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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Olhar Saúde

Viagra feminino acaba de ser aprovado

Créditos da imagem: Veja/CN.

O estudo que descobriu o Viagra feminino, ou melhor, um medicamento capaz de aumentar a libido feminino, ou o desejo da mulher. O medicamento foi de fato aprovado pelo FDA (uma espécie de Avisa dos americanos) e já tem até nome comercial (flibanserin é o nome da substância), Addyi, o Viagra feminino que acaba de ser aprovado.

Como age o viagra feminino


Ação da flibanserina difere do Viagra. A pílula azul age no local, aumentando o fluxo sanguíneo no pênis para manter uma ereção. Já o medicamento para as mulheres não age de forma imediata. As mulheres devem ingerir o medicamento todas as noites, antes de dormir. O efeito pode ser obtido dentro de quatro semanas em média. O auge ocorre após dois meses de tratamento

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Olhar Saúde

Dívidas e Depressão: Cuidado com as de curto prazo

Por ABC Saúde. Referenciar bibliográfica -Journal of Family and Economic Issues - DOI 10.1007/s10834-015-9443-6. 
O Brasil experimentou nos últimos anos uma grande expansão do crédito, o que possibilitou o aumento de consumo de diversos tipos de bens por grande parte da população, antes sem acesso a estes bens. São muitas as consequências econômicas e pessoais deste processo, algumas positivas, outras nem tanto. O endividamento produzido afeta vários aspectos da vida das pessoas, tanto no plano individual como no familiar. Nos Estados Unidos, tanto a facilidade de crédito como o endividamento pessoal existem a mais tempo e, também por isso, suas consequências são mais estudadas.

Alguns estudos indicam que o endividamento como fator de estresse é associado de forma negativa a aspectos da vida do indivíduo, que vão do estado saúde até à relação conjugal, passando pela capacidade de concluir os estudos.
Uma pesquisa publicada recentemente na revista Journal of Family and Economic Issues teve como objetivo investigar uma possível associação entre endividamento e sintomas depressivos em adultos. Mais de 10.000 participantes entre 21 e 65 anos foram entrevistados entre 1987 e 1989 e re-entrevistados entre 1994 e 1996. Na pesquisa foram avaliados tipo de endividamento (curto ou longo prazo) e sintomas de depressão (reportados pelos participantes e medidos por uma escala validada).
Setenta e nove por cento dos participantes tinham algum tipo de dívida. Dentre esses, 62% eram de curto prazo (do tipo contas vencidas ou cartão de crédito acumulado). As pessoas com dívidas de curto prazo tiveram uma probabilidade significativamente maior de apresentarem sintomas de depressão como tristeza, falta de motivação, problemas para se concentrar, dificuldades para dormir ou alterações de peso corporal. Curiosamente, esta associação não foi observada nas pessoas com dívidas de longo prazo (financiamento da casa própria, por exemplo). Isto pode ser devido ao fato que financiamentos de longo prazo são mais planejados e incorporados a uma rotina financeira. Contrariamente, os endividamentos de curto prazo, relacionados às compras feitas no impulso, de bens muitas vezes desnecessários, são de difícil manejo e, aparentemente, mais estressantes.
Apesar das várias limitações metodológicas e analíticas deste tipo de estudo, o que impede que seus resultados sirvam para conclusões definitivas, a pesquisa expõe uma forte associação entre endividamento de curto prazo e sintomas depressivos.
Isto pode servir de alerta para o desenvolvimento de sistemas de proteção dos consumidores que levem em conta os custos não financeiros diretos associados às dívidas.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Olhar Saúde

Saiba para que serve a fruta noni


Imagem do noni | Imagem: El Peruano

Informações da redação remédio-caseiro.

