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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Direto das Redes Sóciais

Ministra da agricultura reage à brincadeira de José Serra no Twitter


Foto: reprodução/Twitter


A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, escreveu nesta quinta-feira (10) no Twitter que reagiu “à altura” a uma brincadeira da qual foi alvo. De acordo com reportagem do jornal “O Globo”, o senador José Serra (PSDB-SP) foi o quem chamou a ministra de “namoradeira” em um jantar que aconteceu na noite desta quarta-feira.  

A ministra disse que as “piadas ofensivas são recorrentes” entre os colegas no senador. Ainda de acordo com a ministra, as colocações do senador “foi infeliz”.

Reagi à altura de uma mulher que preza sua honra. Todas as mulheres conhecem bem o eufemismo da expressão "namoradeira", concluiu a ministra.

Até momento, a assessoria do Senador José Serra, não se pronunciou sobre as afirmações da ministra Kátia Abreu.  

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Direto das Redes Sócias

Pagina “Quebrando o Tabu” é hackeada


Foto reprodução/Facebook.
O filme Quebrando o Tabu que foi lançado em 2011 teve sua pagina hackeada por hackers nesta quinta-feira (19), um dos participantes da pagina é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), que em nota se manifestou repudiado ação.

De acordo com o ex-presidente, Quebrando o Tabu vem lutando por reformas políticas de drogas, direitos das mulheres, LGBT, contra o racismo e o fundamentalismo. A administração da pagina entrou em contato com a empresa que administra o facebook, no Brasil, mas não obtive respostas.

Além de Fernando Henrique, há participantes com nomes expressivos, como do escritor brasileiro, Paulo Coelho, do Dr. Drauzio Varella e dos Americanos e ex-presidentes, Bill Clinton e Jimmy Carter. 




O jornalista e apresentador de televisão, Pedro Bial, também reproduziu, no Twitter o acontecimento.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Direto das Redes Sócias

WhatsApp de cúpula da Andrade revela torcida por Aécio nas eleições

Foto - arquivoON/Flickr Aécio Neves 
Do Jornal Estado de SP.  Por Mateus Coutinho, Ricardo Brandt, Julia Affonso e Fausto Macedo.

Troca de mensagens de WhatsApp de executivos da cúpula da Andrade Gutierrez, a segunda maior empreiteira do País e que está na mira da Lava Jato, durante as eleições no ano passado revelam a torcida dos empreiteiros e até a decepção com a derrota do então candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves. “Bora Brasil!! Bora Aécio!!!”, disse Ricardo Sá, presidente global da AG Private, divisão da empresa que cuida de clientes do setor privado em todo o mundo, quando a apuração dos votos no segundo turno mostrava o tucano à frente.

As informações constam do iPhone de Elton Negrão de Azevedo Júnior, que deixou a empresa após ser preso na 14ª fase da operação e ser denunciado por corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Em seu aparelho foi localizado um grupo de conversas no aplicativo intitulado “presidentes AG”.

Deste grupo participavam presidentes de várias divisões do Grupo Andrade Gutierrez como:

Flávio David Barra, ex-presidente da AG Energia preso na Lava Jato; Clorivaldo Bisinoto, presidente da AG Engenharia; Ricardo Sena, presidente de Engenharia e Construção da AG Engenharia; Anuar Caram, presidente da AG Público Brasil, que trata dos negócios com o setor público; Ricardo Sá, presidente da AG Private; José Nicomedes, presidente da AG AEA – África, Europa e Ásia- e João Martins, presidente global da AG Negócios Estruturados. Do grupo, apenas Elton Negrão e Flavio Barra são investigados pela Operação Lava Jato.

Em meio a notícias, piadas, correntes e petições online contra a presidente e até boatos e informações falsas compartilhadas entre eles, o grupo de executivos não poupava Dilma nem seu partido de críticas. Às vésperas do segundo turno, os ânimos dos interlocutores ficaram mais exaltados. No dia 25 de outubro, o sábado antes da votação, eles comentaram o último debate entre os então candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves transmitido pela TV Globo.

“É agora… O tema corrupção….A mulher está nervosa demais….Agora o homem moeu a gorda de perna aberta”, disse Anuar Caram, que foi logo respondido por Ricardo Sá: “Fora sapa com cara do satanás!!!”.

