O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta tarde de
quinta-feira (10) que o governo federal enviou novamente parte do corte de R$
428 milhões que faria no orçamento da Justiça Eleitoral, prometendo a liberação
de R$ 267 milhões que seriam contingenciados. Com isso, A Corte eleitoral
afirmou que realizada às eleições de 2016 com voto eletrônico.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Leonardo Quintão é o novo líder do PMDB
Fotos: Agência Brasil - PMDB/divulgação
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| Picciani tá de olho em Quintão. |
Na manha desta quarta-feira o documento com assinaturas para
a destituição do atual líder do PMDB, Leonardo Piccini (RJ), foi protocolado na
Câmara dos Deputados em Brasília. A bancada do PMDB possui 66 deputados, mas,
apenas 35 assinaram a destituição de Leonardo. No site da Câmara, o nome de
Quintão já aparece como líder da casa legislativa.
“Eu sou o novo líder. Vou ligar para ele (Picciani) para conversar. Vamos buscar a unidade da bancada”, disse Quintão.
As articulações para destituir Picciani contou com a
participação ativar do vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara
dos Deputados, Eduado Cunha (PMDB-RJ). O embate de Temer e Cunha, contra Picciani
foi após o deputado se pronunciar contra a carta de Temer.
Picciani tenta articular com outros deputados peemedebistas
a reversão desse processo, com a obtenção de assinatura em número maior para se
manter no cargo. Desde cedo, o líder estava reunido na liderança do partido com
deputados que o apoiam. Picciani deixou há pouco a Câmara, falando ao celular e
não quis falar com a imprensa para participar de uma reunião para discutir o
assunto.
Nos bastidores da Câmara, Picciani, com outros deputados
peemedebistas tentam reverte o processo de destituição de seu nome, com a
obtenção de assinatura em número maior para se mantiver no cargo. Segundo
fontes de Brasília, desde cedo o líder estava reunido na liderança do partido
com deputados que o apoiam.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Carta de Temer a Dilma incomoda líder do PMDB
Fotos: divulgação/PMDB - arquivo ON
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| Temer vice-presidente e Pcciani líder do PMDB. |
Henrique Alves - ON
Em carta do
vice-presidente, Michel Temer, encaminhada à presidência da republica Dilma
Rousseff, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
considera que o documento revela que o vice-presidente não tinha interesse no "fortalecimento da bancada".
Na carta, Temer relata
uma série de episódios que demostrariam, em suas palavras, a "absoluta desconfiança" que Dilma sempre
teve em relação a ele e ao PMDB.
Em um dos itens
elencados pelo vice-presidente, ele faz menção ao processo da reforma
ministerial realizada recentemente. No documento, o pemedebista afirma ter sido
‘ignorado’ nas tentativas e se queixa
de Dilma o ter substituído nas negociações pelo líder Picciani e Jorge
Picciani, pai do deputado, e nome forte na Câmara dos Deputados.
“A carta esclarece
muitos pontos. Vai ter uma repercussão forte dentro da bancada. Ficar claro que
o Michel Temer não queria o fortalecimento da bancada. Ele ficou incomodado.
Ele fala contra a presidente ter conversado comigo e ter indicado os dois
deputados ministros. E em todo momento não defende a posição da bancada, mas
dos seus aliados pessoais. Ele mesmo frisa que o Moreira Franco, o Eliseu
Padilha e Edinho Araújo eram pessoas dele”, afirmou Picciani.
Nas negociações feitas na reforma ministerial, o líder do
PMDB conseguiu emplacar os deputados Marcelo Castro (PMDB-PI), como ministro da
Saúde, e Celso Pansera (PMDB-RJ) como ministro da Ciência e Tecnologia. Na
reforma, o deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) perdeu o cargo da secretaria de
Portos para Helder Barbalho, filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA).
“Não fui eu quem fui procurar a presidente. Não fui eu que foi pedir nada.
Ela ofereceu e eu apenas cumpri o papel de líder transmitindo à bancada os
convites que foram feitos. E decidimos após consultar a maioria. Em momento
nenhum eu pedi que substituíssem os aliados dele por membros da bancada”, ressaltou
Picciani.
O líder do PMDB da Câmara também disse estranhar a queixa de
Temer, que na carta endereçada a Dilma, diz ter sido um "vice decorativo" no
primeiro mandato.