Originária do sudeste asiático, a Morinda Citrifolia, conhecida como noni, dá um fruto com o qual se produz o suco de noni, que vem sendo mais e mais consumido no Brasil, devido às suas propriedades  benéficas à nossa saúde. Aqui,em nosso país, ainda não há cultivo do noni, inclusive, quase ninguém a conhece! Mas o suco produzido na América do Norte, principalmente Estados Unidos, vem sendo importado e comercializado por aqui. Além do mais, na Amazônia peruana a planta vem sendo cultivada, então, é provável que, em breve, ela se torne mais popular. Dizem, os raros privilegiados que puderam ver e experimentar a fruta verde e parecida com a fruta-de-conde, que ela não tem cheiro nem sabor agradáveis, se consumida in natura!
Já o suco, é acrescido de suco de blueberry (ou cranberry), uma frutinha vermelha, parecida com a groselha, que tem poderes medicinais também, como no tratamento de cistite; e também com o suco de uva, que é poderoso antioxidante, entre outras coisas. Essas frutas tem seusbenefícios confirmados através de diversos estudos, ao contrário do tão afamado suco de noni, que ainda não teve seus efeitos confirmados  cientificamente, apesar de ter se tornado um dos mais procurados por aqui e em vários lugares no mundo.
O suco não possui contra-indicações, por isso, vale a pena continuar seu consumo, esperando que suas propriedades benéficas se confirmem, já que a uva e o blueberry podem garantir várias propriedades importantes!

Estas são algumas das  propriedades que o suco promete

Tem betacaroteno, que é precursor da vitramina A e acubina, com propriedades antibióticas;

Tem ômega 6 e óxido nítrico, que melhora a oxigenação e a memória;

A fruta também é rica em vitamina C;

Tem escopoletina, substância antibacteriana, antifúngica e anti-inflamatória, que dilata os vasos sanguíneos e baixando a pressão arterial.

Veja como é preparado o suco, quando encontrar a fruta à venda
– Cortar dois frutos de noni maduros (ele é mole e tem cor amarelada) e bem lavados, em rodelas. Colocar no liquidificador, com meio litro de suco concentrado de uva e bater no modo pulsar, para que as sementes não sejam quebradas. Passar em peneira e juntar mais meio litro de suco de uva, batendo novamente, dessa vez do modo normal. Beber 100ml, 2 vezes ao dia, pode ficar na geladeira por até 5 dias.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Olhar Saúde

Consumo de refrigerante dietético é associado ao aumento da gordura abdominal


Já está cientificamente bem estabelecido que o consumo de açúcar, principalmente o contido em produtos não nutritivos como refrigerantes e sucos adoçados, está associado a uma maior incidência de sobrepesoobesidadehipertensão e diabete, além de outras doenças de origem inflamatória.
Nas ultimas décadas uma alternativa para as pessoas que não querem deixar de tomar refrigerante tem sido o refrigerante ou suco "diet". Como a substância usada para adoçar a bebida não contém calorias, teoricamente o seu consumo não teria nenhuma repercussão energética ou metabólica. Entretanto, alguns estudos recentes têm constatado um paralelismo entre o grande aumento na incidência de obesidade (considerado uma epidemia por seu rápido crescimento e distribuição pelo planeta) e o consumo aumentado de produtos "diet", principalmente bebidas.
Apesar destes estudos não estabelecerem uma relação de causa e efeito, eles serviram de alerta para o fato que, talvez, os produtos "diet" não sejam tão benéficos e inócuos como se pensava. A partir daí foram feitas novas pesquisa oferecendo um conjunto de evidências altamente sugestivas de que as bebidas "diet", além de não colaborar para o controle de peso, podem, também, ser prejudiciais à saúde.
O estudo mais recente abordando esta questão foi publicado na última semana na revista científica Journal of the American Geriatrics Society. A pesquisa foi conduzida por 10 anos em participantes de 65 anos ou mais e o principal desfecho registrado foi a circunferência abdominal. Esta medida tem se tornado de grande importância na avaliação da obesidade e suas consequências (mais importante que o peso e o índice de massa corporal), pois ela reflete o crescimento da gordura visceral. Este tecido adiposo em especial é um dos principais locais de produção de substâncias pró-inflamatórias liberadas na circulação (chamadas de citocinas) e que atuam sobre os vasos sanguíneos e sobre o metabolismo, aumentando o risco de síndrome metabólica, diabete tipo 2, hipertensão e doença cardíaca.
Os resultados da pesquisa não deixam de ser surpreendentes. No final de um período máximo de 10 anos, os participantes que tomavam regularmente bebidas "diet" apresentaram uma circunferência abdominal até 3 vezes maior que aqueles que não tomavam nenhum tipo de bebida adoçada ou "diet" e houve uma curva dose-resposta entre a quantidade tomada e o aumento da circunferência abdominal, abordagem esta que é sugestiva de uma relação causa/efeito.
A explicação para estes achados ainda não é completa e muitos estudos ainda precisam ser realizados para o pleno entendimento do fenômeno. Entretanto, já existem evidências científicas que propõem dois possíveis mecanismos: - um deles sugere que ação do adoçante artificial sobre o centro de recompensa no cérebro é semelhante ao açúcar natural. Desta forma, a ingestão em excesso levaria a uma tolerância do centro de recompensa (para sentir o mesmo efeito de bem estar é necessária uma quantidade maior) e aí o indivíduo ingere açúcares naturais sob outras formas para saciar esta necessidade; - outra proposta mais recente, e que não exclui a anterior, é baseada em resultados demonstrando que adoçante artificial tem efeito na modificação da microbiota intestinal (conjunto de trilhões de bactérias que habitam nosso trato gastrointestinal e que influenciam vários aspectos do nosso funcionamento normal, do metabolismo ao sistema imunológico) levando a alterações metabólicas que induzem a um maior armazenamento de energia no abdome.
Independente de qual o mecanismo, já está claramente comprovado que para manter uma boa saúde o indivíduo deve se afastar dos refrigerantes, de qualquer tipo, e dos sucos com açúcar ou adoçante artificial.
É isto aí, em qualquer idade, em vez de refrigerante zero, zero refrigerante!
Informações: ON research. Olhar Notícias