“Hahahaha”, respondeu Caram. Já Elton, atualmente preso e réu na Lava Jato, observou: “Aqui em BH (Belo Horizonte), muita gente está gritando dos aptos: Fora Dilma!!!”. “Aqui tb!!”, comentou Ricardo Sá.

“Legal. Taca-lê pau Aécio”, segue Anuar Caram. As ofensas e piadas à presidente seguem durante o debate transmitido pela TV Globo. No dia seguinte, após a votação do segundo turno, o grupo começa a comentar as expectativas e a torcer pelo candidato tucano, citando inclusive informações que seriam da campanha dele.

“Os números dos candidatos ligados ao Aécio estão muito bem. Goiás, DF e RS estão fechando acima da média. Esperança”, diz Anuar Caram. “Vamo que vamo”, responde João Martins.

Em outro momento, os executivos do grupo começam a comentar sobre o boato de que o candidato tucano teria vencido e que seus aliados estariam indo para Belo Horizonte. “Acho que vai dar. Acabei de saber que FHC está indo a BH”, comenta Caram. Em seguida, ele diz que “está todo mundo vindo para BH”. Na ocasião, Aécio acompanhou a apuração dos votos na capital mineira.

“Vamos lá, o momento é este!!”, torce Bisinoto. Pouco tempo depois, Caram repassa uma mensagem que recebeu de outro grupo de que a vitória do tucano estaria certa. “Salim Mattar, dono da localiza escreveu agora no grupo dele. Está na mesma casa do Aécio em MG. Dono do Ibope ligou para o Aécio para dar parabéns! FHC já foi de helicóptero para lá”.

Em seguida, Caram afirma ter sido informado por uma fonte de dentro do comitê do PSDB. “Aécio acaba de receber telefone e gritaria foi geral na casa da irmã. Notícia vinda do Rio (equipe do Aécio) tá eleito”. A mensagem é seguida por fotos de dentro do comitê tucano com as comemorações de Aécio.

Os outros membros do grupo, então, seguem na torcida. “É Aécio!!!”, diz Clorivaldo Bisinoto. “Bora Brasil!! Bora Aécio!!” responde Ricardo Sá, por volta das 10h da noite. Neste momento, as apurações começavam a mostrar a vitória da petista por uma pequena margem de diferença e, a partir daí, a torcida dos executivos dá lugar ao desânimo.

“F….”, diz Bisinoto, seguido por Flávio Barra “vida vai ser dura…..”. Menos de um ano depois, Barra foi preso na Lava Jato acusado de participar do cartel de empreiteiras que teria pago propina nas obras da usina de Angra 3. “Falta apurar o NE e N”, comenta Barra que é logo respondido por João Martins “Vai piorar!”.

Os executivos comentam ainda a vitória da petista em Minas Gerais e o bom desempenho de Aécio em São Paulo. “Vergonha de ser mineiro!”, reclama Ricardo Sena. Flávio Barra, por sua vez, afirma “nem sou mais… voto em SP, que me deu orgulho!”. “Aguentar essa dentuça por mais 4 anos vai ser foda”, reclama Caram. “A miséria e a ignorância elegeu a Dilma!(sic)”, segue João Martins.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Campanha questiona o machismo e estimula a liberdade das mulheres

Do diário de Pernambuco

A campanha "Deixa ela em paz", iniciada há cerca de um mês no Rio de Janeiro, invade as ruas do Recife e de Caruaru para propor a reflexão, questionar o machismo institucionalizado do dia a dia das cidades e estimular a liberdade das mulheres. Além do ciberativismo e da interatividade das redes sociais, as ativistas atuam de maneira independente, autônoma e colaborativa e recorrem à tradicional manifestação do lambe-lambe, espalhando cartazes com a frase que dá nome à iniciativa. Para estimular o colaborativismo, um arquivo será disponibilizado na página da campanha no Facebook para que qualquer pessoa que deseja participar também possa se manifestar contra o machismo e quem reproduz o discurso, o julgamento e a opressão às mulheres. No Recife, os cartazes podem ser vistos nas ruas da Aurora, da Saudade e no Monumento Tortura Nunca Mais.


