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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Confirmada transmissão da Zika por via sanguínea e relação sexual

- Veja abril: 

Depois do aumento de investigação e divulgação de dados relativos ao zika vírus no Brasil, pesquisadores garantem que a forma de contágio do vírus não se daria somente pelo mosquito, podendo ser transmitido por meio de relação sexual, transfusão de sangue e transplante de órgãos. Os dados foram confirmados por pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC) de Belém, na última sexta-feira (27).

De acordo com os especialistas do setor de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas do IEC, a primeira morte ligada ao zika aconteceu em junho deste ano, mas a certeza do diagnostico só foi possível depois de estudos de amostras do sangue do homem, que começaram a ser analisadas em julho. Em razão da dificuldade de isolar o vírus, somente agora a presença do organismo foi confirmada.

A equipe do IEC que trabalhou no caso - formada pelos médicos Pedro Vasconcelos e Socorro Azevedo e pela farmacêutica Suely Rodrigues - informou que o instituto vai passar a analisar agora as amostras de outros casos que não tiveram diagnostico de dengue nem de chicungunha, em busca de novos casos de zika vírus. Por isso, eles acreditam que o número de mortes provocadas pelo vírus pode aumentar.

 Uma equipe do ministério está investigando os casos de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Segundo os pesquisadores, o maior desafio neste momento é neutralizar a proliferação do mosquito, evitando lixo acumulado e recipientes com água parada.

Um estudo publicado este ano na revista científica Emerging Infectious Diseases revelou que o vírus da zika foi isolado, em 2013, no sêmen de um paciente do Taiti após ele ter procurado tratamento para a presença de sangue no esperma, que aconteceu duas semanas após ele ter apresentado sintomas sugestivos de zika (dor de cabeça, febre baixa e dores nas articulações).

OMS emite alerta e reconhece relação entre zika vírus com microcefalia

A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde emitiram nesta terça-feira um alerta mundial sobre a epidemia de zika vírus, no comunicado aos países-membros, a organização pede que eles estabeleçam capacidade de diagnóstico da doença e que se preparem para um aumento no número de casos reforçando o atendimento pré-natal e neurológico.

A organização reconheceu pela primeira vez oficialmente a relação entre o zika e a microcefalia ao mencionar o estudo brasileiro do Instituto Evandro Chagas, que revelou a presença do vírus zika em bebês com microcefalia.

"Há uma conexão entre as duas coisas, mas causalidade é uma outra história. Não podemos dizer 100% que é só o zika vírus a causa da microcefalia, ela pode ser atribuída a diversas questões. Há uma conexão porque há um evidente aumento nos casos de microcefalia no Brasil ao mesmo tempo em que há um surto de zika no país.", afirmou, Dr. Marcos Espinal, à BBC em entrevista.

Gravidez
O documento da OMS não faz menção ao uso do controle de natalidade como modo de evitar os casos de microcefalia, no entanto, a organização recomenda que gravidas evitem o contato com o mosquito transmissor.

O especialista ainda citou que as mulheres não deviriam deixar de engravidar, mas sim fazerem uma escolha consciente. "Eu não daria o conselho de que todas as mulheres devem evitar a gravidez. É uma decisão delas", e complementou "Há um risco, mas ainda não sabemos. Não sabemos se o risco de o vírus vir a atravessar a placenta é alto ou baixo".

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Vírus zika é encontrado em pacientes com síndrome de Guillain-Barré

Pesquisadores da Fiocruz de Pernambuco confirmaram nesta quinta-feira (26) a presença do vírus zika em pacientes diagnosticados com síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica rara e paralisante cujo aumento recente de casos também tem intrigado especialistas.

Esses resultados acende um alerta sobre o alto risco de complicações graves associadas à infecção pelo zika vírus. O vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, era considerando de menor perigo e de efeitos mais brandos. Até o mosquito passar por uma mutação ficando, assim, mais forte, resistente e difícil de ser combatido apenas com inseticidas.

Além da síndrome de Guillain-Barré, hoje, o país enfrenta um surto de casos de recém-nascidos com microcefalia. Em Pernambuco, foram colhidas amostras de sangue e de líquido da medula de oito pacientes atendidos no Hospital da Restauração, em Recife, hospital referência no tratamento de doenças neurológicas.