“Se ele se julgava um vice decorativo nos quatro primeiros anos, por que
ele depois conduziu o partido, mesmo rachado, a permanecer na aliança? Se ele
se sentia um vice decorativo por que continuar dessa forma (na chapa
presidencial do PT)?”, ponderou.
Picciani afirmou que tomou conhecimento do conteúdo
da carta apenas no final da noite de ontem após participar de jantar promovido
pelo líder do PMDB na Senado, Eunício Oliveira (CE). No encontro também
estiveram presentes os demais ministros do PMDB com exceção de Henrique Eduardo
Alves (Turismo), ligado a Temer. Alves não estava em Brasília.
Na reunião foi discutida a manobra da oposição e de uma ala
do PMDB ligada ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),
de lançar uma chapa concorrente para compor a Comissão Especial do impeachment.
O objetivo é contrapor a indicações de líderes partidários da base que defendem
nomes governistas para integrar o colegiado.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Wagner rebate Cunha: 'Sempre ameaçando para conquistar o que quer'
Henrique Alves - ON
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, rebateu o presidente
da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quinta-feira (03) e afirmou
que Eduardo não conseguiu conquistar. De acordo com ministro, Cunha “sempre
está ameaçado para conquista o que quer”
“Ele não conquistou
aquilo que ele alardeia que foi motivo de chantagem. Eu não sou obrigado a ser
verdadeiro com alguém que usa seu próprio poder para paralisar o País e
paralisar a vida do Congresso Nacional. Tanto que imediatamente depois, ele
disse que vai prorrogar a CPI. Sempre é a ferramenta da ameaça, que é a prática
do presidente da Casa. Sempre ameaçando para conquistar o que quer”.
Jaques disse estar “muito tranquilo” e reafirmou que quem foi
o presidente Eduardo Cunha. Wagner disse que o deputado, André Moura, não
esteve ontem com a presidente Dilma, e sim, com ele.
Ainda de acordo com o ministro, a estratégia do governo vai se
centraliza em mostra a realidade dos acontecimentos e desbanca Eduardo Cunha. "mostrar a realidade dos fatos e desmontar a
tese do impeachment sem causa", disse ele. Em seguida, Wagner
alfinetou Eduardo Cunha. “Nossa briga não
é com o Eduardo Cunha. O presidente Eduardo Cunha tem uma briga com o Conselho
de Ética, não é conosco”.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Governo Dilma confirma corte de R$ 10 bilhões
O decreto de
contingenciamento do governo esta previsto para ser publicado na próxima
segunda-feira. De acordo com a Secretaria de Comunicação, será mais de R$ 10
bilhões. O posicionamento do Tribunal de Contas da União, a não aprovação da
revisão da meta obrigara o governo a contingenciar as verbas discricionárias.
Na terça-feira, o Congresso Nacional irá submeter à votação o pedido de revisão
da meta fiscal para este ano.
"Na
segunda-feira o governo publicará decreto de contingenciamento de pouco mais de
R$ 10 bilhões. Pelo mais recente posicionamento do Tribunal de Conta da União a
não aprovação da revisão da meta obriga o governo a contingenciar as verbas
discricionárias", explicou o Planalto.
O corte de
10 bilhões que será aplicado pelo governo nesta segunda, antecipa ao ministro
da Fazenda, Joaquim Levy, vai paralisar a máquina federal enquanto a nova meta
fiscal for aprovada pelo congresso.
O governo
não vai liberar um centavo para pagamento de investimentos públicos, para
custeio da máquina com serviços de telefone, água e luz, além de passagens
áreas, diárias e com fiscalização feitas por servidores diversos, como da área
ambiental.
A
expectativa do governo Dilma Rousseff é que a nova meta seja aprovada pelos
parlamentares em sessão no Congresso ainda na semana que vem, o que permitiria
a liberação imediata do contingenciamento.
Se não ocorre, a paralização vai prolongar.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Presidente Dilma convoca reunião com novos ministros
A presidente Dilma Rousseff se reunirá nesta quinta-feira,
com os 31 ministros de sua equipe, esta será sua primeira reunião com ministérios
após a reforma administrativa anunciada na última semana.
A presidente deverá acerta as novas configurações do governo,
depois de oito ministérios remanejados de titulares de algumas pastas do governo.