Na descrição do grupo, situações ainda comuns ao cotidiano feminino reforçam a necessidade da campanha como um pedido de respeito: "ao ex que não desiste de ligar de madrugada; ao fofo que acha que já que pagou o jantar, merece pelo menos uns beijinhos; ao que se faz de surdo quando ouve um “não"; ao querido que acha que mulher tem que se dar o respeito; ao galã que coloca a etiqueta “pra casar” x “pra pegar"; ao que assovia, sussurra e “elogia” na rua; à moça que mede o comprimento da saia alheia; à revista que ensina 100 maneiras de enlouquecer um homem na cama e como conquistar um corpo digno do verão; aos que rotulam, calam, discriminam, diminuem, interrompem, menosprezam ou tratam como louca, mandamos o recado: Deixa ela em paz."



Os casos, acontecem a toda a hora, como recentemente, no Recife, durante um debate sobre o filme "Que horas ela volta?" no Cinema do Museu, na Fundação Joaquim Nabuco, no bairro de Casa Forte. Durante a conversa entre o curador do cinema, Luiz Joaquim, e a diretora, a paulistana Anna Muylaert, na noite do sábado passado, os diretores de cinema do Recife Claudio Assis e Lírio Ferreira teriam feito declarações preconceituosas. Claudio teria chamado a protagonista, a atriz Regina Casé, de gorda. Já o cineasta e crítico de cinema Felipe André Silva informou que Assis teria chamado o maquiador do filme de "bichona", interrompendo falas da diretora e do público.



A Fundaj se desculpou por meio de uma nota nas redes sociais: "O Cinema da Fundação Joaquim Nabuco pede desculpas aos frequentadores incomodados no debate ocorrido na noite de sábado (...). A situação desagradável e o constrangimento causados servirá (sic) de exemplo para novas medidas a serem tomadas pela Fundaj, instituição que não corrobora nenhuma expressão de preconceito. Ao contrário, vem trabalhando há mais de seis décadas para tornar a sociedade melhor". Para a diretora Anna Muylaert, o fato é oportuno por abrir a discussão sobre machismo e preconceito. Ela acredita que os pivôs do tumulto, na verdade, estariam incomodados em verem uma mulher em evidência.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Criminosa

Barbie usa Instagram para enganar homens; golpes chegam a R$ 300 mil

Modelo fotográfica de 25 anos enganou moradores do Distrito Federal, de Goiás, de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Por Renato Alves - Correio Brasiliense

Policiais goianos prenderam uma modelo fotográfica, conhecida como Barbie, acusada de aplicar golpes por meio do Instagram. Segundo as investigações, ela aplicou golpes em moradores do Distrito Federal, de Goiás, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Bruna Cristine Menezes de Castro, 25 anos, foi presa, nesta terça-feira (11/8), em Goiânia.

Ela usava perfis nas redes sociais de venda de produtos importados usando conta-corrente de outras pessoas para depósito e não entregava as mercadorias. Titular da Delegacia Estadual de Defesa do Consumidor (Decon), o delegado Eduardo Prado estima que apenas em Goiânia ela tenha causado um prejuízo estimado em R$ 300 mil às vítimas. 

De acordo com a investigação, Bruna criava perfis com nomes falsos nas redes sociais para vender produtos como telefones celulares, itens de maquiagem e perfumes importados. “Em alguns perfis ela dizia que era Maria. Ela ia cancelando as contas e criando outros perfis”, contou o delegado.

Ação fora do país
Vinte moradores de Goiânia procuraram a delegacia, desde abril deste ano, para denunciar a jovem, com um prejuízo de cerca de R$ 50 mil. A polícia investiga a possibilidade de a modelo ter aplicado golpes há cerca de cinco anos. "Acreditamos que ela tenha vítimas até fora do país", disse o delegado.

Para Eduardo Prado, Bruna Cristine tem transtorno de personalidade. Ele conta que Barbie se envolve com homens casados e depois finge ter câncer para tirar dinheiro deles. "De um homem do Rio de Janeiro, ela conseguiu arrancar R$ 15 mil", citou. A outro homem, a modelo enviou uma fotografia deitada em uma maca, com a boca sangrando. Ela teria cortado a língua com uma lâmina de barbear. 