Todos os pacientes relataram manchas vermelhas e dores no corpo, sintomas característicos do zika, dias antes de terem o quadro agravando por outras complicações. Desses, seis receberam o diagnostico de Guillain-Barré.

Diante do crescimento incomum, à atual situação chamou a atenção da neurologista Maria Lúcia Brito Ferreira, que estranhou o crescimento de casos da síndrome e encaminhou as amostras à Fiocruz. “No ano passado, tive 14 casos no hospital. Só até julho, já eram 40”, relata.

As secretarias de Saúde estaduais passaram a contabilizar os casos suspeitos, só em Pernambuco, são 127 em investigação. Na Bahia, 64 já foram confirmados, e outros 75 ainda dependem de exames. Também há casos suspeitos na Paraíba e no Maranhão, porém sem números oficiais.

O Ministério da Saúde diz que as investigações sobre a possível relação entre o zika vírus e complicações da Guillain-Barré continuam. 

Leia mais:
Teste reforça ligação entre zika e microcefalia .

São Paulo registra dois casos de microcefalia

Em São Paulo, já foram registrados dois casos de microcefalia com suspeita de relação com o zika vírus, de acordo com Secretaria Municipal de Saúde, uma das mulheres deu à luz na semana passada, no Hospital Municipal e Maternidade Professor Mário Degni, no Butantã, zona oeste da capital paulista. Já a outra está com 36 semanas de gestação, mas a má-formação já foi diagnosticada durante alguns exames de imagens feitos na Santa Casa de São Paulo, onde está sendo atendida neste momento.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Teste reforça ligação da zika à microcefalia

Por Cinthya Leite do JC - Cidades.

Depois de terem recebido, durante ultrassonagrafia, a informação de que esperam bebês com microcefalia (tamanho da cabeça menor que o normal para a idade), duas gestantes do interior da Paraíba passaram pela amniocentese – um exame invasivo em que uma amostra do líquido amniótico (aquele que envolve o feto durante seu desenvolvimento) é retirada do útero e examinada em laboratório. Ontem a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que participa das investigações para identificar as causas do avanço dessa anomalia congênita no Brasil, notificou que o Laboratório de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz constatou a presença do genoma do vírus zika em amostras de líquido amniótico de ambas as gestantes. 

“Foi feita essa pesquisa intraútero há uma semana”, diz a médica Adriana Melo, de Campina Grande, especialista em medicina fetal. Ela conta que as duas mulheres, que estão na 30ª semana de gestação, relataram presença de exantema (erupção cutânea com pontos vermelhos) na gravidez. O sintoma é uma das características da zika – doença identificada em 14 Estados brasileiros este ano e transmitida pelo mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti.



O diretor de vigilância de doenças transmissíveis no Ministério da Saúde (MS), Cláudio Maierovitch, informou ontem ser “altamente provável” a correlação entre o aumento incomum no número de casos de microcefalia com uma possível infecção das gestantes pelo vírus da zika. “Não é esperado que exista vírus zika em nenhum tecido do corpo humano. Isso mostra uma infecção aguda, que passou para o feto”, disse Maierovitch, ressaltando o caráter inusitado desse evento, já que não havia relatos anteriores de relação entre zika e malformação congênita de qualquer espécie. “Não está comprovado, mas é uma relação provável. Cientistas devem nos ajudar a mostrar relação de causa e efeito.”

O maior número de casos de recém-nascidos com microcefalia está em Pernambuco. Das 399 notificações no Brasil este ano (147 foram registradas em 2014), 268 se concentram em 79 municípios do Estado, que passou por uma epidemia de zika no primeiro semestre deste ano, segundo o médico Carlos Brito, pesquisador colaborador do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco. Ele acredita que, dos 117 mil casos de dengue notificados este ano em Pernambuco, 80% sejam, na realidade, de zika, cuja confirmação só é feita pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará. No Brasil, ainda não há sorologia disponível comercialmente para realização em massa dos testes de zika vírus. 

