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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Projeto de lei contra proibição de amamentação é aprovado

Do jornal Estado de S. Paulo

Deputados estaduais aprovaram na noite desta terça-feira, 3, o Projeto de Lei nº 414/2015, que impede que estabelecimentos impeçam mulheres de amamentar em público. A proposta ainda depende de sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e, se aprovada, prevê multa de R$ 510. Projeto semelhante já está em vigor na cidade de São Paulo.

Segundo o projeto, a liberdade para amamentar o bebê está assegurada mesmo quando os locais tiverem espaços reservados para o aleitamento materno. A multa, de 24 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp), será dobrada se houver reincidência.

"Muitas vezes, estabelecimentos tentam coibir a prática através de medidas coercitivas, pois julgam erroneamente o aleitamento como uma ação imoral ou inadequada, que deve ser realizada em foro íntimo - e não um ato natural e necessário à saúde das crianças. Nesse contexto, o intento deste dispositivo é coibir as ações restritivas que cerceiam o direito à amamentação, cumprindo assim o papel do poder público em prover condições favoráveis para o aleitamento irrestrito, resguardando os direitos da mãe e da criança", diz o texto do projeto de autoria do deputado estadual Carlos Bezerra Júnior (PSDB).

Capital

Em abril deste ano, o prefeito Fernando Haddad (PT) sancionou a Lei 16.161 que prevê que mães que amamentam em público não podem ser alvo de constrangimento. A multa para a empresa é de R$ 500, que também será dobrada em caso de reincidência.

No mês passado, a lei foi regulamentada e ficou definido que as subprefeituras vão receber as queixas e aplicar as multas. As denúncias não poderão ser anônimas e o estabelecimento poderá recorrer.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Deputados aprovam pena maior para motorista que matar sob efeito de álcool

Autora da proposta de lei, dep. Gorete Pereira.
Crédito da imagem: divulgações Câmara. 
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (23), o Proposta de Lei 5512/13, de autoria da deputada Gorete Pereira (PR-CE), na forma da Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCJC), que aumenta de dois para oito anos a pena de quem dirige veículo sob efeito de álcool ou drogas. O projeto será analisado ainda pelo Senado.
Dep. Efraim Filho (DEM-PB).

O relator da CCJC, deputado Efraim Filho (DEM-PB), ressaltou que esse é um dos grandes temas da Câmara nesse segundo semestre. “Esse projeto aumenta as penas para evitar a transformação de penas de quatro anos em pagamentos de cesta básica”, e complementou. “Matar ao volante estando embriagado levará a pessoa à prisão”, afirmou.


O deputado afirmou que essa talvez seja a mais relevante medida aprovada pela Câmara dos Deputados nesse segundo semestre. O projeto, para ele tem objetivo de punir crimes fatais com panas de reclusão e não mais com penas alternativas. 

“Quando se coloca que a pena será de no mínimo quatro anos e no máximo oito anos, o sentimento de impunidade vai acabar. Com a mudança, o motorista embriagado que matar alguém vai para a cadeia”, destacou Efraim Filho. 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Da boca para fora

Por Lauro Jardim do Radar online:
Cássio Cunha Lima tem contado aos mais próximos que acordou ontem e anteontem muito cedo e antes das 7h já estava com o Diário Oficial da União nas mãos a procura do detalhamento do pacotão anunciado na segunda-feira.
Procurou, procurou e nada encontrou. Diz Cunha Lima:
- É um governo da boca para fora.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Deputados concluem votação para cobrança de ISS do Netflix

A câmara dos deputados concluiu nesta quarta-feira (16) a votação  do Projeto de Lei do Senado, que proíbe os municípios e o Distrito Federal de conceder benefícios com renuncia do imposto sobre Serviços (ISS) abaixo da alíquota mínima de 2%.

O projeto também amplia a lista de serviços tributáveis pelo ISS. Na lista de atividades que passarão a ser passiveis de cobrança estão os serviços de streaming de áudio e vídeo, como o Netflix e o Youtube, entre outros.