Já dez ministros tomaram posse de ministérios segunda-feira (12). As mudanças
das reformas administrativas visam corta cargos comissionados.
Ainda segundo a presidente, além da redução de custos que
melhora a gestão a reforma ira garantir a unidade do governo de coalizão. Dilma
ainda disse que o objetivo é torna a divisão de forças mais “equilibrada”,
construindo um ambiente de “coesão parlamentar”
Congresso
Na participação da pauta desta quinta-feira, devera está o
novo adiamento da análise de vetos presidências, pelo Congresso Nacional, o
projeto que aumenta despesas e a rejeição das contas do governo, em 2014 pelo Tribunal
de Contas da União (TCU), recomendando nessa quarta-feira por unanimidade. O
parecer será submetido à deliberação do Congresso Nacional e o governo
precisará evitar uma possível derrota.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Dilma dá posse a 10 ministros na tarde desta segunda
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| Foto - arquivo ON, agência Brasil. |
Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff dará posse nesta segunda-feira (5) aos dez
novos ministros anunciados na última sexta (2). A cerimônia, que ocorrerá no
Palácio do Planalto, está prevista para ter início às 15h.
Dilma anunciou, na última semana, o corte de 8 das 39 pastas por meio
de fusão e eliminação de ministérios, medidas de enxugamento da máquina administrativa
e redução em 10% do próprio salário, do vice e dos ministros (de R$ 30.934,70
para R$ 27.841,23). No total, nove partidos controlam 23 ministérios – nos
casos dos outros oito, os ministros não têm filiação partidária.
Confira os nomes dos dez ministros que tomarão posse nesta segunda:
- Casa Civil: Jaques Wagner (PT)
- Ciência e Tecnologia: Celso Pansera (PMDB)
- Comunicações: André Figueiredo (PDT)
- Defesa: Aldo Rebelo (PCdoB)
- Educação: Aloizio Mercadante (PT)
- Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos: Nilma Lino Gomes (sem
partido)
- Portos: Helder Barbalho (PMDB)
- Saúde: Marcelo Castro (PMDB)
- Secretaria de Governo: Ricardo Berzoini (PT)
- Trabalho e Previdência: Miguel Rossetto (PT)
Mesmo com a redução do número de pastas, o PMDB aumentou a participação
no ministério (de seis para sete). O partido com mais ministérios continua
sendo o PT (nove). Ficaram com um ministério PTB, PR, PSD, PDT, PCdoB, PRB e
PP. Oito ministros não são filiados a partidos.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Direto de Brasília
Eduardo Cunha analisa pedidos de impeachment durante todo dia de hoje
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| Foto\arquivo - ON |
O presidente da Câmara
dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou que, ao longo testa quinta-feira, vai
continuar apreciando pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
O mesmo acredita que concluirá esse trabalho entre 10 e 15 dias.
Eduardo Cunha negou que
tenha impedido a realização da sessão do Congresso Nacional na quarta-feira
(30) ao convocar sessões extraordinárias ao longo do dia. As seções do congresso são realizadas no
mesmo espaço da Câmara dos Deputados.
“Não queremos obstruir
a apreciação de qualquer tipo de veto. Eu defendi a manutenção dos vetos”,
ressaltou.
Cunha afirmou que
cumpriu a decisão tomada pela maioria dos lideres e ressaltou que a polêmica
acerca dos vetos da Reforma Política envolve não apenas o financiamento de
empresa, mas o voto impresso, que teve mais abrangência na Casa e divide
parlamentares que defendem o financiamento público de campanhas. O presidente da
Câmara dos Deputados ainda afirmou que “vai até facilitar” a realização da
próxima sessão do Congresso do Planalto para próxima semana.
Na opinião de Eduardo
Cunha, a “desaposentação” representou uma grande derrota para o governo, e as
reformas ministeriais não devem resolver a falta de união da base aliada ao
Executivo.
“Ontem eu até ajudei bastante o governo.
Esperei 45m na segunda votação, o que não é usual numa matéria como aquela, e
mesmo assim o governo perdeu 15 votos, observou o pmdbista.
O mesmo a firmou que
defende a saída do PMDB do governo. O presidente da Câmara, que iria à Itália
não vai mais, porque vai comparecer segundo informações ao casamento do senador
Romero Jucá (PMDB-BR)
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Oposição no Senado vai garantir a manutenção de vetos com impacto fiscal
Por Gerson Camarotti
Senadores de oposição bateram martelo e devem manter os vetos
presidenciais relativos aos temas que causam impacto fiscal, como o texto que
reajusta o salário dos servidores do Judiciário em até 78%.
