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Mostrando postagens com marcador Redes sociais pode afetar relacionamentos estáveis. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Relacionamento:

O lado bom do relacionamento à distancia

Acredita que uma relação à distância pode dar certo?

De acordo com um estudo feito em Hong Kong, a distância melhora a qualidade dos relacionamentos. Brigas, ciúmes e a cobrança pela falta de atenção são visivelmente reduzidas quando, devido a distância, os casais se encontram de 7 em 7 dias ou de 15 em 15 dias.
Foram avaliados 63 casais que estão juntos em média há 2 anos. Cada um deles recebeu um questionário que responderam diariamente por 7 dias. Ali, expressavam como se sentiram na relação, quantas vezes falavam com o(a) parceiro(a) e se esse contato foi pessoalmente, via telefone, e-mail, chat ou mensagem de celular.
Os casais que namoram à distância se mostraram mais íntimos e próximos que os casais que estão mais juntos. Além disso, são mais cúmplices, se sentem mais seguros para compartilhar problemas, sentimentos, segredos e sensações. Alguns casais chegam a passar 17 meses sem o contato pessoal, e mesmo assim se mostram mais felizes que os outros casais.
Até onde a cultura e os costumes ficam a frente do amor? “Nossa cultura, particularmente a cultura americana, prioriza o momento fisicamente junto e o contato cara a cara para relacionamentos sérios. Os namoros à distância claramente vão contra esses valores”, afirma Crystal Jiang, um dos pesquisadores. O que ele não soube responder é o que faz com que o relacionamento dentro dos “padrões culturais”, na mesma cidade, no mesmo bairro, com a possibilidade de visita assim que a saudade aperta, não funcionam tão bem como o outro.

Mulher apimentada 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Redes nada sociáveis

As mídias sociais da internet ainda vivem sob o clima de guerra que se instalou com as eleições e provocou inimizades entre os usuários

Por Cesar Soto

Danusa Maroto, uma analista de planejamento de 29 anos moradora de Santo André, a cidade que representa o A do ABC Paulista, por pouco não encerra uma amizade familiar por conta das eleições deste ano. Filha de nordestinos, Danusa ficou revoltada quando viu a namorada de seu irmão, a atriz Caroline Santos, 20 anos, postar comentários ofensivos no Facebook atribuindo a reeleição da presidenta Dilma Rousseff aos brasileiros da região Nordeste. “Eu lembrei que a sogra dela era uma nordestina, mas ela estava tão inflamada pelo resultado que piorou o discurso. Não tive dúvida, fiz o bloqueio na hora, para não agravar as coisas”, diz, que viu o irmão ter de entrar no meio da discussão para não deixar que a briga escalasse para níveis irreparáveis entre as cunhadas.



Danusa e Aline, felizmente, acertaram os ponteiros depois de trocas de mensagens pelo celular, em que a futura cunhada pedia desculpas pelos comentários desmedidos na rede. Casos de rupturas temporárias em amizades próximas e antigas como a das duas foram rotina nestas eleições, em especial na polarização que tomou conta do País no segundo turno. De uma hora para outra o Brasil foi dividido em “coxinhas” e “petralhas”, que passaram a guerrear nas redes sociais como se inimigos étnicos milenares fossem.
Os embates, algumas vezes repletos de golpes baixos, foram reflexo – e também razão – da maneira como os principais candidatos à Presidência da República utilizaram o Facebook, o Twitter, o WhatsApp e o Instragram ao longo da corrida pelo Planalto. Nunca na história das eleições brasileiras a disputa por votos foi tão intensa e tão importante na internet como em 2014. Prova disso são os números divulgados pelo Facebook logo após o fim do segundo turno. De acordo com a maior rede social do planeta, o tema eleições foi mencionado 647 milhões de vezes durante a campanha no País. “Foi o maior acontecimento já mensurado pelo Facebook no mundo”, afirma Bruno Magrani, diretor de relações institucionais da companhia americana no Brasil. Nem mesmo as eleições na Índia, país com mais de 1 bilhão de habitantes, ou a reeleição de Barack Obama, em 2012, movimentaram o Facebook com tamanha intensidade.
Por pouco Aline (esq.) e Danusa não rompem uma amizade de mais
de dois anos por conta de comentários postados no Facebook
sobre a campanha presidencial