O advogado de Bruna, Flávio Cavalcante, afirmou que sua cliente confesse partes das acusações. No entanto, ele não diz quais e agrante que a jovem vai contribuir com as investigações.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Direto das Redes Sócias


William Bonner, Renata Vasconcellos e equipe do 'JN' gravam vídeo em apoio a Maria Júlia Coutinho


A jornalista Maria Júlia Coutinho
(Foto: O Globo/Zé Paulo Cardeal)

Por O globo
oglobo.globo.com

William Bonner, Renata Vasconcellos e a equipe do "Jornal nacional" gravaram na tarde desta sexta-feira um vídeo em apoio à "moça do tempo" do telejornal. Maria Júlia Coutinho foi vítima de comentários racistas no Facebook, logo após uma foto da jornalista ter sido postada na página do "JN" na rede social.

No vídeo, William diz que ele, Renata e equipe queriam dar um recado aos internautas: "Somos todos Maju". A publicação já tem mais de 27 mil curtidas e 9 mil compartilhamentos.

A hashtag #somostodosmajucoutinho está em primeiro lugar nos trending topics Brasil. Personalidades postaram mensagens de solidariedade à jornalista:


Click sobre a imagem para ampliá-la. 

Click sobre a imagem para ampliá-la. 

Na mesma rede social, Maria Júlia respondeu um internauta que a ofendeu com um "beijinho no ombro".

Em entrevista recente à Revista da TV, a jornalista falou sobre o fato de ser a primeira "moça do tempo" negra do "JN":

- Acho que agora é um caminho sem volta. A televisão está mais multiracial, não tem mais retrocesso. Torço para que fique cada vez mais comum.

Veja o vídeo:

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Curiosidades

Por que as pessoas ficam de luto quando uma celebridade morre?

A notícia da morte do sertanejo Cristiano Araújo e da namorada dele, Allana Morais, chocou o Brasil inteiro e, desde então, o que se vê são depoimentos de artistas, amigos, familiares e fãs do cantor, que não apenas lotaram o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, onde os corpos estão sendo velados, como enviam mensagens de solidariedade em eventos sertanejos e também nas redes sociais.

Pessoas famosas, quando morrem, realmente conseguem deixar um país inteiro de luto, ou, no caso de celebridades como Michael Jackson, um planeta inteiro. Você já se perguntou por que essa comoção acontece? O que será que nos leva a sofrer com a morte de uma pessoa que provavelmente nunca nem vimos de perto? Será que isso é apenas uma questão de solidariedade? Ao que tudo indica, não.

Para exemplificar bem esse assunto, podemos levar em conta que as pessoas que não conheciam o trabalho do cantor, embora comovidas com a tragédia, não passam pelos estágios de luto como os fãs do sertanejo, que choram, rezam e se emocionam quase como se fossem amigos íntimos de Araújo.

Essa comoção com a morte de celebridades queridas parece ter a ver com o fato de que, no caso dos fãs, Cristiano Araújo esteve presente em momentos importantes de suas vidas, quase como se fosse um amigo ou um parente.

São pessoas que ouviram as músicas do cantor em momentos especiais, que se emocionaram com algumas canções, que se divertiram ao som de outras, que se identificaram com alguns versos. Ainda que o fã não tivesse o contato real com o ídolo, ele contava com a presença do sertanejo em programas de televisão, sites e revistas dedicados a comentar a vida de celebridades e, com força total nos últimos anos, nas redes sociais.


Araújo era conhecido entre os fãs por responder a comentários sempre com muita atenção. Era o artista que distribuía sorrisos em suas apresentações, muito bem quisto entre outros artistas do meio, apresentadores e jornalistas. Além do talento para a música, é evidente que o carisma de Araújo foi fundamental para a construção de sua carreira.

Toda essa questão do comportamento social do cantor, da forma alegre como se apresentava, das parcerias musicais, da atenção com o público nas redes sociais e também durante os shows, além das letras, da música alegre e da identidade de seu trabalho contribuem para que os fãs criem essa conexão emocional com a pessoa famosa, ainda que a maioria dos fãs nunca tenha visto Araújo de perto, muito menos trocado algumas palavras com ele.
Outro fator que contribui para o sentimento de luto por uma pessoa famosa é a identificação com essa pessoa, o que acontece quando fã e famoso estão na mesma faixa etária ou são moradores da mesma região, por exemplo. Além disso, condições familiares delicadas também nos comovem. Quando a Princesa Diana morreu, o mundo inteiro ficou em choque: não apenas ela era, à época, a mulher mais famosa do planeta, como era jovem e tinha dois filhos.


