domingo, 17 de agosto de 2014
Nota de Pesar - Pasto Roberto José
EXPRESSAMOS NOSSAS CONDOLÊNCIAS ÀS FAMÍLIAS DE NOSSO GRANDE COMPANHEIRO E AMIGO, EDUARDO CAMPOS E DOS DEMAIS VITIMADOS.
O CORAÇÃO DO POVO PERNAMBUCANO E BRASILEIRO ESTÁ ANGUSTIADO E PESAROSO.
A IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - ABREU E LIMA - COMADALPE - ESTÁ SOLIDÁRIA A DOR E AO LUTO DE NOSSA GENTE.
A IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS - ABREU E LIMA - COMADALPE - ESTÁ SOLIDÁRIA A DOR E AO LUTO DE NOSSA GENTE.
PR. ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS.
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DE DEUS
ABREU E LIMA/PE BRASIL
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Nota de Pesar - Edson Vieira prefeito de Santa Cruz do Capibaribe
Hoje, de forma trágica e prematura, Pernambuco perdeu um dos maiores homens públicos da sua história. Eduardo Campos partiu para se encontrar com Miguel Arraes, Ariano Suassuna e tantos outros.
Nós, santa-cruzenses, perdemos um parceiro, um amigo. O legado de Eduardo ficará para as próximas gerações.
Ele foi capaz de unir diferentes, realizar, empreender e iniciar a construção de um Pernambuco diferente em todos os aspectos.
Eduardo nos deixou, mas suas bandeiras continuarão vivas nas nossas práticas e nas ações por uma sociedade melhor para todos.
Com enorme pesar decretamos luto oficial por três dias no município e rogo a Deus o conforto aos seus familiares.
Santa Cruz do Capibaribe, 13 de agosto de 2014
Edson Vieira
Prefeito/amigo
“NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASIL”. Carta aberta de Antônio Campos
A minha perda afetiva do único irmão é imensa, mas é grande a perda do líder Eduardo Campos, politico de talento e firmeza de propósitos.
A nossa família tem mais de 60 anos de lutas políticas em defesa das causas populares e democráticas do Brasil. O meu avô Miguel Arraes foi preso e exilado, não se curvando à ditadura militar. Eduardo Campos continuou o seu legado com firmeza de propósitos, tendo trazido uma nova era de desenvolvimento para Pernambuco. Desde 2013 vinha fazendo o debate dos problemas e do momento de crise por que passa o Brasil, querendo fazer uma discussão elevada sobre nosso país. Faleceu em plena campanha presidencial, lutando pelos seus ideais e pelo que acreditava.
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e de correr o risco para viver os seus sonhos pessoais e coletivos. Ambos faleceram, no dia 13 de agosto, e serão plantados no mesmo túmulo, no Cemitério de Santo Amaro, em Recife, túmulo simples, onde consta uma lápide com a frase do poeta Carlos Drummond: “ tenho duas mãos e o sentimento do mundo”. Essas sementes de esperança e de resistência devem inspirar uma reflexão sobre o Brasil, nesse momento, para mudar e melhorar esse país, que enfrenta uma grave crise, sendo a principal dela a crise de valores. Não vamos cultivar as cinzas desses dois grandes líderes, mas a chama imortal dos ideais que os motivava.
Como filiado ao PSB, membro do Diretório Nacional com direito a voto, neto mais velho vivo de Miguel Arraes, presidente do Instituto Miguel Arraes – IMA e único irmão de Eduardo, que sempre o acompanhou em sua trajetória, externo a minha posição pessoal que Marina Silva deve encabeçar a chapa presidencial da coligação Unidos Pelo Brasil liderada pelo PSB, devendo a coligação, após debate democrático, escolher o seu nome e um vice que una a coligação e some ao debate que o Brasil precisa fazer nesse difícil momento, em busca de dias melhores. Tenho convicção que essa seria a vontade de Eduardo.