De acordo com o texto, o imposto não será objeto de isenções, incentivos e benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução da base de cálculo ou crédito presumido.


Os estados e o Distrito Federal terão um ano, a partir da publicação da lei, para revogar os dispositivos que concedem as isenções.    

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Planalto em alerta com movimento para barrar a CPMF na CCJ

Por Gerson Camarotti 

O governo já foi avisado que a CPMF tem sério risco de ser barrada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). Isso porque cresce o movimento entre os parlamentares ou de segurar a tramitaçaão na CCJ ou mesmo de rejeitar a admissibilidade.


Parlamentares de partidos da base e de oposição analisam qual é a melhor estratégia para enterrar a CPMF. O próprio presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chegou a alertar a presidente Dilma Rousseff em conversa telefônica na segunda-feira que mesmo a Desvinculação das Receitas da União (DRU), algo bem mais simples, está parada há meses, sem tramitar na Casa.

Mendonça Filho, apresenta questão de ordem para esclarecer dúvidas sobre impeachment

Crédito da imagem: divulgação (arquivoON)
Blog do Roberto Santos 
O líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE), apresentará nesta terça-feira, no plenário da Casa, uma questão de ordem para dirimir dúvidas com relação aos procedimentos legais e regimentais no processo de apreciação do impeachment.
O procedimento regimental é a primeira etapa para traçar um caminho jurídico para a votação dos processos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff/PT.
“Há dúvidas do ponto de vista constitucional e legal, uma lei que rege atos que podem ser considerados de responsabilidade e há o regimento da Câmara. Então temos de discutir”, afirmou o líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho.
O parlamentar foi um dos primeiros a assinar uma petição online a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Lançado na semana passada, a petição já foi assinada por mais de 900 mil pessoas.
Para o deputado, o impeachment é um processo “irreversível” que tem ganho o apoio da sociedade e que precisa de sustentação jurídica e política. “Do ponto de vista jurídico, os elementos estão postos para serem discutidos pelo Parlamento”, afirmou.
Também falou do ambiente político para tramitação do processo de impeachment. “A situação é cada vez mais grave, contanto, inclusive com a colaboração do próprio governo que se mostra passivo, sem reação concreta e atônito diante de uma crise que se agrava”, completou.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Presidente e Ministros já receberam metade do 13º salário

Do diário de Pernambuco. 

Enquanto seguram a antecipação de metade do 13º salário dos aposentados, a presidente Dilma Rousseff e os ministros da área econômica já receberam, em julho, 50% de suas remunerações extra. No mês passado, o governo federal pagou metade do 13º salário dos servidores da união, o que inclui a presidente e sua equipe econômica.

Na folha de junho, paga em julho, consta o pagamento de R$ 15.467 a título de gratificação natalina para a presidente, de acordo com dados consultados no Portal da Transparência.

O valor corresponde à metade da remuneração bruta da presidente, que é de R$ 30.934 mensais. O restante do 13º de Dilma e do funcionalismo deverá ser pago em dezembro.

terça-feira, 21 de julho de 2015

De Olho no Poder

Educação aprova regulamentação para gestor ambiental
Deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO).
 Imagem Reprodução TV Câmara
Por Daniel Alves e Edição de Marcos Rossi

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou, no último dia 15, proposta que regulamenta a profissão de gestor ambiental – profissional responsável, entre outras atividades, pela elaboração de políticas ambientais, pareceres e projetos ambientais ou de desenvolvimento sustentável; avaliação de impactos ambientais; e licenciamento ambiental.
A regulamentação está prevista no Projeto de Lei 2664/11, do deputado licenciado Arnaldo Jardim (PPS-SP). A proposta determina que o gestor ambiental tenha diploma de graduação em gestão ambiental, mas garante o direito dos profissionais que já atuem na área na data da publicação da lei.
O texto foi aprovado com uma modificação feita pela relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO). A emenda permite o ingresso na profissão também dos profissionais com cursos em áreas correlatas, desde que possuam diplomas de pós-graduação em gestão ambiental.
“Profissionais formados em Ciências Biológicas, Geografia, Economia, Sociologia, Urbanismo e Engenharias podem ser lembrados. Independentemente da formação inicial em nível de graduação, muitos profissionais se formam para a gestão ambiental em nível de pós-graduação”, observou Mariana Carvalho.
Propriedade intelectual
A proposta também garante aos gestores ambientais a propriedade intelectual do seu trabalho, ao assegurar a autoria de planos ou projetos ambientais ao gestor ambiental que os elaborar, respeitadas as relações entre o autor e os outros interessados.