Com isso o governo terá tranquilidade caso a Câmara dos
Deputados derrube algum veto, já que, com o apoio da oposição haverá votos
suficientes para o Senado impedir itens da pauta-bomba.
A estratégia da oposição teve o apoio do presidente do PSDB,
senador Aécio Neves. Os senadores avaliaram que, diante da grave crise
econômica, não dava para aprofundar o déficit fiscal.
A definição do Senado deverá fazer perder força o movimento
na Câmara para derubar o veto que reajusta o salário do Judiciário.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Eduardo Cunha ditar ritmo de impeachment
A avaliação dos pedidos de afastamento da presidenta Dilma
Rousseff pala Câmara dos Deputados tende a se arrastar por períodos incalculáveis,
prolongando a crise política. Além do rito regimental da Câmara, que exige, no
mínimo, 15 sessões para procedimentos do processo de impeachment. O ritmo dos procedimentos caberá ao
presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que ditar os prazos de tramitação desses
requerimentos.
Nesta quarta-feira (23) Cunha afirmou que iniciará o processo
para análise dos 13 pedidos de impeachment que aguardam parece da Câmara a
parti da semana que vem. No entanto, não há fixação de limite de prazos para
que o presidente da Câmara acate ou não os pedidos. A decisão do impeachment
será unicamente dele.
"Tive reuniões com a consultoria. Eles me trouxeram um esboço. Debatemos, eu critiquei e ficaram de corrigir. Minha ideia é ter tudo concluído até amanhã. Como é uma coisa muito grande e complexa, é melhor distribuir cópia antes e ler na quinta", disse Cunha.
Confiram o áudio da entrevista
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Planalto em alerta com movimento para barrar a CPMF na CCJ
Por Gerson Camarotti
O governo já foi avisado que a CPMF tem sério risco de ser barrada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Isso porque cresce o movimento entre os parlamentares ou de segurar a tramitaçaão na CCJ ou mesmo de rejeitar a admissibilidade.
O governo já foi avisado que a CPMF tem sério risco de ser barrada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Isso porque cresce o movimento entre os parlamentares ou de segurar a tramitaçaão na CCJ ou mesmo de rejeitar a admissibilidade.
Parlamentares de partidos da base e de oposição analisam qual é a melhor estratégia para enterrar a CPMF. O próprio presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chegou a alertar a presidente Dilma Rousseff em conversa telefônica na segunda-feira que mesmo a Desvinculação das Receitas da União (DRU), algo bem mais simples, está parada há meses, sem tramitar na Casa.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Direto de Brasília
Dilma diz que anúncio de corte de ministérios ocorrerá até semana que vem
A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que seu governo apresentará até quarta-feira da semana que vem a reforma administrativa, que incluirá fusões de ministérios e eliminação de cargos comissionados. "Vou fazer fusões de ministérios. Não só ministérios, mas também órgãos do governo", disse ela.
Pressionada pelos jornalistas a antecipar informações, a presidente ironizou: "Se eu te der um exemplo, acaba toda a graça até quarta-feira." As mudanças, segundo ela, servirão para "enxugar e cortar a máquina pública".
Confiram o áudio da entrevista:
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Bolsonaro e Cristina Brasil no movimento por impeachment
De Brasília André Gonçalves do gazeta do povo.
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| Crédito imagem: Janine Moraes/Agência Câmara |
Dentre os cerca de 50 parlamentares que participaram do movimento parlamentar a favor do impeachment hoje pela manhã, na Câmara, dois chamaram mais atenção. O primeiro foi o polêmico Jair Bolsonaro (PP-RJ), que apesar de ser filiado a um partido da base aliada, é um dos mais críticos a Dilma.
A segunda foi Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do ex-deputado e pivô do escândalo do mensalão, Roberto Jefferson. Cristiane ficou famosa nos últimos dias por propor um novo “dress code” para quem frequenta a Câmara, restringindo decotes e saias justas.