Agradeço, em nome da minha família enlutada, as mensagens do povo brasileiro e de outras nacionalidades.
Antônio Campos
Advogado e escritor
Recife, 14 de agosto de 2014.
Eduardo Campos: a política no DNA e na raiz de sua vida
MAIÁ MENEZES
A política corria em suas veias desde menino. Campos chegou a ela como todo jovem engajado, pelo movimento estudantil. Ocupou secretarias do governo de seu avô. E não era só a política que o fazia um homem de família. Foi casado com a primeira namorada, Renata, também economista e auditora do Tribunal de Contas do Estado, mãe de seus cinco filhos. O mais novo, Miguel, de apenas oito meses. É uma família reservada, discreta. Sempre à margem da política, sempre nos bastidores. A discrição não impedia Renata de participar de cada uma das decisões políticas do marido. É apontada por aliados como a pessoa mais influente na carreira política de Campos. E companheira em casa.
Nascido em Recife, Campos é filho da deputada Ana Arraes e do escritor Maximiano Campos. Se tornou economista, formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Lá presidiu o diretório acadêmico, desde 1985. Dali para a carreira que o levou à campanha que começara oficialmente esse mês foi rápido. Ainda jovem, trocou um mestrado que faria nos Estados Unidos, para participar da campanha da reeleição do avô Arraes ao governo de Pernambuco. A paixão pela carreira ficaria ali evidente. Foi seu chefe de gabinete. Em 1990, já estava filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), partido ao qual se manteve fiel ao longo de toda a vida.
Nascido em Recife, Campos é filho da deputada Ana Arraes e do escritor Maximiano Campos. Se tornou economista, formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Lá presidiu o diretório acadêmico, desde 1985. Dali para a carreira que o levou à campanha que começara oficialmente esse mês foi rápido. Ainda jovem, trocou um mestrado que faria nos Estados Unidos, para participar da campanha da reeleição do avô Arraes ao governo de Pernambuco. A paixão pela carreira ficaria ali evidente. Foi seu chefe de gabinete. Em 1990, já estava filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), partido ao qual se manteve fiel ao longo de toda a vida.
Em 1994, chegou ao Congresso Nacional, para onde foi eleito com 133 mil votos, Em 1998, foi o deputado mais votado de Pernambuco, com 173.657 votos. Ainda que adversário político, foi um fiel amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Chegou a dizer, nesta campanha eleitoral, que não conseguiria bater no amigo, ainda que em trincheiras políticas opostas.
Foi uma aliança de 11 anos com o petista. A crise com o aliado começou em setembro do ano passado, quando o PT deixou seu governo, em Pernambuco. As críticas na pré-campanha, e nesse início de batalha eleitoral que Campos começou a travar, sempre foram contra Dilma e contra o governo petista. Lula ficou triste com o rompimento com o amigo, que integrou seu governo no início do governo petista (foi seu ministro de Ciência e Tecnologia).
Campos era, talvez pelo temperamento afável, também amigo de todas as horas de seu outro adversário pontual, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves. Suassuna, na entrevista ao GLOBO em que ajudava a traçar o perfil do amigo, chegou a dizer que tornar Lula adversário direto de Campos seria dramático para os dois.
Com uma vida financeira confortável, Campos sempre rejeitou a comparação com os coronéis nordestinos, que sempre dominaram a política na região. Para os amigos, era tido como um político vocacionado para o poder. Era visto exatamente como a terceira via do poder: estava entre o socialismo extremado e o liberalismo que marca as políticas ligadas ao PSDB.
Ao seu lado, estava desde o começo do ano a senadora Marina Silva. Uma chapa desde o início polêmica. A ex-ministra, adversária ferrenha do agronegócio, tinha arestas mal aparadas com Campos.
Havia desacordos nos estados, como em São Paulo: o PSB decidira apoiar a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin, e será o vice na chapa tucana. Mas o entendimento era uma busca permamente entre eles, a despeito de uma forte resistência na base de Marina Silva à maneira como o PSB conduziu a estratégia política pelo país.