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Saúde sexual

Saiba qual é a posição sexual mais "perigosa", para ele 


Você já pensou que uma POSIÇÃO SEXUAL PODE SER PERIGOSA? E, não, o assunto não são métodos superousados com nomes complexos inspirados no Kama Sutra. De acordo com uma pesquisa realizada pela Unicamp e PUC-Campinas, e publicada originalmente no jornal “Advances in Urology”, uma das posições favoritas das mulheres, ficar por cima e controlar o ato, é a maior culpada por fraturas no pênis.

Para chegar a essa conclusão, a equipe analisou 42 CASOS DE FRATURA PENIANA relatados entre janeiro de 2000 e março de 2013 na cidade de Campinas, no interior de São Paulo. Os estudiosos avaliaram dados clínicos, conversaram com os pacientes e descobriram que 32 OCORRERAM DURANTE RELAÇÕES SEXUAIS, seis com a manipulação do pênis e quatro em circunstâncias não esclarecidas.

Dos que sofreram a fratura durante o sexo, 14 (50% dos casos heterossexuais estudados) relataram que o problema ocorreu enquanto A PARCEIRA ESTAVA POR CIMA. A posição nos quatro apoios foi responsável por oito casos. O conhecido “papai e mamãe” apareceu na terceira colocação, mas em casais homossexuais.

A pesquisa indica que, como a mulher coloca todo seu peso sobre o pênis e como ela controla os movimentos, pode não perceber que algo está errado. O homem por cima, no entanto, consegue controlar movimentos e velocidade e parar ao menor sinal de que está se machucando.

A equipe destaca, contudo, que A FRATURA É RARA. Ainda assim, caso ocorra o paciente precisa de ajuda o mais rápido possível e sem pensar em constrangimentos.


Para melhor esclarecimento veja abaixo algumas imagens ilustrativa

Partes do corpo cavernoso do pênis. 
Imagem meramente ilustrativa.

Partes principais do colo de útero da Mulher.
Imagem meramente ilustrativa.
 
Informações do Daqui Dali 
Imagens encorporadas: Olhar notícias

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Sedentarismo pode ser mais prejudicial que obesidade

Foto: vitonica.com

O nível de atividade física tem sido associado de forma consistente com a redução do risco de mortalidade por todas as causas. Estudos prévios sugerem que a atividade física protege contra morte prematura em pessoas com índice de massa corporal normal, mas não elimina o risco aumentado de morte nas pessoas com índice de massa aumentado... Continue Lendo 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Sal, açúcar, hipertensão e alimento industrializado.