“Para considerar 80%, usamos como parâmetro um estudo de base hospitalar que investigou cerca de 1,1 mil pacientes atendidos, nos cinco primeiros meses deste ano, na emergência de um hospital particular da capital pernambucana. Desse total, 81% preencheram critérios clínicos de zika, com destaque para manchas na pele, ausência de febre ou febre menor que 38 graus, vermelhidão ocular, inchaço e dor nas articulações”, diz Carlos Brito.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Olhar Saúde

Dicas para evitar a infertilidade já na adolescência


Um especialista no assunto, o dr. Assumpto Iaconelli Junior, dá três conselhos importantes para quem está começando a vida sexual. 

1. Fazer visitas regulares ao ginecologista. 
“Muitos pais são bastante regulares em relação às visitas ao pediatra. Entretanto, assim que a criança entra na fase pré-adolescente, abandonam esse costume. Esse é um erro muito comum e que deve ser evitado. Os pais tanto podem levar seus filhos ao hebiatra (que atende crianças de zero a 18 anos), como escolher um ginecologista de sua confiança para levar as meninas assim que entram na puberdade ou mesmo antes. Esse acompanhamento da saúde sexual feminina é fundamental”.

2. Usar preservativo também nas preliminares.
“Há sempre aquela adolescente que teme contrair uma DST, mas acha que esse tipo de doença só é transmitido mediante relação sexual consumada. Mas, mesmo nas preliminares, durante sexo oral ou anal, o risco de contrair doenças é iminente. Portanto, é fundamental usar preservativo também nessas circunstâncias. Vale lembrar que o uso de ‘camisinha’ não é responsabilidade apenas do parceiro. Sendo assim, tenha sempre preservativos masculinos e femininos na bolsa”.

3. Jamais fazer ‘vista grossa’ a um corrimento.
“Apesar de nem todo tipo de corrimento vaginal ser motivo de preocupação por estar associado a um diagnóstico de clamídia ou outra doença sexualmente transmissível, é importante consultar um ginecologista se o problema persistir por mais de uma semana, apresentar coloração acentuada, ou mesmo se exalar forte odor”.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

6 dicas que ajudam a controlar o colesterol

Imagens ilustrativas 
Por Daniela Barbosa
São Paulo - Pelo menos 18 milhões de brasileiros com mais de 18 anos têm colesterol alto, segundo dados da última pesquisa Nacional da Saúde, feita pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde.
O Vita Check-Up Center também realizou um estudo com base nos exames clínicos de 16.000 pessoas e constatou que 50% delas também sofrem do mesmo problema.
O colesterol alto pode desencadear doenças graves e muitas vezes fatais, como AVC e infarto agudo do miocárdio, por isso seu controle é vital para saúde. 

Segundo Antonio Carlos Till, médico clínico e diretor do Vita Check-Up Center, alguns hábitos simples podem impulsionar o bom funcionamento do colesterol. Veja nas imagens quais são eles: 
Crédito da imagem: Think Stock

1 - Entenda o colesterol

De acordo com Antonio Carlos Till, temos em nosso organismo diversas frações de colesterol.
O LDL-colesterol, chamado colesterol "ruim", e o HDL-colesterol, considerado como "bom", por ter um papel de "proteção" da parede das artérias.
"Esses são os principais índices que precisam ser monitorados. Existe ainda o VLDL-colesterol, que acompanha frequentemente os níveis de triglicerídeos, e que também necessita ser observado", explica o especialista.
Ainda segundo ele, o objetivo é evitar que o LDL se deposite nas paredes das artérias, o que pode levar ao longo do tempo à obstrução do fluxo sanguíneo e, consequentemente, a eventos graves como infarto ou derrame.

2 - Entenda sua relação com as doenças cardíacas
Ter um colesterol bom é fundamental para o bem-estar. 
"A menor parte do colesterol provém da alimentação que consumimos e cerca de 75% são sintetizados pelo fígado. O que não desejamos é que ele seja depositado nas paredes das artérias, o que pode levar à obstrução das mesmas e com consequências graves como o infarto", afirma Till.

3 - Entenda também que pode ser uma doença hereditária

Ter uma alimentação equilibrada é fundamental para o controle do colesterol, mas muitas vezes o colesterol alto não é fruto exclusivo de hábitos alimentares inadequados e da falta de atividade física regular. 
"Temos a questão da hereditariedade nas alterações do colesterol, que tornam seu controle mais difícil”, explica o especialista.