Não à toa. Jamil Marques, professor da Universidade Federal do Ceará e um dos organizadores do livro “Do Clique à Urna: Internet, Redes Sociais e Eleições no Brasil” (Edufba, 2013), acredita que as redes sociais tiveram um peso importante na definição dos vencedores no pleito de 2014. “Os partidos querem que o eleitor se engaje na militância, influenciando de forma indireta os indecisos”, diz ele. Hoje só o Facebook tem quase 90 milhões de usuários no Brasil, sendo 68 milhões com acesso via telefones celulares. “Quanto mais acirrada a disputa, maior será o uso de táticas negativas para desconstruir o adversário”, avalia.
Tanto o comitê do PSDB quanto o do PT informam, apenas por nota, que estimulam as pessoas a seguir os princípios da campanha limpa. Mas a internet é livre, defendem-se os comitês, alegando não ter controle sobre o que os correligionários postam. Não é, no entanto, o que mostra uma pesquisa feita pela consultoria Conversion. As publicações de propostas foram minorias nas páginas oficiais dos candidatos no Facebook, segundo a consultoria. No conteúdo publicado pelo tucano Aécio Neves, 72% eram constituídos de autopromoção, 10% de ataques à adversária e 18% de propostas. Dilma, que publicou o dobro de vezes que Aécio, tem número ainda menor: apenas 12% de propostas, com 26% de ataques e 62% de autopromoção. De acordo com o estudo, publicações propositivas têm 40% menos engajamento do público que as demais.

Dados numéricos

O comportamento dos candidatos, é claro, encontra eco entre os eleitores. “Nas redes, acontece uma bola de neve. A quantidade elevada de discussões eleitorais cria uma mentalidade politizada, que, por sua vez, acaba criando novos debates, fomentando o clima acirrado”, afirma o sociólogo João Barreto, da Universidade Federal da Bahia. Danusa e Aline que o digam. 

Por Cesar Soto da revista Isto é.
FOTO: JOÃO CASTELLANO/AG. ISTOÉ


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Pesquisa aponta que 30% das mulheres continuam de olho no ex nas redes sociais

 Ex-namoradas e esposas continuam acompanhando os hábitos dos ex (Imagem meramente ilustrativa)

O fim de um relacionamento nunca é fácil. De acordo com uma pesquisa britânica, para elas, o relacionamento não tem um ponto final imediatamente após o rompimento.

Os resultados mostram que cerca de 30% das mulheres afirmam manter amizade ou continuar seguindo o ex pelas redes sociais. Quase um quarto das entrevistadas admitiu que continua se informando sobre a vida do ex usando um perfil fake.

As pessoas olham o perfil dos antigos amores nas redes sociais quando estão aborrecidas ou quando não tem nada melhor para fazer, por isso cortar os laços online além de evitar mais aborrecimentos é a melhor opção para seguir em frente. 
Morning Show

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Uso excessivo das redes sociais pode afetar relacionamentos estáveis


O recente desenvolvimento de novas plataformas de relacionamento interpessoal, como Facebook e Twitter, e sua crescente utilização por grande parte da população mundial, tem alterado a dinâmica dos relacionamentos. Atualmente o Twitter é considerado um dos principais sites de rede social, sendo utilizado por mais de 500 milhões de pessoas.
Um estudo recente, publicado na revista científica Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking, examinou o efeito do uso do Twitter sobre as relações entre casais. Foram aplicados questionários de 20 perguntas a 581 participantes, abordando a quantidade de uso do Twitter e se este uso provocava algum tipo de conflito no relacionamento do casal.
A média de uso do Twitter por participante foi de 52 minutos por dia, cinco dias por semana. O maior uso do Twitter apresentou uma associação estatisticamente significativa com uma maior quantidade de conflitos entre parceiros, conflitos estes que muitas vezes levam a um fracasso do relacionamento. Interessante que estes conflitos ocorreram independentemente do tempo de relacionamento do casal.
Esses resultados, avaliando o uso do Twitter sobre relacionamento entre parceiros, são semelhantes aos encontrados em outros estudos que investigaram o efeito do Facebook. Em ambos, o maior uso é associado a desfechos negativos de relacionamento.
Deve ser considerado, entretanto, que este tipo de estudo não tem capacidade de demonstrar relação causa e efeito, a simples associação entre dois eventos (no caso, maior uso do Twitter com maior quantidade de conflitos), não significa que, necessariamente, um esteja causando o outro. É plausível pensar que o conflito por maior uso de redes sociais seja um sintoma de problemas prévios de relacionamento.
De qualquer maneira, estudos levantando este tipo de hipótese, que relaciona uso demasiado de mídias em geral, com modificações de dinâmicas nas relações sociais e interpessoais, são importantes para conhecermos melhor os possíveis impactos desta mudança de comportamento, principalmente porque o rápido desenvolvimento tecnológico permite prever que este uso de mídias tende a crescer ainda mais. Conhecer as potenciais consequências negativas deste uso é um importante ponto de partida para estabelecer critérios de prevenção.
Informações: ABC Saúde