Foto montagem Daniel Barros / FT Fotografias 

A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para doença cardiovascular (infarto) e acidentes vasculares cerebrais (derrame). Estas doenças estão no topo do ranking das causas de morte prematura. Portanto, combater a hipertensão é uma forma eficaz de diminuir estas mortes. Por este motivo o controle da hipertensão arterial é um dos objetivos principais a ser atingido pelas políticas de saúde pública no mundo inteiro. Dentre as abordagens para este controle, a principal está relacionada com estilo de vida, onde dieta adequada e atividade física servem como os pilares destas políticas.
No que tange à dieta, a atenção dos pesquisadores, historicamente, tem se concentrado no sal. Existe uma série de evidências que comprovam que o excesso de sal na dieta moderna exerce um papel preponderante na causa da hipertensão. Considerando que em torno de 75% do sal ingerido na dieta provém de alimentos industrializados ou processados, o controle da ingestão de sal está se tornando cada vez mais difícil.
Agora, um novo aspecto vem sendo agregado à relação entre hipertensão e alimentos processados. Um estudo publicado no início de dezembro na revista científica Open Heart alerta para a entrada em cena de um novo personagem, presente, também em grande quantidade, no alimento processado (mesmo que muitas vezes não seja percebido) - este vilão é genericamente chamado de açúcar. São os carboidratos refinados - sacaroseglicosefrutose ou mesmo amido, que se degrada nestes açúcares simples. O estudo sugere uma série de mecanismos biológicos pelos quais estes açúcares, já bem conhecidos como fatores de risco para doenças metabólicas, podem também ser diretamente responsáveis pelo desenvolvimento da hipertensão arterial.
A principal preocupação dos pesquisadores é que a indústria alimentícia, ao ser pressionada para reduzir a quantidade de sal nos alimentos processados, tem aumentado, como compensação, a quantidade de açúcar nestes alimentos. Desta forma, as campanhas de redução de sal não surtiriam efeito, ao contrário, potencialmente poderiam aumentar o risco de hipertensão.
Se sua pergunta agora é: - Como sei o que é alimento processado ou industrializado? A resposta é simples: é processado ou industrializado todo o alimento que vem em embalagem, em lata ou em vidro.
E, no que diz respeito a açúcares dos diferentes tipos, os refrigerantes e os sucos adoçados são os mais ameaçadores à sua saúde!
Autor: Equipe ABC da Saúde

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Exercício e depressão

Foto: FT fotografia (Arquivo) 

A atividade física regular traz benefícios incontestáveis à saúde. A maior parte destes benefícios já tem comprovação científica, como a redução de mortalidade por qualquer causa, a redução do risco cardiovascular e de acidente vascular cerebral, bem como a redução do risco de alguns tipos de câncer.
No entanto, o efeito do exercício sobre a depressão ainda não está completamente esclarecido, apesar de alguns estudos indicarem um benefício.
A principal questão envolvida na relação exercício - depressão é a associação bidirecional dos componentes, o que impõe limitações à interpretação da maior parte dos estudos. Indivíduos deprimidos têm menor probabilidade de praticar atividade física regular e isto produz um viés quando se associa frequência de atividade física com sintomas de depressão num período curto de tempo. Em geral, as associações apontam para uma relação positiva, ou seja, as pessoas que se exercitam mais têm menos depressão. Porém, pode-se interpretar isto também pelo outro lado da questão, que as pessoas que se exercitam mais o fazem porque têm menos depressão. A depressão pode desabilitar o indivíduo para a atividade física e, portanto, uma indicação de direção da associação fica muito menos clara.
Uma forma de superar, ou pelo menos diminuir, esta dificuldade metodológica é produzir estudos prospectivos onde um grande grupo de pessoas é acompanhado por um longo período de tempo.
Uma pesquisa deste tipo teve os seus resultados publicados no dia 15 de outubro na edição online da revista científica americana JAMA Psychiatry. Cerca de 11 mil pessoas nascidas em uma mesma semana do ano de 1958 na Grã Bretanha foram acompanhadas até o ano de 2008 quando completaram 50 anos. O grupo foi avaliado por quase três décadas, com exames específicos aos 23, 33, 42 e 50 anos. A depressão foi medida por uma escala de sintomas e a frequência de atividade física por meio de questionário.
Os resultados, após análise estatística, demonstraram que as pessoas que se exercitavam mais tiveram menos sintomas de depressão. O aumento de atividade física nas pessoas inativas de qualquer idade também foi associado a uma redução dos sintomas de depressão nos anos subsequentes.
Apesar do estudo não provar uma relação direta de causa e efeito, os achados sugerem que a atividade física pode diminuir os sintomas de depressão na população em geral. Além disso, o estudo sugere também que a depressão no início da vida adulta pode ser um empecilho para o indivíduo desenvolver uma atividade física regular.
Autor: Equipe ABC da Saúde

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Secretaria vai informar procedimentos preventivos, mas descarta ebola

Imagem meramente ilustrativa 


A Secretaria de Saúde de Caruaru agendou, para as 16h desta terça-feira uma coletiva de imprensa. O objetivo é informar sobre os procedimentos preventivos envolvendo um paciente atendido em uma policlínica do município, com sintomas inicialmente sugestivos de ebola, mas posteriormente descartados.

