série de alertas sobre riscos do uso de brinquedos sexuais.
Ainda assim, incidentes embaraçosos continuam a acontecer. O texto descreve um caso de novembro de 2014 no qual os bombeiros tiveram de socorrer um homem que, durante três dias, ficou com dois anéis de metal presos em seu pênis.
Inicialmente, ele teria sido levado a um hospital da capital inglesa, mas, depois de os médicos concluírem que a remoção dos anéis era inviável, os bombeiros foram acionados. Para concluir o serviço, usaram um instrumento hidráulico.
Um oficial do corpo de bombeiros de Londres chamado Dave Brown afirma na nota: “O efeito ‘Cinquenta tons de cinza’ parece ler elevado ao máximo o número de incidentes com algemas, então esperamos que os espectadores do filme usem o bom senso para evitar chegar a situações extremas”.
Por fim, a brigada de Londres dá três conselhos básicos:
– O bom senso é necessário – se [algo] não parece seguro, provavelmente não é mesmo, então não faça isso!;
– Se você usar algemas, sempre mantenha as chaves acessíveis;
– Dedos e aparelhos eletrônicos não se dão bem, especialmente aqueles com lâminas.

Informações: G1.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Com novas regras, planos de saúde não precisam pagar cesarianas agendadas

Foto: Titular agencia fotográfica. Boa Vista Recife (PE).  

As novas regras de estímulo ao parto normal para os associados aos planos de saúde, divulgadas nesta semana, preveem que as operadoras não serão mais obrigados a pagar por cesarianas desnecessárias. Apesar de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) julgar que esta é a opção pela saúde da mulher e do bebê, movimentos feministas e o Conselho Federal de Medicina acham que a nova regra fere a autonomia da mulher na escolha do parto.
O diretor adjunto da diretoria de produtos da ANS, João Barroca, acredita que o direito à escolha deve ser relativizado diante do direito à saúde. “Ninguém vai contra a cesariana, desde que haja indicação do procedimento cirúrgico. A opção é pelo direito à saúde”, defendeu Barroca. Para ele, aos poucos, a cultura do parto natural ganhará mais força no Brasil. As operadoras de plano de saúde apoiaram as novas regras.
A ideia é que, em pouco menos de seis meses, quando a Resolução Normativa 368 começar a ser obrigatória, o parto normal será a regra, enquanto as cesarianas só serão feitas com indicação clínica, quando há riscos para o bebê ou para a mãe. Atualmente, o índice de partos cirúrgicos na saúde suplementar é 84%, enquanto na rede pública não passa de 40%. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o índice de cesáreas não ultrapasse os 15%.
Segundo o Ministério da Saúde, a cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê, aumentando em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e três vezes o risco de morte da mãe.
Com a vigência da norma, os médicos terão por regra que preencher um documento que relata a evolução do trabalho de parto da mulher, e, caso não haja condições para o parto normal, estará registrado o motivo. Este documento será necessário para que o médico seja pago pela operadora de plano de saúde, mas, em casos de urgência e em que a cesariana é recomendada, anteriormente ao trabalho de parto, o médico poderá justificar.
Segundo Mauro Ribeiro, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, há mulheres que, por motivos pessoais, escolhem ter o filho por cesariana, e dar o direito de o plano de saúde não pagar pela cirurgia agendada, é violar a autonomia da mulher. “Como negar à mulher o direito dela escolher como quer ter o filho?”, indagou.
Ribeiro reconhece que o índice de partos cirúrgicos no Brasil tem que cair, mesmo assim, ele avalia negativamente a nova resolução. “[Para estimular o parto natural] precisamos de pré-natal de qualidade, que os planos de saúde tenham clínicas obstétricas com equipes de plantão, é preciso ter condições”.
O vice-presidente reconhece que há médicos que optam por fazer o parto cirúrgico por comodismo, pois, enquanto este é agendado e rápido, o normal pode acontecer a qualquer momento, e, muitas vezes, leva mais de 10 horas para a conclusão. Na avaliação de Ribeiro, o governo está responsabilizando injustamente os médicos pelo alto índice de partos cirúrgicos, e deixando de lado pontos importantes como a falta de uma estrutura que estimule o parto natural.
Agencia Brasil

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Notícias bizarras

Homem com dois pênis lança biografia

Foto: reprodução 

Na primeira vista, DDD parece um adulto como outro qualquer. Mas ele não revela seu nome verdadeiro e na sigla pela qual é conhecido está seu diferencial. Double Dick Dude, na tradução literal significa a condição que o faz “especial”: Cara com Duplo Pinto. Isso mesmo, ele tem dois pênis.

Temendo o assédio, ele jamais revela sua identidade verdadeira, mas afirma já ter mantido relações sexuais com mais de 1000 pessoas. Além disso, lançou uma biografia na qual conta sua história de vida com a rara condição física.

“Posso urinar e ejacular com ambos ao mesmo tempo”, conta DDD, afirmando que ambos os membros funcionam perfeitamente. “Quando criança, nunca pensei que meninos pudessem me odiar, mas sim me invejar. Quando namorei pela primeira vez, nunca pensei que ela iria se assustar”.
Por conta das piadas e da curiosidade das pessoas, aos 16 anos ele pensou em amputar um dos membros. Desistiu e passou a admitir sua condição como algo que não o incomodava. Bissexual admitido, DDD afirma que seu relacionamento mais longo foi com um casal.

A mutação genética faz com que ele tenha, por exemplo, problemas para se vestir. DDD não usa roupas de baixo porque elas não servem nunca. Assim, suas calças sempre ficam marcadas com o “volume dobrado”.

E, apesar das propostas e da tentação em ganhar dinheiro no mundo pornô, ele nega qualquer chance de fazer parte desse universo. “Minha dignidade não tem preço”, afirma o autor do livro que conta uma história dupla e diferente.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Notícias bizarras: Jovem corajosa choca internautas com cena inusitada

Foto reprodução YouTube 

A jovem americana Katrina Dewees chocou internautas ao postar um vídeo de seis segundos em sua conta no Youtube. Com mais de 450 mil visualizações, o vídeo postado em 28 de agosto mostra uma aranha saindo da boca da jovem.

Assista vídeo