Assim, as placas ou identificações públicas de um empreendimento ambiental deverão mencionar o gestor ambiental participante do projeto. O autor do projeto também terá direito a quaisquer prêmios ou distinções honoríficas concedidas ao trabalho.
Censo
Mariana Carvalho lembrou ainda que, segundo o último Censo da Educação Superior, o Brasil contava, em 2013, com 302 cursos de tecnólogo em gestão ambiental, tendo formado no ano quase 10 mil profissionais.

“Há uma considerável rede de formação na área, gerando um número substantivo de profissionais a cada ano”, disse a relatora.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado ainda pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

terça-feira, 19 de maio de 2015

De olho no poder

Cunha confirma reforma política como pauta única do Plenário no fim do mês
Créditos da imagem: veja.abril.com.br
Informações: Reportagem - Lara Haje
Edição - Daniella Cronemberger
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, voltou a afirmar que a reforma política será a única pauta do Plenário na última semana de maio. Cunha considera essencial alterar o sistema de eleição dos deputados. “Ninguém aguenta mais fazer uma nova eleição como foi feita a última”, afirmou, durante a edição do programa Câmara Itinerante em Belém (PA), nesta sexta-feira (15).
Segundo ele, o modelo atual gera distorções, como a eleição de deputados federais que obtiveram apenas 200 votos e a não eleição de outros que tiveram mais de 100 mil votos. O parlamentar defendeu o modelo majoritário conhecido como “distritão”, em que é eleito o deputado mais votado em cada estado. Para ele, o modelo não enfraquece os partidos, como argumentam os críticos desse sistema. Ele defendeu a fidelidade partidária e que a suplência das vagas seja das legendas, para que os partidos sejam fortalecidos.
De acordo com o presidente, a escolha do modelo de eleição vai definir o modo de financiamento das campanhas. Ele defendeu que a reforma proíba a contribuição de empresas que têm contrato com a administração pública. Cunha apoiou ainda a ideia de coincidência das eleições municipais, estaduais e federais a partir de 2022.
Pacto federativo
Em relação ao pacto federativo, o presidente da Câmara destacou que os municípios hoje têm obrigação de arcar com diversas despesas criadas pela legislação e por decisões do governo federal. “Temos que definir as obrigações de cada ente e qual receita vai financiar cada uma das obrigações”, explicou. “Depois disso, a consequência será fazer uma reforma tributária”, completou. Ele espera que um novo pacto federativo possa ser votado pela Câmara até o fim do ano.

Cunha ressaltou que foi criada nesta quinta-feira (14) a comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 172/12, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que proíbe a União de delegar a prestação de serviços aos estados ou municípios sem que haja a previsão, em lei, da transferência de recursos necessários. “Esse ponto tem que ser resolvido definitivamente”, disse.


Programa
O programa Câmara Itinerante tem o objetivo de levar a Câmara dos Deputados até os cidadãos das diferentes regiões do País, para que os parlamentares ouçam as necessidades locais e acolham sugestões.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

"Resultado da Petrobras é fruto de corrupção endêmica", diz Mendonça Filho

Foto: (Arquivo)
 O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), não perdeu a oportunidade surgida com o prejuízo relatado no balanço da Petrobras – que em 2014 teve perdas de R$ 21,6 bilhões, sendo R$ 6,2 bilhões decorrentes de desvios e corrupção – para atacar o Governo Federal. Para o parlamentar, os resultados são frutos da "corrupção endêmica e do aparelhamento partidário" da estatal por parte do PT. "É resultado da corrupção endêmica, do aparelhamento partidário e da incompetência crônica que produziu o maior escândalo da história do país e acabou com a credibilidade de nossa principal estatal", disparou.