Foto divulgação prefeitura de Caruaru-PE


A entrevista será realizada no auditório da sede do órgão, na Rua General Estilac Leal, com a participação de representantes do gabinete do prefeito José Queiroz, da Secretaria Municipal de Saúde, do Governo do Estado e da Vigilância Sanitária, que prestarão informações técnicas relacionadas ao caso.
No início desta tarde, a Secretaria de Saúde de Caruaru divulgou uma nota oficial sobre a supeita de ebola no município. No documento, o órgão afirma que a hipótese mais provável, na verdade, é de malária, uma vez que o brasileiro veio da Guiné Equatorial, área não considerada de infestação do virus.
Depois de entrar em contato com o Governo do Estado, a secretaria municipal está encaminhando um exame do paciente para malária. No entanto, caso os testes descartem a doença, ele será submetido a novos exames para outros males, como ebola e chikungunya." Será feito um teste, ainda hoje, para definir o diagnóstico", diz a nota.
No documento, a pasta acrescenta que o procedimento está sendo orientado por infectologista especializado da Secretaria Estadual de Saúde e que não há qualquer motivo para pânico, uma vez que todas as providências técnicas e preventivas estariam sendo tomadas.
Apesar da Secretaria de Saúde de Caruau negar a suspeita inicial de ebola, os procedimentos seguem o protocolo internacional adotado em casos suspeitos do vírus, com a interdição da Policlínica do Vassoural, onde o paciente está internado com febre. De acordo com a pasta, a medida continua sendo tomada por precaução.Diário de Pernambuco
Confira a nota na íntegra:
A Secretaria de Saúde de Caruaru já entrou em contato com o Governo do Estado e está sendo encaminhado um exame do paciente brasileiro, procedente da Guiné Equatorial, que não é considerada área de infestação do virus ebola.
A hipótese mais provável é que o paciente está acometido de malária. Será feito um teste, ainda hoje, para definir o diagnóstico. O procedimento está sendo orientado por infectologista especializado da Secretaria Estadual de Saúde. 
Não há qualquer motivo para pânico. Todas as providências técnicas e preventivas estão sendo tomadas. Em breve, a Secretaria Municipal de Saúde voltará a informar ao povo de Caruaru e região.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Social news


Casamento com emoção e alegria 

Um casamento marcado por muitas emoções e alegria assim, foi realizada o cerimonial da jovem Kelly Ferreira. vivera e perpetuara seus laços matrimoniais; com Allyson Ferreira.

Como começou:

Em um discurso emocionante, para convidados e testemunhas presentes, Kelly Ferreira citou; como começou sua trajetória de namorada, até o seu desfecho final que seria em poucos meses depois, nos braços do então esposo Allyson Ferreira. Ela relatou que foi difícil o começo do namoro pois, os dois se conheceram no ambiente de trabalho, onde era proibido por normas da empresa; funcionários terem relacionamentos amorosos. Por sua vez Kelly e Allyson, começaram a si preocupar. Pois poderiam perder seus empregos. Então, foi ai os primeiros passos dados. Com muita coragem e determinação, Allyson conversou por alguns minutos com seu gerente e recebeu uma noticia que lhe deixou alegre. Que a empresa iria abrir uma exceção para ele e sua então namorada. Portanto, fez uma exigência; que prometessem; que não iriam misturar, o lado do profissional com suas relações amorosas. Allyson então ficou muito feliz.


Agora vejam alguns fotos do cerimonial

Momento da entrega das alianças/FT Daniel Barros 

Kelly colocando e deslizando a aliança no dedo de seu esposo Allyson 

Fazendo o juramento bíblico 

A sinando 

Primeiro beijo depois do cerimonial  

Suas Amigas e familiares almejando e tão esperado boque se chocado para elas 

Momento em que o buque foi chocado 

Momentos depois de seu boque se chocado

Momento em que estava discusando e falando das maravilhas de Deus em seu relacionamento

  
Amigas e familiares
Amigas e familiares  

sábado, 27 de setembro de 2014

Saúde:adoçante artificial pode alterar o metabolismo da glicose contribuindo para a obesidade e diabete