4 - Mantenha uma rotina saudável
Segundo Till, atividades físicas aeróbicas ajudam no controle do peso e dos níveis de colesterol, aumentando o colesterol bom e contribuindo para a redução da fração ruim.
Uma dieta saudável – rica em fibras e pobre em gorduras saturadas - também ajuda no controle do colesterol.
"Essas ações são imprescindíveis para o equilíbrio e o bem-estar do organismo”, afirma Till. 

5 - Evite o consumo de bebidas alcoólicas.
De acordo com o especialista, é bom estar atento à ingestão de álcool mesmo em pequenas doses.
"Uma taça de vinho tinto ao dia pode ajudar a elevar o colesterol bom, porém devemos nos lembrar de que ele é uma fonte calórica significativa", explica.

6 - Faça prevenção
Sabe aquela máxima: melhor prevenir do que remediar? Então, com o controle do colesterol funciona assim.
"A importância de um check-up periódico está exatamente na possibilidade de identificação de hábitos de vida ruins e de fatores de risco para o desenvolvimento de determinadas doenças", afirma Till.

Daniela Barbosa é a jornalista responsável pelo canal Estilo de Vida de EXAME.com.

Secretaria de Saúde implanta Central de Trasnplantes


Por Hélio Júnior - Jornal Vanguarda. 

A Secretaria de Saúde de Caruaru implantou, recentemente, a Central de Transportes, com o objetivo de melhorar as transferências de pacientes de serviços que funcionam 24horas. Com essa ação, ambulâncias foram concentradas num único espaço e sob a mesma gerência, otimizando sua utilização e diminuindo o tempo resposta.

Na prática, o médico ou enfermeiro do serviço 24 horas solicita o veículo à Central, que após avaliação encaminha a ambulância adequada para cada caso, visando atender os pacientes com segurança e garantindo que os mesmos sejam acompanhados pelo técnico de enfermagem ou médico da unidade solicitante, dependendo da indicação médica

A Central dispõe de quatro ambulâncias e um carro de apoio e atende as cinco unidades de saúde 24 horas do município e ao Serviço de Atenção Domiciliar -SAD. A média diária de solicitações é de 32 chamados e já foram atendidos mais de 700 pacientes.

“Nossa finalidade é atender bem e com segurança todos os pacientes que necessitem de remoção e atendimento. Estamos sempre à disposição das unidades de saúde.”, declarou o enfermeiro Izaias Gouveia, Gerente da Central de Transportes.

O quadro de funcionários da Central de Transportes é formado por 17 motoristas, 06 telefonistas e 01 Coordenador, totalizando 24 profissionais. A Central está localizada na Travessa Paulino Câmara, 97, no bairro Petrópolis. Todas as solicitações são feitas diretamente pelas unidades de saúde que necessitem do serviço.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Maria Vitória precisa de sangue para realizar sua cirurgia

Créditos da imagem: reprodução\YouTube.
O jornalista Magno Martins, sensibilizado com as dificuldades de saúde enfrentada pela garotinha Maria Vitória, de nove anos, publicou em seu blog, o blog do magno, um apelo por sua vida, que corre perigo. A nossa pagina (ON) tem um compromisso de levar informações, mas também temos um olhar para solidariedade e utilidade pública.

Resolvermos publica este apelo para sensibilizar doadores. Maria Vitória, tem o tipo sanguíneo O- (negativo), o doador pode ir ao hospital do Imip, localizado na Ilha do Leite, em Recife, e informa que a doação, que será realizada é para Maria Vitória da Silva Pereira. Vamos ficar na torcida por esta pequena flor e Vitoriosa garotinha.


Assintam o drama vivenciado pela sua mãe e familiares:

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Olhar Saúde

Viagra feminino acaba de ser aprovado

Créditos da imagem: Veja/CN.

O estudo que descobriu o Viagra feminino, ou melhor, um medicamento capaz de aumentar a libido feminino, ou o desejo da mulher. O medicamento foi de fato aprovado pelo FDA (uma espécie de Avisa dos americanos) e já tem até nome comercial (flibanserin é o nome da substância), Addyi, o Viagra feminino que acaba de ser aprovado.

