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terça-feira, 4 de agosto de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Direto de Brasília
Dilma pede para Henrique Alves se entender com Renan sobre ministério
Depois de ter sido avisado pelo Palácio do Planalto de que seu nome seria confirmado nesta terça-feira para o Ministério do Turismo, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves terá que esperar uma solução interna no PMDB.
A presidente Dilma Rousseff chegou a sugerir que Alves converse com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e chegue a um entendimento sobre a pasta – o atual ministro do Turismo, Vinícius Lage, é afilhado de Renan.
Henrique Alves já conversou com o presidente do Senado sobre o tema, que resiste em ser avalista da troca de comando no Turismo. Agora, foi escalado o vice-presidente Michel Temer para resolver o impasse no PMDB.
Por Gerson Camarotti.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Direto de Brasília
Ida de deputados para verificar estado de Cid causa desconforto no Sírio-Libanês
Causou desconforto no Hospital Sírio-Libanês a presença de três deputados para verificar o estado de saúde do ministro da Educação, Cid Gomes. Na véspera, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia designado os deputados Manoel Junior (PMDB-PB), André Fufuca (PEN-MA) e Juscelino Filho (PRP-MA), os três médicos.
Os parlamentares não tiveram acesso ao ministro nem aos exames médicos de Cid Gomes. Houve contrariedade dos médicos do Sírio-Líbanês com o gesto que mostrou desconfiaça ao boletim médico que havia sido assinado no dia anterior pelos médicos Roberto Kalil e David Uip.
Os deputados alegaram que estavam cumprindo uma designação da presidência da Câmara. Cid Gomes segue internado sem previsão de alta.
Informações: Por Gerson Camarotti
Gerson Camarotti é repórter especial do Jornal das Dez. Pernambucano e torcedor do Náutico desde 1973. Jornalista formado pela Unicap com pós-graduação em ciência política pela UnB, está em Brasília desde 1996
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Direto de Brasília
O isolamento de Mercadante
O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, enfrenta uma situação de grande desconforto dentro do governo.
Colegas de ministério já admitem que ele está isolado até mesmo entre os integrantes do núcleo de articulação política. Mercadante já não conta com a simpatia e solidariedade nem mesmo de ministros que antes eram próximos dele.
No PT, a insatisfação com Mercadante é ainda maior. Dirigentes e parlamentares mais próximos do ex-presidente Lula já abriram artilharia contra o chefe da Casa Civil. É um sinal de que o próprio Lula já não esconde o incômodo com a atuação do ministro.
Entre os lulistas, a avaliação é que Mercadante iniciou de forma precoce o movimento para a sucessão da presidente Dilma Rousseff, em 2018. E que, para isso, tem atropelado outros eventuais candidatos – caso o próprio Lula não entre na disputa.
Na base aliada no Congresso, o ambiente em relação ao ministro mais poderoso do governo é ainda pior. Deputados e senadores governistas costumam criticar a postura “arrogante” do chefe da Casa Civil. A interlocução dele com os parlamentares foi esvaziada com as eleições de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o comando da Câmara e de Renan Calheiros (PMDB-AL), para a presidência do Senado.
O próprio Lula tem responsabilizado Mercadante pela decisão considerada "desastrosa" de lançar candidatura própria do PT à presidência da Câmara, em vez de tentar fechar um acordo com o PMDB. A tese do acordo foi defendida por outros ministros. Mas Mercadante bancou o enfrentamento contra Eduardo Cunha.
A situação do chefe da Casa Civil já começa a virar um problema até para Dilma. Isso porque ela não teria para onde deslocar Mercadante. “Fica difícil mudar um chefe da Casa Civil para outro ministério”, reconhece um colega de governo.
É verdade que a presidente reconhece que Mercadante é um auxiliar fiel e um cumpridor de ordens. Mas aliados avaliam que ele tem criado mais dificuldades políticas do que soluções.
Por Gerson Camarotti
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Direto de Brasília
PT em alerta com o cerco da Polícia Federal a Vaccari
Integrantes da cúpula do PT ficaram em alerta não só com a condução coercitiva do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, para depor à Polícia Federal nesta quinta (5) mas, principalmente, com os primeiros vazamentos envolvendo recursos recebidos pelo partido.
O que tem procupado a legenda é que a delação do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que cita que o PT recebeu entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propina entre 2003 e 2013 pode ser apenas uma pequena amostra das investigações e que o PT entrou definitivamente no centro da Lava Jato.
No primeiro momento, PP e PMDB eram os alvos principais da operação, mas, de forma reservada, a cúpula do partido já reconhce que muitos parlamentrares e lideranças petistas devem ser atingidos ao longo das investigações e que já há um cerco da PF em relação a João Vaccari Neto.
Por Gerson Camarotti de Brasília
Mendonça Filho líder do DEM, "Dilma Perdeu o comando do país"
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Direto de Brasília
Aécio cobra da bancada tucana apoio incondicional a Júlio Delgado
Em jantar ontem à noite em um restaurante italiano de Brasília, Aécio Neves passou o trator para afinar a posição do PSDB para a eleição da Câmara dos Deputados.
Ele determinou que a bancada votasse unida em torno de Júlio Delgado (PSB-MG). Aécio faz um cálculo pragmático. Uma eventual traição a Júlio Delgado pode fazer que parte do PSB acabe aderindo ao Palácio do Planalto, retornando à base aliada.
O PSDB é considerado o fiel da balança nesta eleição. Isso porque o apoio consistente a Delgado deve garantir o segundo turno na disputa. No entanto, parte da bancada tucana ensaia apoiar Eduardo Cunha (PMDB-RJ) já no primeiro turno.
Estavam presentes ao jantar, entre outros deputados tucanos, o atual líder da bancada, Antônio Imabassahy, e o futuro líder, Carlos Sampaio.
Por Camarotti
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Direto de Brasília com Camarotti
A cúpula do PMDB mandou um recado à presidente Dilma Rousseff de que não aceita a presença do ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes no Ministério da Integração Nacional. Esse cenário passou a ser cogitado depois que o governador do Ceará, Cid Gomes, emitiu sinais de que preferiria ir para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em vez de comandar o Ministério da Educação.
Com o veto do PMDB ao nome de Ciro, o próprio Cid Gomes passou a considerar a possibilidade de participar do segundo mandato de Dilma como ministro. O PROS, partido do governador cearense, quer o Ministério da Integração Nacional, pasta que também é cobiçada pelo PMDB e pelo PT.
Com o veto do PMDB ao nome de Ciro, o próprio Cid Gomes passou a considerar a possibilidade de participar do segundo mandato de Dilma como ministro. O PROS, partido do governador cearense, quer o Ministério da Integração Nacional, pasta que também é cobiçada pelo PMDB e pelo PT.
Gerson Camarotti é comentarista político do GloboNews e repórter especial do Jornal das Dez. Pernambucano e torcedor do Náutico desde 1973. Jornalista formado pela Unicap com pós-graduação em ciência política.
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