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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

FUP em greve neste domingo

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) inicia, neste domingo (6), greve por tempo indeterminado. Segundo a FUP, a paralisação deve atingir todas as unidades administrativas e operacionais da Petrobras, assim como as instalações da Transpetro, subsidiária da estatal. Hoje (4), a FUP e representantes sindicais reúnem-se para discutir a organização e a construção da greve.

De acordo com a FUP, o comunicado de greve já foi protocolado na sede da Petrobras. A decisão foi aprovada pela federação e seus sindicatos em assembleias realizadas entre os dias 7 e 23 de julho, período que antecedeu a paralisação de advertência de 24 horas, no dia 24 de julho, em todo o sistema Petrobras.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Nova CPI da Petrobras deve ficar a reboque de Janot

Nesta quinta-feira, foi instalada uma nova CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados. Já é a terceira comissão criada pelo Congresso para investigar a corrupção na estatal. Devemos esperar mais fumaça do que fogo.
Essa CPI deverá servir mais como um palco político para o embate entre o governo e a oposição. As investigações da Justiça Federal, do Ministério Público e da Polícia Federal estão mais avançadas.
A comissão ficará a reboque da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pretende anunciar até a semana que vem o nome dos deputados e senadores acusados na Lava Jato. Os parlamentares poderão responder a inquéritos ou processos no Supremo Tribunal Federal.
Outro tema do “SBT Brasil” foi o encontro entre Janot e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na quarta à noite. A reunião não foi divulgada e, quando foi descoberta, houve uma primeira versão de que eles teriam discutido um projeto de interesse do Ministério Público Federal. Ambos negaram ter falado da lista de deputados e senadores envolvidos na Lava Jato.
Depois, surgiu a versão de que o governo descobrira uma ameaça à segurança de Janot, o que surpreendeu o meio político. Por cautela, a segurança do procurador-geral da República foi reforçada.
Confira o comentário:


Informações: Isabela Horta
Blog do Kennedy Alencar 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Venina Velosa: "Pediram para omitir prejuízo de Abreu e Lima"

 
A ex-gerente da Área de Abastecimento da Petrobras, Venina Velosa, disse, em depoimento prestado ontem (6) à Justiça Federal em Curitiba, que recebeu um pedido para omitir de seus relatórios que a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, era um projeto que traria prejuízos financeiros para a estatal.

Venina foi responsável pelos estudos sobre a viabilidade técnica e financeira que antecederam a aprovação da execução, em 2012, pelo Conselho de Administração. A refinaria é uma das obra da estatal investigada na Operação Lava Jato.
Ao juiz federal Sérgio Moro, Venina disse que recebeu um e-mail de um secretário do Conselho de Administracão com um pedido para alterar a maneira de redigir os relatórios. Segundo a ex-gerente, a forma "não estava dando conforto para a diretoria aprovar o investimento".
No depoimento, a ex-gerente disse que não lembra o remetente da mensagem. Informou que não sabe se foi repassada diretamente ou  enviada por intermédio de um ex-assessor de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento, ao qual ela era subordinada.
Nos estudos técnicos, Venina relatava os valores que seriam investidos e retorno previsto. Ela disse ao juiz que os ex-diretores Paulo Roberto Costa e Renato Duque, ex-diretores de Abastecimento e de Serviços, respectivamente, sabiam que a refinaria teria retorno negativo de US$ 3 bilhões. Mesmo tendo sido alertados, ambos determinaram a execução do projeto, segundo ela. A execução foi aprovada em 2012 pelo Conselho de Administração, com investimento de US$ 17 bilhões.
"Continue a executar os projetos, as licitações, da forma pela qual nós estamos mandando. Aquelas [recomendações] que estavam sendo feitas para a melhoria da gestão e dos projetos serão acatadas, se fosse o caso" disse Venina, ao referir à reposta de Duque após o alerta.
No mês passado, em nota, a Petrobras informou que Paulo Roberto Costa foi responsável pela elevação dos custos da Refinaria Abreu e Lima. Uma comissão interna da estatal concluiu que Costa foi responsável por alterações no contratos e antecipação das atividades.
Informações: André Richter, da Agência Brasil 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Petrobras aumenta preço da gasolina em 3% e do diesel em 5%