Como age o viagra feminino


Ação da flibanserina difere do Viagra. A pílula azul age no local, aumentando o fluxo sanguíneo no pênis para manter uma ereção. Já o medicamento para as mulheres não age de forma imediata. As mulheres devem ingerir o medicamento todas as noites, antes de dormir. O efeito pode ser obtido dentro de quatro semanas em média. O auge ocorre após dois meses de tratamento

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Câmara legislativa Municipal

Reunião da Comissão de Educação, Cultura e Saúde

Da assessoria de imprensa
Os membros da Comissão de Educação, Cultura e Saúde estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (17), na Câmara de vereadores para analisar alguns projetos de lei que tramitam na Casa Dr. José Vieira de Araújo.
A Comissão é presidida pelo vereador Deomedes Brito (PT) e tem como secretário Zezin Buxin (PSDB), relator Helinho Aragão (PTB) e suplente, Dida de Nan (PSDB). A comissão aprovou três projetos por unanimidade.
Veja os projetos aprovados pela comissão:
Nº do Projeto
Tipo do Projeto
Proposto pelo Vereador
Projeto de Resolução nº 020/2015
Tornar obrigatório o plano de evacuação em situações de risco em todos os tipos de estabelecimentos da cidade.
Fernando Aragão
Projeto de Resolução nº 019/2015
Instituir a Semana de Orientação Vocacional na rede municipal de ensino para os alunos matriculados no município.
Fernando Aragão
Projeto de Resolução nº 015/2015
Título de cidadão a Antônio Carlos Maia de Queiroz
Professor Afrânio
Ernesto Maia
Ronaldo Pacas

Após a aprovação da Comissão, os projetos sobem para votação na plenária nas próximas reuniões.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Olhar Saúde

A importância dos exames ginecológicos na pós-menopausa 

Por Dr. Drauzio Varella.

Não é segredo que as mulheres devem fazer acompanhamento ginecológico regular para manter a saúde em dia. Porém, a rotina ginecológica no período que sucede a chegada da menopausa pode suscitar dúvidas. O ginecologista Luciano Pompei, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), ressalta a importância de não confundir o período de pós-menopausa com a “terceira idade”, termo utilizado comumente para designar as pessoas que chegam aos 60 anos ou mais.

“O mais importante para nós, ginecologistas, é a divisão entre a fase reprodutiva da mulher, o momento da chegada da menopausa e a pós-menopausa. Não necessariamente esta última significa ‘terceira idade’. Inclusive, há mulheres que tem menopausa precoce, antes dos 45 anos”, explica.
Segundo o dr. Pompei, a periodicidade da visita ao ginecologista depende de cada caso, mas, normalmente, o ideal é consultar o especialista uma vez ao ano. Alguns exames específicos, no entanto, são indicados para todas as pacientes, independentemente do histórico clínico individual. Confira, abaixo, os exames ginecológicos imprescindíveis no período da pós-menopausa.
Mamografia: Detecta, precocemente, um possível câncer de mama. É recomendado pelos médicos a partir dos 40 anos e, dependendo do risco de cada mulher, deve ser refeito a cada um ou dois anos.
Exames de sangue: Analisam, principalmente, colesterol e triglicerídeos, além da função renal e a dosagem dos hormônios da tireoide. Somente com os resultados é possível recomendar os intervalos para sua repetição e quais medidas a ser tomadas, se necessário.
Exame preventivo do colo de útero (mais conhecido como Papanicolaou): Segundo recomendação do Ministério da Saúde, a mulher deve realizar esse exame até os 65 anos. Já a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) o indica até os 70. Ainda de acordo com Ministério da Saúde, como regra geral, em caso de resultados sem alterações em dois exames consecutivos com intervalo de um ano entre si, a repetição passa a ser indicada a cada três anos.
Ultrassonografia pélvica (preferencialmente transvaginal): Não há consenso claro; a maioria dos médicos defende que seja anual, enquanto outros solicitam o exame somente se houver reclamação de sangramento ou queixa uterina. “Particularmente, defendo a realização anual”, diz o ginecologista.
Densitometria óssea: Permite o diagnóstico de osteoporose e de osteopenia (baixa densidade óssea). A mulher sem motivos aparentes para ser considerada de maior risco para fraturas osteoporóticas recebe a indicação a partir dos 65 anos de idade. Se há riscos, o pedido é antecipado. Em casos de menopausa precoce, a primeira densitometria deve ser realizada aos 50 anos.
Exames Clínicos: O exame físico realizado no consultório também é importante. Além do exame físico geral, o médico poderá fazer palpação das mamas, exame especular e exame de toque, para checar a existência de anormalidades mamárias ou pélvicas.
“Por isso, é imprescindível consultar o ginecologista, mesmo quando a paciente não tem vida sexual ativa e não menstrua mais. Em todas as idades, as mulheres nunca devem deixar a saúde de lado e parar de se cuidar”, conclui.
* Drauzio Varella é um médico oncologista, cientista e escritor brasileiro, formado pela Universidade de São Paulo, na qual foi aprovado em 2° lugar, conhecido por popularizar a medicina no Brasil, através de programas de rádio, TV e sates.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Saúde em Pernambuco