A popularidade em Pernambuco era a que perseguia no restante do país. Tornar-se uma figura nacional era o desafio do candidato. Viajou pelo país, no ano passado, para criar essa capilaridade. Teria dois minutos no programa de TV, contra 12 de Dilma e seis de Aécio. Seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral foi de R$ 547 mil.
Nos sete anos que ocupou o governo de Pernambuco, Campos se destacou por tocar obras de infraestrutura, como a ferrovia Transnordestina, e a recuperação da BR-101. As contas públicas do candidato foram colocadas na internet, no portal da Transparência — a ONG Transparência Brasil considerou o portal o segundo melhor do país.
Houve ainda redução dos índices de violência: o número de homicídios caiu 39,10%. desde o início do programa. Na curta campanha, vinha pontuando mudanças necessárias na política econômica, apostando no ponto frágil da gestão Dilma Rousseff: o baixo crescimento do país.
Abaixo, frases da curta campanha de Eduardo Campos à Presidência da República:
“Não tenho nenhum projeto de disputar a reeleição. Não vou ser eleito pensando em reeleição”.
“O Brasil não aguenta mais essa disputa em que o PT diz que o PSDB não fez nada pelo Brasil, e isso não é verdade. E o PSDB diz que o PT é um partido cheio de corrupto que não fez nada pelo Brasil, o que é outra inverdade”.
“Se o PT tivesse escolhido o presidente Lula como candidato a presidente, nós, eu e (a candidata a vice) Marina (Silva), estaríamos aqui discutindo com ele, com a maior a tranquilidade do mundo”.
“Dizer que o governo Lula não foi muito melhor do que este governo de Dilma seria negar a realidade.”
“Há muito mau humor nas ruas. Isso representa uma oportunidade. O nosso desafio é mobilizar esse sentimento para votar pela mudança.”
“Quem era mãe do PAC, sobre a Dilma, ficou sendo a madrinha da inflação”.
“Não tenho nenhum preconceito com privatizações. Mas não enxergo no Brasil o que privatizar. Enxergo o que (é preciso) conceder”.
“O Bolsa Família e os programas sociais não são conquista de partido nenhum, são conquista da luta do povo brasileiro. Vamos acabar com esse terrorismo, com a falta de respeito ao povo, com os que querem discutir o Brasil com ameaças e terrorismo. Queremos tirar é a corrupção, acabar com o patrimonialismo, com os 39 ministérios e um bando de gente incompetente”.
“Brasília está de costas para o Brasil. Brasília tem o pacto dos velhos políticos, contra o povo, contra a distribuição de renda, contra os trabalhadores”.
“É preciso substituir as raposas que estão há 40 anos no poder e que dão as costas à nação. Elas descerão de costas a rampa do Palácio do Planalto."
Por Maiá Menezes do Jornal O globo
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Morre Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência.
O candidato do PSB à Presidência, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Henrique Accioly Campos, morreu nesta quarta-feira (13) aos 49 anos na queda de uma aeronave Cessna 560 XL em Santos, no litoral de São Paulo. Tanto familiares do ex-governador quanto aliados políticos passaram a manhã aguardando informações oficiais sobre a morte do socialista, confirmada no início da tarde.
A vice Marina Silva não estava na aeronave e soube da notícia em São Paulo. Assim como outros dirigentes do PSB, a ex-senadora embarcou para Santos para acompanhar a apuração do acidente. Ao saber da confirmação da morte de Campos, Marina estava acompanhada do ex-deputado Walter Feldman.
Além de Campos, também morreram no acidente o assessor Carlos Augusto Leal Filho, o chefe de gabinete no governo de Pernambuco, Pedro Valladares Neto, o cinegrafista Marcelo Lira, o fotógrafo Alexandre Severo e o piloto Marcos Martins e o copiloto Geraldo M. P. da Cunha.