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| Crédito da imagem: divulgação |
“Não queremos uma troca de poder, queremos devolver aos brasileiros a esperança de um futuro melhor”, discursou Cristiane no evento. O partido que ela preside recentemente “rompeu” com o governo, mas não abriu mão do Ministério do Desenvolvimento Econômico e Comércio Exterior.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Desfile da Independência é marcado por vaias e "Pixulecos"
Do Correio Brasiliense
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| Crédito da imagem: Rosana Hessel/CB/D.A Press. |
As comemorações do Dia da
Independência, na manhã desta segunda-feira (07/09), na Esplanada dos Ministérios, foram marcadas por arquibancadas
lotadas, o tradicional desfile em carro aberto e por protestos. Cerca de 25 mil
pessoas marcavam presença no evento, por volta das 10h30, segundo informações
da Polícia Militar.
Em meio ao tenso cenário
político, com teorias que colocam o vice-presidente da República, Michel Tëmer,
como conspirador do mandato de Dilma Rousseff, movimentos pró-impeachment se
uniram para inflar balões, estender faixas de protesto e até queimar pneus para
fazer barricadas, com o objetivo de chamar atenção e atrapalhar o transcorrer
do desfile. Enquanto isso, os dois sorriam ao lado um do outro, na arquibancada
de autoridades.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Direto de Brasília
Lei Orçamentária que será entregue ao Congresso trará
previsão de déficit
Por Gerson Camarotti
Matéria publicada em seu blog.
Matéria publicada em seu blog.
O governo decidiu apresentar ao Congresso Nacional uma proposta de Lei Orçamentaria com previsão de déficit em 2016. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi comunicado pessoalmente da decisão no início da noite deste domingo (30) pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.
Na conversa, Renan ouviu que a equipe econômica optou por dar realismo e transparência aos números do orçamento. O Planalto avalia que mandar um orçamento com a inclusão da CPMF explicitaria a percepção no mercado de que o governo incluiu uma receita incerta. Isto porque seria muito difícil de ser aprovado pelos parlamentares. Dessa forma, a interpretação do mercado seria, na prática, um orçamento com déficit, o que tiraria credibilidade das contas do governo.
A peça orçamentária deve explicitar números realistas que indicam aumento de despesas e diminuição de arrecadação. A proposta deve usar parâmetros de mercado para indicar números semelhantes em relação à queda do PIB e o índice da inflação. Além da opção pelo realismo e pela transparência, a peça deve focar ações estruturais na área fiscal a longo prazo.
O governo deve apresentar, até o fim do ano, uma proposta de reforma estrutural no seu gasto. A reforma deve incluir as áreas de saúde e previdência. A ideia é discutir com a sociedade o déficit da previdência e também despesas e fontes para o financiamento da saúde. É dentro deste contexto que pode ser recolocado em debate a CPMF.
O governo esperava, inicialmente, arrecadar cerca R$ 80 bilhões com a recriação da CPMF para o ano de 2016.
Ao longo do dia de hoje, os ministros da junta orçamentária - Nelson Barbosa, Joaquim Levy (Fazenda) e Aloizio Mercadante (Casa Civil) - falaram por telefone e fizeram também consultas com a presidente Dilma Rousseff. Ficou definido que o número do déficit que será previsto só seria fechado na noite deste domingo. O martelo só será batido depois de uma avaliação final dos três ministros com a presidente.
Na peça orçamentária também serão incluidos limites descricionários para todos os ministérios. O valor para 2016 será semelhante ao percentual do PIB já praticado neste ano. Na prática, será um corte.
A decisão do governo foi bem recebida pelos aliados. "A melhor sinalização para os mercados é jogar transparência e verdade até porque ninguém engana o mercado. Se tivessem enviado uma peça orçamentária com a CPMF, o governo ficaria desacreditado porque o imposto não seria aprovado", disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator do Orçamento de 2015.
Jucá também defende ações estruturantes de mercado mas concorda com a previsão de déficit primário definido pela equipe econômica. Ele reconhece que isso causa algum risco, até mesmo o rebaixamento do Brasil pelas agências de classificação de risco mas disse que é melhor que a equipe atual trabalhe em cima da credibilidade.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Criminosa
Barbie usa Instagram para enganar homens; golpes chegam a R$ 300 mil
Modelo fotográfica de 25 anos enganou moradores do Distrito Federal, de Goiás, de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Por Renato Alves - Correio Brasiliense
Policiais goianos prenderam uma modelo fotográfica, conhecida como Barbie, acusada de aplicar golpes por meio do Instagram. Segundo as investigações, ela aplicou golpes em moradores do Distrito Federal, de Goiás, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Bruna Cristine Menezes de Castro, 25 anos, foi presa, nesta terça-feira (11/8), em Goiânia.