Ceatox participa de Semana da Saúde da SEE

Por Assessoria da SES

O Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (Ceatox-PE) está participando, nesta segunda-feira (03/08), da Semana de Promoção à Saúde da Secretaria de Educação do Estado (SEE). Os técnicos do Centro levaram à sede do órgão, localizado na Várzea, exemplos de animais peçonhentos e serpentes, com o intuito de abordar as intoxicações provocadas pelo animal. O stand do Ceatox está montado no hall do Bloco A. Cerca de 2 mil funcionários atuam na SEE e poderão receber as informações.
 
Nesta semana, o Ceatox ainda participará de uma webconferência com a farmacêutica e bioquímica Marlene Zannin, que integra o Centro de Toxicologia de Santa Catarina. Ela irá abordar o tema “intoxicação por paracetamol”. A palestra é voltada para todos os técnicos do Ceatox-PE.


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Hospitais Universitários

Ouvidorias realizam pesquisa sobre satisfação dos usuários

As ouvidorias dos hospitais universitários federais filiados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) realizam, de 13 de julho a 21 de agosto, uma pesquisa de satisfação com os usuários das instituições. Os responsáveis pela iniciativa circularão por esses locais e o questionário será respondido em um tablet.
A pesquisa contém sete itens sobre a infraestrutura e o atendimento nos hospitais. Quem participar vai opinar sobre temas como limpeza, conforto, tempo de espera, além de uma avaliação geral da instituição. Para responder ao questionário, não é preciso se identificar.
Este é o segundo ciclo da pesquisa realizada em 2015. Em outubro, será feita a terceira e última etapa. O levantamento ocorre desde 2013 e atende ao Decreto 6.932/2009, que assegura a participação do cidadão na avaliação dos serviços prestados pelos órgãos públicos federais.

A pesquisa será realizada, simultaneamente, em 27 hospitais filiados à Ebserh. A ação é uma iniciativa da Ouvidoria Geral da Ebserh e é coordenada pelos ouvidores do Hospital Universitário de Brasília e de outros cinco hospitais universitários: do Piauí, do Maranhão, Onofre Lopes (RN), Júlio Muller (MT) e Grande Dourados (MS), que representam a Ouvidoria Geral da Ebserh.