Em breve mais informações
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Marina apresentará Eduardo ao Brasil
Cargo de vice em campanha política geralmente se destina à composição. Foi o que fizeram nessas eleições os candidatos Paulo Câmara e Armando Monteiro. O primeiro ofereceu a vaga ao PMDB para ter o apoio do deputado Raul Henry e do senador Jarbas Vasconcelos. E o segundo fez a oferta ao PDT para ter em sua companhia o deputado Paulo Rubem e o tempo de TV a que o partido tem direito. Também procederam dessa forma na eleição presidencial os candidatos Dilma Rousseff e Eduardo Campos. A petista manteve Michel Temer como seu vice para garantir o apoio do PMDB e o socialista ofereceu a vaga a Marina Silva para ter na sua coligação a Rede Sustentabilidade. O fato novo na chapa do PSB é que no primeiro programa do partido, a ser exibido no próximo dia 19, a ex-senadora Marina Silva é quem vai apresentar Eduardo Campos ao Brasil, e não o inverso. Pelo fato de, politicamente, ela ser maior que ele.
Por sorteio realizado pelo TSE, o PSB abrirá a série dos programas políticos do rádio e da TV
Corpo estranho em Petrolina
Candidato à Câmara Federal pelo PTB, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (Arcoverde) abriu um comitê em Petrolina, onde residem parentes de sua mulher, mas não espera sair de lá com muitos votos porque os petrolinenses só costumam votar em candidatos da região. Aliás, opções desta vez é o que não faltam: Adalberto Cavalcanti (PTB), Gonzaga Patriota (PSB), Fernando Filho (PSB) e Guilherme Coelho (PSDB). Este último tenta resgatar a cadeira que era do pai, Osvaldo.
Livre – Autorizado pela Justiça, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP) passou o Dia dos Pais, no Recife, em companhia dos seus familiares e só se representará na penitenciária de Canhotinho, onde cumpre pena por envolvimento no mensalão, na próxima 4ª feira. Além de ter direito a esses dias de folga, o comportamento dele no presídio é definido pelo diretor como “exemplar”.
Presença – Apesar dos seus 80 anos, o ex-prefeito de Garanhuns, Ivo Amaral (PMDB), fez questão de desfilar na carreata que houve lá, 6ª feira passada, promovida pela Frente Popular.
Eleição – O jornalista Zuenir Ventura desistiu de concorrer à vaga de João Ubaldo Ribeiro na Academia Brasileira de Letras e se inscreveu para disputar à que pertencia a Ariano Suassuna.
Missa – Eduardo Campos completou ontem 49 anos de idade e repetindo o que fez em 2013 assistiu a uma missa campal, em São Lourenço, ao lado do prefeito Ettore Labanca (PSB).
Cobrador – Ligadíssimo a Inocêncio Oliveira (foto), o prefeito de Iguaracy, Francisco Dessoles (PR), fez festa na cidade, sábado, para recepcionar Armando Monteiro, Paulo Rubem e João Paulo. E num discurso inflamado referiu-se a Paulo Câmara como “cobrador de imposto”.
Correção – Paulo Câmara, Raul Henry e Fernando Bezerra Coelho aparentemente corrigiram as falhas que existiam na campanha: descoordenação e trava por excesso de apoios. Espera-se, agora, que nas próximas pesquisas a diferença que os separa dos adversários tenha encurtado.
Dupla – Os irmãos Maurício e Alexandre Rands radicaram-se em SP há 90 dias para trabalhar na campanha do PSB à Presidência da República. O primeiro é um dos coordenadores do programa de governo, que deverá ser anunciado ainda esta semana. E o segundo foi colega de turma de Eduardo Campos (de cuja mulher, Renata, é primo), na Faculdade de Economia da UFPE.