Ela usava perfis nas redes sociais de venda de produtos importados usando conta-corrente de outras pessoas para depósito e não entregava as mercadorias. Titular da Delegacia Estadual de Defesa do Consumidor (Decon), o delegado Eduardo Prado estima que apenas em Goiânia ela tenha causado um prejuízo estimado em R$ 300 mil às vítimas.
Ela usava perfis nas redes sociais de venda de produtos importados usando conta-corrente de outras pessoas para depósito e não entregava as mercadorias. Titular da Delegacia Estadual de Defesa do Consumidor (Decon), o delegado Eduardo Prado estima que apenas em Goiânia ela tenha causado um prejuízo estimado em R$ 300 mil às vítimas.
De acordo com a investigação, Bruna criava perfis com nomes falsos nas redes sociais para vender produtos como telefones celulares, itens de maquiagem e perfumes importados. “Em alguns perfis ela dizia que era Maria. Ela ia cancelando as contas e criando outros perfis”, contou o delegado.
Ação fora do país
Vinte moradores de Goiânia procuraram a delegacia, desde abril deste ano, para denunciar a jovem, com um prejuízo de cerca de R$ 50 mil. A polícia investiga a possibilidade de a modelo ter aplicado golpes há cerca de cinco anos. "Acreditamos que ela tenha vítimas até fora do país", disse o delegado.
Para Eduardo Prado, Bruna Cristine tem transtorno de personalidade. Ele conta que Barbie se envolve com homens casados e depois finge ter câncer para tirar dinheiro deles. "De um homem do Rio de Janeiro, ela conseguiu arrancar R$ 15 mil", citou. A outro homem, a modelo enviou uma fotografia deitada em uma maca, com a boca sangrando. Ela teria cortado a língua com uma lâmina de barbear.
O advogado de Bruna, Flávio Cavalcante, afirmou que sua cliente confesse partes das acusações. No entanto, ele não diz quais e agrante que a jovem vai contribuir com as investigações.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Direto de Brasília
Para Planalto, Cunha vai direcionar trabalhos de novas CPIs
Por Gerson Camarotti - G1
No Palácio do Planalto, há preocupação com a estratégia montada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de criar quatro novas CPIs em conjunto com a oposição. Para assessores diretos da presidente Dilma Rousseff, a exclusão do PT do comando das novas comissões de inquérito é um sinal claro de que haverá direcionamento na condução dos trabalhos.
O governo teme a repetição do modelo da CPI da Petrobras, na qual os alvos passaram a ser, exclusivamente, o PT e o Planalto, segundo avaliação de assessores palacianos feita ao Blog.
Para o Executivo, a CPI da Petrobras foi montada para blindar o PMDB e o próprio Eduardo Cunha. Na visão do Planalto, esse padrão deve se repetir nas CPIs do BNDES, dos Fundos de Pensão e na dos crimes cibernéticos, criadas no apagar das luzes do primeiro semestre.
A avaliação inicial do governo é de que Cunha iria ter mais cuidado na criação dessas CPIs, já que empresas próximas ao peemedebista, como a JBS, receberam empréstimos do BNDES.
"Agora, fica claro que, com essa blindagem, o único foco será o governo", disse ao Blog um ministro petista
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Direto de Brasília
‘Eu não vou cair. Isso é moleza, é luta política', afirma
Dilma a jornal
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| Créditos da imagem: Jornal o Globo (Arquivo). |
Presidente disse que não pretende deixar cargo por manobra “um tanto golpista” da oposição
Por O globo
Depois de fazer ontem uma série de reuniões para tentar conter o agravamento da crise política, a presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" que não pretende deixar o cargo por manobra que considera um “tanto golpista” da oposição. Dilma diz que não vai cair e que isso é “moleza”.
“Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política”, disse a presidente . “Vão provar que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido”.
Segundo a presidente, as doações recebidas por sua campanha foram regulares e não há motivos que levem a seu afastamento. Essas contribuições, segundo delatores que colaboram na investigação da Operação Lava-Jato, eram uma forma de disfarçar o pagamento de propinas. Na entrevista, Dilma repete inclusive que não respeita delatores, mesmo quando questionada se isso seria útil para elucidar um caso de corrupção.