Assessoria de Comunicação Social da Ebserh

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Olhar Saúde

Infecção na infância e adolescência pode afetar a inteligência do adulto

Créditos da imagem:  larmontessori.com 425 × 282.
O avanço da ciência tem aberto novos caminhos para o entendimento de como o organismo humano funciona em condições normais de equilíbrio e o que acontece quando este equilíbrio é rompido na doença.
A comprovação de existência de uma sofisticada interação entre o sistema imunológico e o cérebro é uma dessas novas perspectivas. Mesmo que sugerido já em meados dos anos 30 do século passado, a consolidação do conceito de ações bidirecionais entre sistema imunológico e o cérebro é relativamente recente.
Por exemplo, quando um agente agressor (bactéria ou vírus) é reconhecido pelo sistema imunológico, este desencadeia uma série de reações, culminando com a liberação de várias substâncias no sangue a fim de combater a ameaça. Algumas destas substâncias podem atuar no cérebro prejudicando suas funções. No sentido inverso, estímulos físicos ou psíquicos, mediados pelo sistema nervoso central, podem induzir a liberação de substâncias neurotransmissoras e hormônios que vão atuar sobre o sistema imune reduzindo sua capacidade de resposta.
Isto explica, pelo menos em parte, como um estresse pode desencadear uma doença infecciosa ou mesmo o câncer, ambos modulados pelo sistema imunológico.
A atividade mental é composta pela percepção, pelas ações planejadas e pelo pensamento e é originada da interconexão de circuitos complexos de células nervosas. Esta atividade mental determina nossa capacidade de adquirir conhecimento (cognição), o que caracteriza nossa inteligência. Este processo pode ser afetado pela resposta do sistema imune a um agente agressor em uma infecção. É o que demonstra um grupo de pesquisadores dinamarqueses em um estudo publicado recentemente na revista científica PLOS ONE.
Utilizando registros de saúde da Dinamarca foi desenvolvida uma pesquisa que investigou o efeito de diferentes tipos de infecção ocorridas do nascimento até o final da adolescência em uma amostra de mais de 190 mil indivíduos do sexo masculino nascidos entre 1976 e 1994. A história de infecção foi definida como "a pessoa tendo sido registrada com um diagnóstico de infecção" no sistema de registro hospitalar da Dinamarca.
As habilidades cognitivas foram medidas de 2006 a 2012 por um teste de inteligência convertido para uma escala de quociente de inteligência (QI) convencional. Os indivíduos tinham em torno de 19 anos quando se submeteram ao teste. Para detectar se possíveis efeitos independentes da infecção (como a educação dos pais, idade da mãe durante a gestação, o peso do indivíduo ao nascer, etc.) estavam afetando a cognição, foi empregado um modelo de ajustamento para outros fatores, evitando desta forma erros produzidos por fatores confundidores.
O estudo indica que infecções prévias foram significativamente associadas a uma redução da habilidade cognitiva. O efeito foi maior quanto mais recente e mais severa foi a infecção. Uma das explicações sugeridas para estes resultados é que a resposta imunológica ao agente agressor tenha causado algum tipo de dano ao cérebro, o que causou a redução da habilidade cognitiva. Este efeito pode ser transitório.
Esta pesquisa, além de propiciar um maior entendimento dos mecanismos de interação entre sistema imune e cérebro, serve de alerta no sentido de ter-se uma maior atenção no acompanhamento do desenvolvimento cognitivo dos indivíduos que tiveram algum tipo de infecção na infância/adolescência, principalmente as severas. 

Referencia bibliográfica: 
  • -PLOS ONE - May 13, 2015 - DOI: 10.1371/journal.pone.0124005.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Olhar Saúde

Dívidas e Depressão: Cuidado com as de curto prazo

Por ABC Saúde. Referenciar bibliográfica -Journal of Family and Economic Issues - DOI 10.1007/s10834-015-9443-6. 
O Brasil experimentou nos últimos anos uma grande expansão do crédito, o que possibilitou o aumento de consumo de diversos tipos de bens por grande parte da população, antes sem acesso a estes bens. São muitas as consequências econômicas e pessoais deste processo, algumas positivas, outras nem tanto. O endividamento produzido afeta vários aspectos da vida das pessoas, tanto no plano individual como no familiar. Nos Estados Unidos, tanto a facilidade de crédito como o endividamento pessoal existem a mais tempo e, também por isso, suas consequências são mais estudadas.

Alguns estudos indicam que o endividamento como fator de estresse é associado de forma negativa a aspectos da vida do indivíduo, que vão do estado saúde até à relação conjugal, passando pela capacidade de concluir os estudos.
Uma pesquisa publicada recentemente na revista Journal of Family and Economic Issues teve como objetivo investigar uma possível associação entre endividamento e sintomas depressivos em adultos. Mais de 10.000 participantes entre 21 e 65 anos foram entrevistados entre 1987 e 1989 e re-entrevistados entre 1994 e 1996. Na pesquisa foram avaliados tipo de endividamento (curto ou longo prazo) e sintomas de depressão (reportados pelos participantes e medidos por uma escala validada).
Setenta e nove por cento dos participantes tinham algum tipo de dívida. Dentre esses, 62% eram de curto prazo (do tipo contas vencidas ou cartão de crédito acumulado). As pessoas com dívidas de curto prazo tiveram uma probabilidade significativamente maior de apresentarem sintomas de depressão como tristeza, falta de motivação, problemas para se concentrar, dificuldades para dormir ou alterações de peso corporal. Curiosamente, esta associação não foi observada nas pessoas com dívidas de longo prazo (financiamento da casa própria, por exemplo). Isto pode ser devido ao fato que financiamentos de longo prazo são mais planejados e incorporados a uma rotina financeira. Contrariamente, os endividamentos de curto prazo, relacionados às compras feitas no impulso, de bens muitas vezes desnecessários, são de difícil manejo e, aparentemente, mais estressantes.
Apesar das várias limitações metodológicas e analíticas deste tipo de estudo, o que impede que seus resultados sirvam para conclusões definitivas, a pesquisa expõe uma forte associação entre endividamento de curto prazo e sintomas depressivos.
Isto pode servir de alerta para o desenvolvimento de sistemas de proteção dos consumidores que levem em conta os custos não financeiros diretos associados às dívidas.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Em Recife