Imagem meramente ilustrativa 

O adoçante artificial tem sido amplamente utilizado tanto nas dietas para reduzir o peso como nas dietas de controle do diabete. Os chamados adoçantes artificiais não-calóricos estão entre os aditivos alimentares mais usados em todo o mundo e são considerados seguros e benéficos no tratamento de obesidade e diabete. A lógica de seu uso baseia-se no fato de conterem compostos que têm o mesmo gosto que o açúcar, porém sem as calorias. Dessa maneira, o indivíduo pode ingerir alimentos e bebidas com sabor doce sem se preocupar com o açúcar e seus efeitos sobre o peso ou diabete.
Em alguns países, porém, o uso de adoçantes artificiais tornou-se indiscriminado e começaram a surgir questionamentos na literatura médica sobre a sua verdadeira eficácia.
Em 17 de setembro passado foram publicados online resultados de uma pesquisa sobre este tema na revista Nature, uma das revistas científicas de maior impacto na atualidade. Os pesquisadores estudaram o efeito dos adoçantes artificiais em camundongos e em humanos.
Camundongos alimentados com adoçantes artificiais apresentaram maior concentração de açúcar no sangue do que aqueles que não receberam adoçantes.
No estudo com humanos foram avaliados vários parâmetros clínicos em um grupo de 381 indivíduos. Houve uma correlação positiva entre alterações metabólicas e consumo de adoçante. Aqueles com maior consumo de adoçantes apresentaram maior peso, maior circunferência abdominal, maior glicemia de jejum e maior percentagem de hemoglobina glicosilada, todos parâmetros indicativos de alterações metabólicas. É importante salientar que este tipo de estudo em humanos não tem a capacidade de comprovar que as alterações foram causadas pelo adoçante.
Baseado em um conceito recente de que o metabolismo da glicose e o desenvolvimento de obesidade e diabete estão associados ao tipo de flora intestinal, os pesquisadores testaram a hipótese de que os adoçantes artificiais poderiam alterar a flora intestinal. O mecanismo proposto é o de que certas bactérias reagem aos adoçantes artificiais secretando substâncias que produzem uma resposta inflamatória que produz mudanças na capacidade do organismo processar a glicose. Esta mesma resposta é observada quando muito açúcar é ingerido.
Para testar a hipótese da flora intestinal os pesquisadores administraram antibióticos nos camundongos que receberam adoçantes artificiais. O nível de açúcar no sangue voltou ao normal. Além disso, foi feito um transplante de bactérias do intestino de animais que receberam adoçante para animais que nunca tinham recebido adoçante. Houve um aumento da glicose no sangue destes animais que anteriormente eram saudáveis, indicando que a flora intestinal tem efetivamente uma participação na metabolização da glicose e que os adoçantes artificiais, assim como o açúcar em excesso, podem alterar esta flora.
O conjunto destes resultados abre perspectivas para novos estudos que possam esclarecer definitivamente a relação entre adoçantes e obesidade. Até isso acontecer parece prudente não exagerar no adoçante e no açúcar.
A criação do hábito de evitar alimentos adoçados, seja por açúcar ou adoçante artificial, pode trazer enormes benefícios à saúde. E, para matar a sede, nada de bebida doce ou refrigerante! Água é o melhor remédio.

  • Fonte-Nature doi:10.1038/nature13793 Publicado por ABC saúde 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Alguais razões para deixar o carro em casa


Além da irritação, perda de tempo, estresse, despesa pessoal com combustível, consumo das reservas energéticas globais, risco de acidentes e da insegurança, mais um fator pode ser acrescido à lista de desvantagens ao se utilizar o automóvel para ir e voltar ao trabalho.

sábado, 2 de agosto de 2014

Alimentos afrodisíados: veja quais são e apimente a relação

Descubra quais são os alimentos afrodisíacos que despertam o desejo sexual e confira um cardápio especial para conquistar o gato

                     


Reportagem:Caroline Sarmento 


Os alimentos afrodisíacos são conhecidos por darem uma apimentada na relação. E o assunto é sério mesmo.


Elestêm essa fama porque aumentam a vasodilatação e favorecem a irrigação em várias partes do corpo, inclusive naquelas onde há maior estímulo sexual.Entendeu, né?



Além desses efeitos, semelhantes ao de uma relação sexual, os alimentos afrodisíacos também conquistam pelo olfato e pelos hormônios, que ajudam ainda mais a estimular a libido. 