Dilma disse que não há base para um pedido de impeachment e que não teme essa possibilidade.
“Não tem base para eu cair, e venha tentar. Se tem uma coisa que não tenho medo é disso”, afirmou.
A presidente afirma também que não tem culpa no cartório, "nem do ponto de vista moral, nem do ponto de vista político". Do contrário, afirma, se "sentiria muito mal". Nega qualquer relação com escândalo investigado na Lava-Jato, que apura principalmente corrupção envolvendo contratos da Petrobras. Segundo ela, "foi cem mil vezes pior" ser presa e torturada durante a ditadura militar do que o momento pelo qual passa hoje. Assim, não há possibilidade de renúncia nem de suicídio, boato que chegou a circular nas redes sociais recentemente.
Dilma foi questionada ainda sobre as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu padrinho político. Conforme mostrou o GLOBO em junho, Lula disse em reunião fechada com religiosos que ele próprio, o PT e Dilma estavam no volume morto. Na entrevista, Dilma diz que não se sente no volume morto, que o ex-presidente tem o direito de falar o que quiser e que não faria críticas a ele.
PRESIDENTE CRITICA OPERAÇÃO LAVA-JATO
A Operação Lava-Jato e o juiz federal Sérgio Moro, que conduz o processo, foram criticados por Dilma. Ela não chega a citar o nome de Moro, mas diz achar estranho a forma como estão sendo feitas as prisões preventivas e prega o respeito ao direito de defesa para não comprometer o Estado democrático de direito. Questionada sobre a prisão dos presidentes das duas maiores empreiteiras do Brasil - Odebrecht e Andrade Gutierrez -, ela criticou os fundamentos da decisão de Moro.
O juiz alegou que eles deveriam ser presos porque poderiam repetir os crimes dos quais são acusados no plano de concessões do governo federal, orçado em R$ 198,4 bilhões. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já tinha criticado esse ponto da decisão, dizendo que não há nada que impeça a participação dessas empresas. Agora, a crítica partiu da própria Dilma. Ela disse não gostar desse trecho do despacho de Moro. Afinal, lembrou a presidente, o programa não tem sequer licitação ainda.
Questionado sobre o PMDB, principal legenda da base aliada, com a qual tem uma relação difícil, Dilma diz que o partido é ótimo. Ela nega que seja o PMDB que queira tirá-la do poder e diz que as derrotas sofridas no Congresso pelo governo ainda podem ser revertidas.
Dilma, que costuma chamar os interlocutores de querido ou querida quando está irritada, usou essa palavra pelo menos três vezes na entrevista, conforme é possível ver na transcrição feita pelo jornal.
AJUSTE FISCAL SERÁ AMPLIADO
A presidente afirmou que o governo prepara novas medidas para ampliar o ajuste fiscal, embora sem dizer exatamente que ações serão essas. Segundo ela, o projeto da redução da desoneração da folha de pagamento não deve gerar resultados significativos este ano, com uma economia de até R$ 2 bilhões na melhor das hipóteses. Assim, é preciso cobrir esse buraco.
Dilma disse também que nunca imaginou que o país teria uma retração acima de 1% este ano. Questionada sobre quanto seria exatamente a retração, ela disse que "vai fazer o diabo" para que seja a menor possível. Sobre o momento em que a economia vai se recuperar, Dilma afirmou que a previsão mais conservadora possível é em 2016, e a mais otimista é no fim deste ano.
Ela admitiu que o ajuste "gera um pouco de desemprego". Ainda assim, defendeu as medidas que está tomando, dizendo que não cortou salários - medida que chegou a ser adotada, por exemplo, na Grécia. Ela chamou de ruim o aumento dos servidores do Judiciário, aprovado pelo Congresso. Segundo a presidente, o país não suporta um reajuste de 70% (o texto prevê um reajuste médio de 56%), nem que "a gente faça mágica". Assim, argumenta a presidente, é preciso tomar medidas explícitas contra isso.
A presidente negou que seja bom ter um pouco de inflação, mas afirmou que é preciso ter cuidado para que as medidas anti-inflacionárias não levem justamente ao inverso: a deflação. Inspirada em uma frase do economista Mário Henrique Simonsen, ela disse que "a inflação aleija para todo sempre, mas a deflação mata para todo sempre".