O resultado da Petrobras foi afetado pela queda do preço do petróleo no mercado internacional. A estatal também recorreu a empréstimos internacionais e a bancos estatais para equilibrar suas contas. O endividamento da companhia cresceu 31%, chegando a R$ 351 bilhões. Já as perdas provocadas pela corrupção foram avaliadas em R$ 6,2 bilhões.
Deste total, R$ 3,4 bilhões tiveram origem na área de abastecimento, que era comandada pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, que foi condenado a 7 anos de prisão além do pagamento de multa pelo seu envolvimento no escândalo investigado pela Operação Lava Jato. Outros R$ 2 bilhões são referentes á área de exploração e mais R$ 700 milhões da área de gás e energia. Outros r$ 100 milhões foram contabilizados em diversos outros setores da companhia.
Informações: 247 - PE

quarta-feira, 18 de março de 2015

DE OLHO NO PODER

Finanças e Tributação debate proposta sobre desoneração da folha de pagamento

A Comissão de Finanças e Tributação discute, neste momento, a proposta de desoneração da folha de pagamento do setor produtivo. O deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), que propôs o debate, lembrou que Poder Executivo encaminhou projeto de lei em regime de urgência constitucional, para tratar de alteração da desoneração da folha de pagamento do setor produtivo, em substituição à Medida Provisória 669/2015.
A MP propunha alterações na contribuição previdenciária sobre a receita bruta; na tributação de bebidas frias; além de medidas tributárias referentes à realização, no Brasil, dos Jogos Olímpicos de 2016 e dos Jogos Paraolímpicos de 2016.
Foram convidados: 
- o advogado Kiyoshi Harada, especialista em legislação tributária; 
- o assessor da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda Nelson Leitão Paes; 
- o diretor jurídico da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Manoel Antonio dos Santos; e
- o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Cláudio Hamilton Matos.

Informações: Da Redação – ND.
Agência Câmara notícias

quinta-feira, 5 de março de 2015

Humberto diz estar com consciência tranquila

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse não saber se seu nome esta incluído na lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregou nesta terça-feira (3) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de investigações contra parlamentares e autoridades suspeitas de envolvimento em um esquema de corrupção na Petrobras.
"Não tenho informação da lista. Não saiu oficialmente, desejo que saia para que eu possa saber. Mas o que posso dizer é o seguinte: sendo arquivada essa denúncia ou passando por um processo de investigação, a minha consciência é tranquila. Nunca participei de nenhum processo de licitação, de corrupção, estou tranquilo", disse Humberto.
O parlamentar pernambucano teve o seu nome citado em depoimento de delação premiada feito pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Costa afirmou que Humberto Costa teria recebido 1% da cota que seria destinada ao PP, equivalente a R$ 1 milhão, de recursos originários do esquema de corrupção na estatal.
Humberto destacou, porém, que a divulgação dos nomes na lista entregue pelo procurador-geral não devem ser alvos de condenação prévia. "A retirada do sigilo é uma decisão que cabe ao Supremo Tribunal Federal, a partir do pedido que foi feito pelo procurador Janot. Acho que o mais importante é que saibam que essa lista representa apenas um pedido de investigação, não é sequer um processo ainda, serão inquéritos que serão abertos", observou.
"Pela primeira vez, muita gente vai conhecer o que é que tem contra si e vai poder se defender. Então, acredito que teremos que trabalhar com muita cautela e que não transformemos pessoas inocentes em culpadas e vice-versa. Vamos aguardar", disse o petista.
Informações: 247 Pernambuco 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mendonça Filho quer explicações sobre viagem de socialite Val Marchiori


O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), disse que apresentará um requerimento de convite em diversas comissões da Casa para que o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, preste explicações sobre a presença a socialite Val Marchiori em um jato contratado pelo Banco do Brasil durante uma viagem a Argentina realizada em 2010, quando Bendine presidia o Banco do Brasil.