Plano – A exemplo do que fez Tancredo Neves quando se candidatou a presidente da República em 1984, Eduardo Campos está anunciando a conta-gotas o seu programa de governo. No DF, no último dia 4, na sabatina a que se submeteu na Confederação Nacional da Agricultura, disse o que faria com o agronegócio. E sexta passada, em Alagoas, anunciou seu Plano Nacional de Segurança Pública.
Escrito por Inaldo Sampaio e publicado, inicialmente, na Folha/PE
Violência no transito-causas ignoradas. Por Zenna rocha
Motos, muitas motos hoje em dia observamos nas ruas. Em dez anos mais que triplicou o aumento do uso de motocicletas, principalmente em cidades de médio porte como Santa Cruz do Capibaribe onde não existe transporte publico coletivo.
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A cada óbito provocado por acidente de moto, 5 pacientes são internados em estado grave em um hospital de alta complexidade.
- Já segundo (Ipea), um paciente vítima de acidente de moto custa, em média, R$ 152 mil aos cofres públicos.
- No Hospital da Restauração (HR), de 2000 a 2013 foram atendidos milhares de pacientes vítimas de acidentes de moto.
-A idade medida dos pacientes era de 14 a 45 anos. 6% desses pacientes ficaram paraplégicos e 5% foram amputados.
Considerada uma epidemia moderna, os acidentes de moto são maioria registrando 30,6% dos casos. Entre os danos causados aos pacientes que sobrevivem, destacam-se as sequelas motoras, psicológicas e mutilações.
Os motociclistas respondem por 46,66% dos condutores do Estado (753.029 num total de 1.613.782 condutores) As motos representam hoje 35,53% da frota (710.633 mil motocicletas e afins em uma frota total de 2 milhões de veículos)
Em dois mil e onze segundo estudos encomendado pela CDL de Santa Cruz 31.336 automóveis e 13.645 motocicletas, isso em dois mil e onze era a frota de veículos em Santa Cruz do Capibaribe. Destacando o alto numero de motocicletas.
Hoje, há mais motos do que carros sendo registrados em Pernambuco. Esses são alguns dados do CEPAM; comitê de prevenção aos acidentes de motos de Pernambuco.
Sim! Existe um órgão para tratar especificamente do assunto, o que é muito louvável dado o que se tornou a questão motocicleta hoje em dia. Assunto complexo que envolve educação, fiscalização, engenharia. Essa tríade que logicamente é de suma importância, claro deve ser sempre melhorada. Mas, por que não enfocar o lado sociológico da questão. Hoje vemos que é incentivado o uso de motos por parte do Estado/Governos vendendo a ideia de que mais motos nas ruas representa ascensão econômica e social, como solução de mobilidade, principalmente para a população de baixa renda.
Mas diante de tantas mortes e mutilações, sem falar os atropelamentos a pedestres, a maioria idosos, gastos excessivos do sistema de saúde. Será que não estamos pagando um preço alto demais? Vale Será que a grande massa não esta servindo apenas para alavancar os lucros dos fabricantes de motocicletas, enchendo os cofres públicos com pagamentos de IPVA e tantos outros encargos que acarreta possuir uma moto? Já existem estudos confirmando que engenharia, educação e fiscalização não dão conta de resolver os problemas causados pelo uso excessivo de motocicletas. Que a questão vai alem de uma simples habilitação ou mesmo do uso dos assessórios obrigatórios como capacete e outros. Que não adianta estruturar as vias com asfaltos e sinalizações haja visto o alto numero de acidentes mesmo com tudo isso existindo na pratica.
Não seria o caso de Governos Federal, Estadual e Municipal intervirem mais energicamente nesse processo que se tornou o ir e vir de moto. Uma complexidade que está matando, mutilando, deixando incapaz de forma absurda seres humanos em idade ativa e produtiva. Sei que replicas e treplicas não faltam nessa questão. Mas, que esse texto sirva para nós enquanto sociedade abrirmos os olhos, refletirmos e debatermos esse tema. A questão violência no transito (associações ignoradas) que já está sendo aceita de forma tão comum nos dias atuais.
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