PRESIDENTE COMENTOU ‘PEDALADAS FISCAIS’
Na entrevista, Dilma também defendeu as chamadas “pedaladas fiscais” - o adiamento de repasses para bancos públicos para tentar melhorar artificialmente as contas do governo -, afirmando que elas eram adotadas antes dos governos petistas. As pedaladas são investigadas no Tribunal de Contas da União (TCU) e podem levar inclusive à rejeição das contas de Dilma.
Ela diz não temer que o caso seja usado pela oposição para abrir um processo de impeachment. Dilma acha que vão tentar isso, mas que é necessário ter provas. Sobre a resposta que dará ao TCU sobre, a presidente afirma que será "uma resposta circunstanciada, item a item". Segundo ela, o julgamento do TCU não pode ser político, mas baseado em provas objetivas.
Dilma também reconheceu que cometeu erros enquanto presidente e disse não tem "o menor compromisso em não mudar".
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Direto de Basília
Dilma defende medidas alternativas para maioridade penal
Filipe Matoso e Alexandro Martello.
Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff voltou, nesta quarta-feira (17), a se posicionar contra a redução da maioridade penal. Em evento no Palácio do Planalto, a presidente defendeu medidas alternativas, em vez de "aprofundar a exclusão" com a "simples redução" da maioridade.
Uma das medidas citadas pela presidente é uma pena maior para o adulto que envolver crianças em crimes, além da alteração da penalidade prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para crimes hediondos.
A comissão especial da Câmara que discute a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de reúne na tarde desta quarta e há previsão de que os integrantes do colegiado votem o relatório. Na semana passada, houve confusão na sessão em que tentaram votar o parecer.
"Em tempos em que o debate sobre nossa juventude está colocado, em tempos onde se propõe a redução da maioridade penal, em vez de a gente aprofundar a exclusão com algumas ações que se mostraram nas sociedades desenvolvidas pouco eficietnes, com a pura e simples redução, nós preferimos trabalhar alterando de fato a legislação, atribuindo penalidades para o adulto que envolver crianças em atos da sua quadrilha, ou mesmo alterando o ECA apenas e tipificando o que aconteceria com situações em que se pratica os chamados crimes hediondos", disse a presidente.
Dilma participou do evento de celebração da marca de 5 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs), que ocorreu no Palácio do Planalto.
Logo após defender medidas alternativas à "simples redução" da maioridade, Dilma afirmou que o programa Pronatec Jovem Aprendiz "oferece caminho da prevenção" e cria um passaporte para os jovens "não rumo ao mundo carcerário, mas em direção ao mundo da educação, do trabalho e das oportunidades".
Em 2014, o governo anunciou o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa, que busca incentivar a inserção do jovem no mercado. São aceitos os adolescentes acima dos 15 anos e há preferência para os que vivem em situação de vulnerabilidade e os matriculados em escolas da rede pública.
Maioridade
O debate em torno da redução da maioridade penal ficou mais intenso no país depois de a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara ter aprovado, no fim de março, a admissibilidade do projeto que prevê aos infratores de 16 e 17 anos as mesmas punições que podem ser aplicadas aos maiores de 18.
Agora, além da comissão especial da Câmara que estuda a proposta de redução da maioridade, há outros projetos sobre o tema tramitam no Congresso. Um deles, que tem apoio do governo, do senador José Serra (PSDB-SP), não diminui a maioridade, mas prevê detenção maior a jovens infratores, dependendo do crime. Hoje, o tempo máximo é de 3 anos.
Bicicleta
Durante o evento, que reforça a agenda positiva do governo federal, a presidente Dilma Rousseff brincou com o público e fez referência à bicicleta que tem usado para se exercitar nas redondezas do Palácio da Alvorada, em Brasília.
"São quatro sonhos muito importantes que sempre se articulam: a casa própria, o negócio próprio, o diploma e o carro, moto e eu, modestamente, da bicicleta. Cada um tem seu sonho", disse.
Outras ações da agenda positiva já divulgadas pelo Planalto foram o plano do concessões e o plano agrícola. O Executivo ainda prevê a promoção dos planos Safra e de exportação, além do lançamento do Minha Casa Minha Vida 3.
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