A Petrobras anunciou aumento de 3% no preço da gasolina e de 5% no diesel nas refinarias. O aumento entra em vigor a partir da 0h de sexta-feira (07).
Nas bombas, diretamente para o consumidor, o reajuste pode ser outro.
A diretoria da estatal vinha pressionando o governo por um reajuste dos preços dos combustíveis. 

Em geral, a Petrobras compra combustíveis no exterior e revende-os no Brasil por um preço mais baixo, controlado pelo governo, sócio majoritário da empresa. O governo faz isso na tentativa de conter a inflação no país, mas essa diferença afeta as contas da estatal.
Apenas nas últimas semanas, com a forte queda no preço do petróleo no mercado internacional, a estatal passou a importar e vender o combustível sem prejuízo.
Ainda assim, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tinha dito que a gasolina poderia subir no Brasil. Nos últimos meses, o ministro afirmou repetidas vezes que um reajuste de preço deveria acontecer neste ano.

Último reajuste foi em novembro do ano passado

O último ajuste de preço dos combustíveis foi em 30 de novembro do ano passado, quando a Petrobras anunciou aumento médio de 4% na gasolina e de 8% no diesel, nas refinarias.
Na época, especialistas calcularam que a alta da gasolina ao consumidor final seria de cerca de 3%.

Metodologia para reajuste dos combustíveis foi proposta há um ano

Em outubro do ano passado, a Petrobras tinha pedido ao seu Conselho de Administração uma nova política de preços, que previa reajustes automáticos e periódicos de combustíveis, conforme a necessidade de alinhamento com os valores praticados no mercado internacional.
A fórmula desagradou a presidente Dilma Rousseff porque poderia aumentar a inflação e criar um mecanismo indesejável de indexação (aumentos automáticos sempre que uma determinada situação é atingida). A indexação foi um dos problemas para o país controlar a hiperinflação que existia até os anos 1990.
O Conselho da estatal, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aprovou a implementação de uma política de preços, mas não divulgou mais detalhes sobre essa nova proposta. Na época, a Petrobras divulgou aumento do preço da gasolina em 4% e do diesel em 8%. 
Analistas criticaram a decisão, dizendo que a falta de clareza sobre os critérios mantém incertezas para o mercado, em um momento em que a empresa enfrenta defasagem dos preços domésticos na comparação com os internacionais.
Dragão da inflação 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ex-diretor da Petrobras repete 18 vezes que não tinha nada a declarar


Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava-Jato da Polícia Federal, foi, nesta quarta-feira (17), à CPI composta por deputados e senadores.


Foto reprodução/TV globo


O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava-Jato da Polícia Federal, foi, nesta quarta-feira (17), à CPI composta por deputados e senadores. Mas repetiu, 18 vezes, que não tinha nada a declarar.
Paulo Roberto Costa saiu de Curitiba, onde está preso, em um avião da Polícia Federal, que chegou a Brasília no fim da manhã. O comboio com o ex-diretor da Petrobras foi direto para o Congresso Nacional. Na chegada, Paulo Roberto entrou rapidamente, cercado por agentes.
É a segunda vez que o ex-diretor vai ao Congresso. Em junho, ele foi ouvido na CPI exclusiva do Senado. Sem a oposição, que se retirou reclamando que não tinha autonomia para investigar. No depoimento, negou as acusações de corrupção envolvendo a Petrobras. Disse ainda que não se considerava um homem bomba: “Repudio veementemente que a Petrobras era uma casa de negócios, que existia organização criminosa dentro da Petrobras”, afirma Paulo Roberto Costa a reportagem do Jornal nacional.
Enviado por Luiz Henrique