O falecimento de Diana, também provocado por um acidente de carro, nos faz perceber que, de fato, a morte é um acontecimento inevitável, capaz de pegar de surpresa mesmo as pessoas mais ricas, que têm condições melhores de saúde e segurança, dois fatores essenciais quando o assunto é a expectativa de uma vida longa.

Outro ponto que emocionalmente coloca pessoas em uma posição de luto diante da morte de uma celebridade é a lembrança de uma perda recente, especialmente quando o motivo da morte é semelhante. É absolutamente normal, portanto, que aqueles que perderam amigos ou familiares em acidentes de trânsito voltem a sentir uma tristeza parecida com a do luto pessoal.

Agora com relação às redes sociais, muitas das pessoas que publicam homenagens à celebridade morta o fazem, inconscientemente, também pela necessidade de fazer parte de uma espécie de movimento.


Muitas pessoas têm essa necessidade de se fazerem ouvidas, ainda que nem percebam isso. Nesse sentido, a internet e o surgimento das redes sociais acabaram contribuindo para que milhões e milhões de anônimos pudessem sentir a sensação de que estão sendo ouvidos e de que, mais ainda do que isso, fazem parte de um universo antes dominado apenas por famosos: o das notícias.

Se antes precisávamos comprar um jornal para saber a opinião de alguns colunistas, hoje temos acesso a essa opinião na internet, que ampliou o número de “colunistas”, digamos assim. E, como se não bastasse, qualquer material publicado pode se tornar um viral, que nada mais é do que os famosos “15 minutos de fama” dos tempos de Andy Warhol.

No caso do luto, as redes sociais possibilitam também uma espécie de “senso de comunidade”, que seria algo capaz de unir mais e mais pessoas, que se encontram porque dividem a mesma tristeza. Compartilhar nossos pensamentos e lamentações nos torna parte de um grupo muito maior, e se tornar parte de um grupo é uma das características mais humanas de todas.

Gostar de pessoas com as quais temos afinidades, sejam elas famosas ou não, é outra característica que nos humaniza – e isso pode ser visto também como uma maneira de nos agrupar, de novo. Nesse sentido, a morte de alguém com quem nos identificamos por algum motivo é mais sentida por nós, ainda que essa pessoa seja uma celebridade que nunca tivemos a chance de conhecer.


A morte de um famoso pode, às vezes, fazer com que as pessoas sintam uma espécie de vazio existencial. Quando há essa questão de aproximação por idade, região, identidade, características pessoais ou mesmo apenas pela necessidade de fazer parte de um frenesi online, sentimos uma dor significativa, como se realmente tivéssemos perdido alguém próximo ou até mesmo algum familiar.

A lembrança de que todos morrem um dia, independente da idade, da relevância social ou da condição financeira, é e sempre vai ser uma questão delicada, que mexe com cada pessoa de maneira diferente. Nesse sentido, valem reflexões a respeito da morte, a coisa mais comum de todas e, paradoxalmente, a menos comentada e sobre a qual menos gostamos de pensar.

De qualquer forma, assim como acontece quando alguém que conhecemos morre, é importante lembrarmos que a tristeza tende a passar. No caso dos familiares de Cristiano Araújo e de Allana Morais, a superação da perda pode demandar também tratamentos médicos e terapêuticos. A aceitação não acontece de uma hora para a outra, e é preciso que esses familiares tenham o apoio de outras pessoas da família, dos amigos e que, além de tudo, tenham sua privacidade respeitada.

Da redação ON.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Direto das Redes Sócias

Ambientalista faz alerta para quem pretende visitar a serra do Pará



Fotos: Pagina pessoal\Facebook 

O ambientalista Arnaldo Vitorino, publicou uma nota por meio de uma rede social sobre visitações à Serra do Pará, que fica localizada na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, agreste setentrional. O ambientalista alertou sobre as consequências de visitantes locais e turistas, vindo de outras cidades realizarem visitas a Serra do Pará nesse período, seco onde a vegetação esta mais propícia incêndios. 