Mas se tá faltando fogo na relação, não pense que ele acenderá só por causa dos alimentos afrodisíacos. Nada é milagre e Luciana Granja, médica ortomolecular (SP) reforça: “A mente é a principal responsável pelo desejo sexual. Quando se acredita que um alimento pode dar vigor sexual, funciona. Por isso, é necessário estar bem, se aceitar e querer curtir este momento”.

Além da mente, outros fatores podem atrapalhar a libido feminina: “Remédios para emagrecer tomados de forma descontrolada podem diminuir o apetite sexual. A bebida alcoólica - que todos acreditam ser estimulante – traz o efeito contrário, assim como remédios controlados para algumas doenças específicas, mas tudo varia de acordo com o organismo”, explica a especialista.
Por isso, os alimentos afrodisíacos são para dar um plus na relação a dois, não solucionar um problema. "Se a pessoa tiver também doenças relacionadas à sexualidade ou mesmo estresse, deve procurar ajuda", recomenda Luciana.
Quem estiver de dieta, fique tranquila. A especialista garante que os alimentos afrodisíacos não são calóricos, mas nem por isso se deve exagerar. Portanto, prepare a listinha afrodisíaca e anote quais são os alimentos que podem ajudar a apimentar a relação:
Gengibre

gengibre é considerado um alimento afrodisíaco pela conquista olfativa. De acordo com Luciana, o alimento além de estimular os sentidos pelo aroma, também ativa o sistema circulatório e aumenta o desejo sexual.
Anis


“O anis tem compostos estrogênicos (hormônios femininos) que são conhecidos por induzirem o apetite sexual”, explica a especialista.


Mamão

Assim como o anis, o mamão também contém estrogênio a dá uma mãozinha no apetite sexual.  Por isso, mamão todo dia! Seu gato e o intestino agradecem!


Pimenta
 “A ingestão de pimenta gera reações fisiológicas no corpo como, por exemplo, transpiração, aumento da frequência cardíaca e da circulação sanguínea. Reações semelhantes ao do ato sexual”, explica Luciana. De acordo com a especialista, a pimenta contém capsaicina, substância responsável por esses efeitos. “Além disso, pimenta em excesso provoca a irritação dos órgãos genitais e da região urinária, isso causa a sensação semelhante à excitação sexual, completa a especialista.


Alho
É claro que não é preciso comer uma cabeça de alho, afinal não há hálito que aguente. Opte por colocá-lo no tempero da comida, mais sutilmente. “O alho é considerado um alimento afrodisíaco por tradição chinesa”, afirma a médica ortomolecular. O tempero também está presente nas tradições egípcias e gregas. O alho consegue aumentar a libido da mulher, pois como a pimenta, age na circulação melhorando o fluxo sanguíneo, além de agir nas sensações corpóreas, por dar ao corpo a sensação de estar aquecido, como a excitação sexual. 
Mel
“O mel é rico em vitaminas do complexo B (necessárias para a produção de testosterona) e em boro (substância que ajuda o organismo a metabolizar e usar o estrogênio)”, afirma a médica ortomolecular. 
Chocolate

“Estudos revelaram que o chocolate libera serotonina, substância química que causa bem-estar”, conta Luciana.serotonina é a mesma substância liberada pelo cérebro quando acontece as sensações de felicidade ou paixão. “Ou seja, o chocolate causa a mesma euforia que sentimos quando estamos amando”, conclui Luciana.


Morango, baunilha e canela

Como o gengibre, esse combo de delícias também provoca osdesejos sexuais pelos sentidos olfativos. “Talvez sejam considerados afrodisíacos pela tradição, já que morango com chantily é  uma combinação sexy e os aromas de baunilha e canela também! Eles estimulam os sentidos, aumentando o desejo sexual”, afirma Luciana

Manjericão

Além de melhorar a circulação sanguínea, o manjericão também aguça os sentidos sexuais pelo aroma. Acredita-se que o aroma do manjericão estimula os instintos masculinos, os deixando mais agitados. manjericão tem ação desintoxicante, reduz a febre e muco. Além de fazer um bem danado para a saúde, a erva melhora a circulação sanguínea.


*Dicas para fazer um cardápio afrodisíaco Aqui

Da redação do Corpo a Corpo (SP)
Reportagem: Caroline Sarmento