Segundo denúncias veiculadas pela imprensa, a socialite, que é amiga de Bendine, também teria obtido empréstimos de R$ 3 milhões junto ao Banco do Brasil sem que fossem observadas diversas normas da instituição. Com base nisso, Mendonça Filho também pretende pedir informações a Secretaria de Aviação Civil com dados detalhados dos voos realizados pelo Banco do Brasil para a Argentina ao longo de 2010.


Para o democrata, a "credibilidade é essencial para o presidente de uma empresa como a Petrobras, especialmente no momento atual em que a estatal está mergulhada em um escândalo gigantesco de corrupção e têm problemas sérios de gestão. Se for provado que Bendine mentiu não há condições de ele continuar como presidente da Petrobras", afirmou o parlamentar.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Direto de Brasília

O isolamento de Mercadante

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, enfrenta uma situação de grande desconforto dentro do governo.
Colegas de ministério já admitem que ele está isolado até mesmo entre os integrantes do núcleo de articulação política. Mercadante já não conta com a simpatia e solidariedade nem mesmo de ministros que antes eram próximos dele.
No PT, a insatisfação com Mercadante é ainda maior. Dirigentes e parlamentares mais próximos do ex-presidente Lula já abriram artilharia contra o chefe da Casa Civil. É um sinal de que o próprio Lula já não esconde o incômodo com a atuação do ministro.
Entre os lulistas, a avaliação é que Mercadante iniciou de forma precoce o movimento para a sucessão da presidente Dilma Rousseff, em 2018. E que, para isso, tem atropelado outros eventuais candidatos  caso o próprio Lula não entre na disputa.
Na base aliada no Congresso, o ambiente em relação ao ministro mais poderoso do governo é ainda pior. Deputados e senadores governistas costumam criticar a postura “arrogante” do chefe da Casa Civil. A interlocução dele com os parlamentares foi esvaziada com as eleições de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o comando da Câmara e de Renan Calheiros (PMDB-AL), para a presidência do Senado.
O próprio Lula tem responsabilizado Mercadante pela decisão considerada "desastrosa" de lançar candidatura própria do PT à presidência da Câmara, em vez de tentar fechar um acordo com o PMDB. A tese do acordo foi defendida por outros ministros. Mas Mercadante bancou o enfrentamento contra Eduardo Cunha.
A situação do chefe da Casa Civil já começa a virar um problema até para Dilma. Isso porque ela não teria para onde deslocar Mercadante. “Fica difícil mudar um chefe da Casa Civil para outro ministério”, reconhece um colega de governo.
É verdade que a presidente reconhece que Mercadante é um auxiliar fiel e um cumpridor de ordens. Mas aliados avaliam que ele tem criado mais dificuldades políticas do que soluções.
Por Gerson Camarotti

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

DE OLHO NO PODER

Projeto sobre fusão de partidos ganha urgência

Texto somente admite fusão de legendas que tenham obtido registro na Justiça Eleitoral há pelo menos cinco anos

O Plenário aprovou na quarta-feira a urgência para o Projeto de Lei 23/15, do deputado Mendonça Filho (DEM- -PE), que altera a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95) e estabelece uma espécie de quarentena para a fusão partidária. Com a aprovação, o texto pode ser levado diretamente ao Plenário, sem precisar necessariamente passar por comissões.

Pela proposta, só será admitida a fusão de partidos que tenham obtido o registro definitivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há pelo menos cinco anos.


“O que queremos coibir é apenas a indústria de formação de partido político de aluguel aqui no Brasil”, disse Mendonça Filho. O deputado argumentou que, com essa medida, serão barradas as manobras de criação de partidos que, logo após obter registro do TSE, fundem- -se a outro para driblar as regras da fidelidade partidária – a legislação prevê a perda de mandato do político que se desfiliar da legenda pela qual foi eleita, a não ser que haja justa causa, como a incorporação ou fusão do partido, ou acriação de uma nova legenda. Um dos objetivos do projeto é a possibilidade da cria- ção do Partido Liberal (PL), que em seguida seria fundido ao PSD, levando consigo os deputados que tivessem aderido à nova legenda. 