Nota 

"Gostaria de avisar para as pessoas que pretendem visitar a Serra do Pará nessa época que, se o fizerem que seja em pequenos grupos(quatro ou cinco pessoas máximo) e sem algazarra, sem acampamentos, sem fogueiras, esportes radicais nem pensar, pois estamos em um período que por conta das poucas chuvas caídas na região os animais estão e fase de reprodução ou iniciando a criação de novos filhotes que irão repovoar a fauna local. As idas que temos feito durante os últimos dias foram com Biólogos e pessoas experientes com vida animal, a vegetação da serra esta totalmente seca e vulnerável a incendios. Bruno Bezerra, Pablo Ricardo, Junior Silva, Almir Neves, Pedro Felipe, Leninho Silva, Carlos Alberto F Silva, Messias Feitosa, Rui Medeiros Silva, Lenildo Araujo, e todos que realmente querem uma área de preservação e conservação em nosso município. SE PUDEREM DIVULGUEM ESSA NOTA, EM BLOGS OU REDES SOCIAIS, "




terça-feira, 5 de maio de 2015

#Olhar conectado

Pesquisa indica que uso excessivo de celular deixa o cérebro preguiçoso


Por Vilhena Soares Correio Braziliense

Estudo canadense aponta correlação entre o uso de pesquisas via smartphones e a menor capacidade de resolver problemas de forma analíticaA praticidade de descobrir rapidamente uma informação que não vem fácil à memória é uma das grandes vantagens do uso de smartphones. Apesar de parecer a melhor coisa do mundo quando permitem uma busca na internet para descobrir como é mesmo o nome daquela atriz ou o endereço daquele restaurante que um amigo indicou, os celulares inteligentes podem “acomodar” o cérebro. Estudo canadense feito com usuários de telefones com acesso à internet mostrou que, quanto mais as pessoas recorrem a esses aparelhos, mais elas podem ser prejudicadas nas tomadas de decisões. Os autores do trabalho, publicado no jornal Computers in Human Behavior, acreditam que o uso excessivo dos dispositivos deixa o cérebro preguiçoso.

O estudo realizado por uma equipe da Universidade de Waterlloo sugere que a comodidade de ter várias ferramentas que auxiliam em tarefas do cotidiano pode ser um problema para a saúde das pessoas à medida que elas deixam de buscar na própria memória as informações de que precisam. “Nós pedimos às pessoas para indicar quanto tempo elas gastam usando o smartphone para procurar informações. Também perguntamos sobre quanto tempo é gasto usando os telefones para fins de entretenimento e mídia social”, conta Gordon Pennycook, um dos autores da pesquisa.

Pennycook diz que, depois dessa etapa, também foram examinadas diferentes habilidades cognitivas dos participantes, como a capacidade intuitiva e analítica e as habilidades verbais e matemáticas. Para isso, os 660 voluntários realizaram uma série de exercícios lúdicos, como resolução de problemas lógicos, por exemplo. Após os testes, os pesquisadores notaram que os participantes que tinham habilidades cognitivas mais “afiadas” e uma maior disponibilidade para pensar de forma analítica gastavam menos tempo usando a função de busca dos smartphones. 

“As pessoas que confiam em seus ‘instintos’ ou na intuição para resolver problemas, em vez de usar o raciocínio lógico ou analítico, uma atividade que exige mais esforço, podem ser consideradas cognitivamente preguiçosas. Descobrimos que os indivíduos que mais dependem de seus smartphones como uma fonte de informação são pensadores ‘mais preguiçosos’, isto é, eles tendem a confiar em seus instintos na resolução de problemas e estão menos dispostos a pensar logicamente para chegar a uma solução”, explica Pennycook.


Sem precipitação 

Os responsáveis pela pesquisa, no entanto, ressaltam que não se deve condenar os celulares apenas com base nesses resultados. Isso seria precipitado. O estudo fornece boas pistas, mas os dados ainda não são suficientes para comprovar déficits cognitivos ligados ao uso dos smartphones. O ideal é que mais pesquisas sejam feitas, o que é importante, dado o grande uso desses aparelhos atualmente. “Nós, infelizmente, não sabemos se há um custo negativo de usar smartphones. Encontramos uma associação entre a utilização exagerada do smartphone e a inteligência, mas isso não significa que os celulares causem danos ao cérebro. O que isso mostra é que precisamos de muito mais pesquisas nessa área, que ainda é pouco estudada”, destaca o cientista.