Exército atua no combate à dengue na capital Pernambucana 

Créditos da imagem: dengue.gov.br 
Oficiais e soldados do Exército começam a atuar no combate à dengue no Recife a partir desta segunda-feira (18). Ao todo, 260 sargentos e soldados, acompanhados por agentes de saúde, irão vistoriar 9 mil residências e estabelecimentos comerciais da capital pernambucana para identificar e erradicar os focos do mosquito transmissor da doença. O reforço dos militares acontece após um aumento de 1.162% nos casos confirmados de dengue, totalizando 3.433 casos da doença.
A capacitação dos militares aconteceu na semana passada e eles deverão participar das ações contra adengue por um período de 30 dias. O reforço será dirigido para bairros que não possuem agentes ambientais ou que registram um alto número de casos da doença.

Corpo humano

Oito maneiras de você reverter o envelhecimento


Por Mnn. Edição, Daniel Barros.   

Esqueça o que você sabe sobre beber o sangue de virgens ou se tornar um vampiro — caso seja um aficionado por livros góticos e filmes B. Esqueça também os cremes supercaros que comem metade do seu salário. Uma certeza na vida é que todos nós vamos envelhecer — e posteriormente, morrer. Porém, isso não significa que você não consiga retardar os sinais da idade.


Higiene bucal - Doenças na boca podem te envelhecer uns bons anos. Escová-los regularmente e de maneira correta, além de passar fio dental (principalmente), é imprescindível para uma boa saúde.

Coma BucalDiga o que comes, e eu te direi quem és. Mesmo que você passe alguns finais de semana sendo um Big Mac molhado em óleo de fritas, um estudo de 2012 comprova que o consumo de frutas e vegetais torna as pessoas mais atraentes. É sugerido ingerir três porções diárias, por seis dias, se você quiser notar já uma melhoria na sua pele e sinais mais refinados.

Brinque! - Faça algo que te deixa feliz. Brinque e sorria muito. Pode parecer piegas falar isso, mas o ato de rir pode ajudar até declínios mentais relacionados à idade. Essas atividades podem ser qualquer coisa — sério, qualquer coisa mesmo — que te faça dar risada.

Om Mani Padme Hum - Depois de uma pequena pesquisa, foi descoberto que um tratamento de 30 dias de meditação já faz bem para o corpo e reduz os sinais de envelhecimento. Segundo o fotógrafo Peter Seidler, que participou da pesquisa, a meditação traz várias qualidades psicológicas aos praticantes.

Largue o preguinho de caixãoO cigarro restringe a circulação do sangue nas camadas da derme e a nicotina impede que a pele receba oxigênio e nutrientes. Está bom para você?

Faça exercícios - Junte a vontade de parar de fumar e comece a fazer exercícios. Parece papo de geração saudável, mas se você realmente tem medo de envelhecer antes da hora, pense nos benefícios que está perdendo pela falta de uma boa atividade física.

VerdinhaO chá verde (Camelia sinensis) possui várias propriedades antienvelhecimento. Independente da maneira como você consome a erva, com o uso prolongado você vai sentir diferença na sua pele.

NaninhasO sono de beleza não é uma mentira. Dormir de maneira correta ajuda a afinar linhas de expressão e diminuir os círculos escuros sob os olhos. Se você não dorme o suficiente, o corpo libera mais cortisol, o que pode quebrar o colágeno — proteína que torna a pele suave e elástica.