No entanto, o próprio PSD defendeu a urgência para o projeto de Mendonça Filho O líder, Rogério Rosso (DF), desmentiu haver estratégia de fusão das duas legendas para formar um partido com maior poder de influência. O deputado Afonso Florence (PT-BA) chegou a pedir votação nominal da urgência, o que poderia inviabilizar a aprovação pelo quórum de parlamentares abaixo do necessário. 

No entanto, o presidente Eduardo Cunha e Mendonça Filho lembrara que o texto fazia parte de um acordo fechado na reunião de líderes partidários na terça-feira. Florence, então, retirou o pedido. “Havia um acordo do qual eu não tinha sido informado”, afirmou o deputado do PT. Tramitação - A proposta tramita junto com mais 16 projetos, apensada ao PL Lei 2211/07, do ex-deputado Rogério Lisboa, que prevê a perda do mandato de quem trocar de partido ou votar contra a orientação de sua liderança em mais da metade das votações ocorridas em um ano. Os projetos aguardam análise da Comissão de Constituição e Justiça.

Informações: Assessoria, Jornal Câmara. 
Em breve mais informações.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Deputado do DEM Mendonça Filho usa pinóquio para criticar Dilma e PT

Brasília - O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), levou um boneco do Pinóquio para o Plenário da Câmara Federal no intuito de ironizar, segundo ele, as mentiras feitas durante a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, Dilma traiu os trabalhadores ao mentir que as medidas econômicas não afetariam a população. 
"Em 28 anos de vida pública, nunca vi um governo mentir tanto. Diante disso, tive que recorrer ao personagem infantil Pinóquio, personagem que simboliza claramente as mentiras do Palácio do Planalto. Dilma traiu a classe trabalhadora. A queda na sua popularidade mostra o divórcio entre o povo e Dilma Rousseff", afirmou.
Ele também destacou que a última pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada no sábado (7), apontou que 54% dos ouvidos pelos pesquisadores consideram a presidente como "falsa". "A presidente está na contramão do que deseja a sociedade", disse.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Deputado líder do DEM: "escolha de Bendini foi decisão improvisada"

Para o líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), a escolha do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, para presidir a Petrobras foi "uma decisão improvisada" da presidente Dilma Rousseff. "Essa escolha de Aldemir Bendine foi uma decisão improvisada. Bendine tem uma gestão contestada no Banco do Brasil com denúncias de irregularidades durante sua direção no banco", disparou o parlamentar
Segundo Mendonça, a presidente Dilma teria preferido priorizar a "autoproteção" e "a conveniência política em detrimento da capacidade técnica".

A escolha de Bendine para presidir a estatal aconteceu após a saída da presidente Graça Foster e de outros membros da diretoria da companhia petrolífera. A Petrobras enfrenta uma série de denúncias de desvios e corrupção em diversos contratos que estão sendo investigados pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Após a confirmação do nome de Aldemir Bendine as ações da estatal caíram mais de 6% ao longo da manhã desta sexta-feira (6).

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Direto de Brasília

PT em alerta com o cerco da Polícia Federal a Vaccari

Integrantes da cúpula do PT ficaram em alerta não só com a condução coercitiva do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, para depor à Polícia Federal nesta quinta (5) mas, principalmente, com os primeiros vazamentos envolvendo recursos recebidos pelo partido.  


O que tem procupado a legenda é que a delação do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que cita que o PT recebeu entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propina entre 2003 e 2013 pode ser apenas uma pequena amostra das investigações e que o PT entrou definitivamente no centro da Lava Jato.

No primeiro momento, PP e PMDB eram os alvos principais da operação, mas, de forma reservada, a cúpula do partido já reconhce que muitos parlamentrares e lideranças petistas devem ser atingidos ao longo das investigações e que já há um cerco da PF em relação a João Vaccari Neto.