O estudo fornece boas pistas, mas os dados ainda não são suficientes para comprovar déficits cognitivos ligados ao uso dos smartphones. Foto: Reprodução/EM.


Sonia Brucki, membro da Associação Brasileira de Neurologia (ABN), também acredita que são necessárias mais investigações para relacionar problemas cerebrais ao uso exagerado de smartphones. “Acho que não sabemos o suficiente para responder a essa pergunta. As pessoas podem utilizar seus aparatos eletrônicos de forma diferente, dependendo da fase da vida e da demanda profissional ou de estudos. Portanto, não dá para generalizar. Alguém pode ficar a maior parte do tempo jogando ou vendo mídias sociais, enquanto outros podem ficar navegando por sites de história antiga. Os efeitos sobre seus processos cognitivos serão provavelmente diferentes”, destaca a médica.

Uso moderado 

Apesar da necessidade de mais trabalhos, Brucki destaca a importância do trabalho. “Precisamos ter pesquisas que avaliem os processos cognitivos em pessoas que utilizem essas tecnologias, pois cada vez mais estaremos avaliando pessoas que cresceram e crescerão com uma nova forma de pensar, de pesquisar e de aprender”, complementa a neurologista. 

Para Anna Lucia Spear King, psicóloga clínica e pesquisadora do Grupo Delete – Detox Digital e Uso Consciente de Tecnologias, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pesquisa dos cientistas canadenses, apesar de não garantir que danos podem ser causados ao cérebro, ressalta que o uso moderado do celular é recomendado para evitar problemas de saúde que podem ser desencadeados pelo exagero. “Para afirmar que traz malefícios ao cérebro, precisamos de exames mais concisos, mas já conseguimos observar que, se uma pessoa tem uma característica de comportamento como a ansiedade e a hiperatividade, isso pode ser acentuado com o uso excessivo do celular. Pode acarretar problemas graves de saúde. Devido a esse risco, o uso moderado é essencial”, avalia. 

A especialista ressalta que a tomada de decisões é um dos pontos que podem ser prejudicados pelo uso excessivo do celular. “A decisão necessária no dia a dia, diante de situações importantes, pode ser interferida pelo uso dessas tecnologias em excesso. Assim, o profissional precisa ter bom senso para que isso não atrapalhe seu desempenho. Até por isso, falamos muito da necessidade da etiqueta digital, que trata de como e quando usar a tecnologia no cotidiano”, lembra. 

A pesquisa do grupo canadense terá continuidade, buscando explorar outros reflexos da tecnologia no desenvolvimento cognitivo. “Nosso plano é explorar a forma como a dependência de smartphones interfere na criatividade, bem como no tempo que as pessoas perseveram ao tentar resolver problemas difíceis”, adianta Pennycook.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Direto de São Paulo

Marta Suplicy deixa o PT e mira Prefeitura de São Paulo
A senadora Marta Suplicy entregou na terça-feira (30) sua carta de desfiliação partidária, depois de 33 anos ligada ao PT.
A medida foi tema do comentário de Salomão Schvartzman, na crônica desta Sexta-Feira (01) do Diário da Manhã. Confira: >> http://bit.ly/1JWtUKH

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Direto das Redes Sócias:

O Jornalista Elinaldo Ventura descreveu sua indignação com as operadoras de telefonias móveis da Cidade de Santa Cruz do Capibaribe(PE), através de uma rede social.    

Veja a declaração abaixo:

"Os slogans da operadoras de telefonia celular deveriam ser:

Claro: Claro, que não faciona!
Tim: Sem fronteirais e sem sinal / Uma porta aberta para o estresse. 

Sei que essas operadoras são ruins em todo lugar, mas aqui em Santa Cruz do Capibaribe elas não estão funcionando quase de jeito nenhum.

A Vivo e a Oi são até boazinhas, mas poca gente usa, pelo menos por aqui." Escreveu em seu Facebook. 

Imagem reprodução (Facebook)