Por Gerson Camarotti de Brasília 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Direto de Brasília


Conselho de Ética da Câmara abre processo contra Jair Bolsonaro

 
                                       Por Demétrio Weber e Evandro Éboli
(Jornal o globo)


Em sua última sessão na atual legislatura, o Conselho de Ética da Câmara abriu processo, nesta terça-feira, para investigar se o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quebrou o decoro parlamentar na semana passada, ao dizer, na tribuna da Câmara, que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela "não merece". O relator do processo deverá ser escolhido até esta quarta-feira pelo presidente do Conselho, deputado Ricardo Izar (PSD-SP).

Izar escolherá um nome da lista tríplice sorteada durante a sessão desta quarta-feira: Rosane Ferreira (PV-PR), Marcos Rogério (PDT-RO) e Ronaldo Benedt (PMDB-SC).

O presidente do conselho lembrou que a abertura do processo antecede o julgamento de mérito, que é feito em dois momentos posteriores. Primeiro, quando o conselho vota o relatório preliminar, que trata da admissibilidade da denúncia; e, segundo, ao votar o relatório final, quando decide se houve ou não quebra de decoro parlamentar.

Izar disse que consultou a Mesa Diretora da Câmara e aguarda resposta para esclarecer como se dará a continuidade do processo contra Bolsonaro, uma vez que esta é a última sessão do Conselho na atual legislatura.


A dúvida é se o processo será arquivado, podendo ser reaberto, a pedido de partido político, a partir de fevereiro — quando tomarão posse os deputados eleitos na última eleição; ou se o processo teria continuidade, podendo ser retomado pelo Conselho de Ética, que terá nova composição. Nesse caso, o conselho quer saber como se daria a contagem do prazo de 90 dias que foi iniciado hoje, com a abertura do processo.

Bolsonaro fez uma defesa prévia aos colegas argumentando que não há fato novo na acusação contra ele. Ele exibiu um vídeo em que discute com a deputada Maria do Rosário em 2003, no Salão Verde da Câmara. Segundo Bolsonaro, o que ele fez em plenário, na semana passada, foi rememorar o que já havia dito anteriormente, isto é, que não estupraria a colega porque ela não mereceria ser estuprada.

— O que eu falei a semana passada foi exatamente o que aconteceu em 2003: 'Você me acusou de estuprador e eu te respondi isso'. Isso é que foi feito. Não muda nada o foco. Não tem fato novo nenhum nessa fita nova ou a fita velha — disse Bolsonaro.
O deputado Amauri Teixeira (PT-BA), que presidia a sessão da Câmara em que Bolsonaro atacou Maria do Rosário, afirmou que o vídeo exibido na defesa prévia não está em questão. Afinal, a representação contra Bolsonaro diz respeito ao que ele disse na semana passada, ao discursar na tribuna da Câmara, logo após Maria do Rosário ter subido à tribuna para elogiar o trabalho da Comissão Nacional da Verdade.

Na ocasião, Bolsonaro falou da tribun

Fica aí, Maria do Rosário, fica. Há poucos dias, tu me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir.

Para Amauri, houve quebra de decoro:

— Foi uma agressão leviana, gratuita, desrespeitosa, desproporcional, descabida. Não foi uma discussão entre os dois, não houve um entrevero entre os dois. A deputada se referiu a um assunto e ele a agrediu de forma gratuita. Eu estava presidindo a sessão.

— Bolsonaro também referiu-se ao episódio:
— Ao discursar sobre as calúnias da comissão conhecida como da Verdade, para mim, a comissão da farsa, da mentira, ela atacou as Forças Armadas de maneira geral. E eu, do lado dela, simplesmente, rememorei um fato ocorrido em 2003. Nada mais além disso.
Em sua defesa, Bolsonaro argumentou que o caso foi arquivado à época pela Mesa da Câmara, já que ainda não havia Conselho de Ética na Casa:

— O presidente era o João Paulo Cunha, do PT. Eu não posso ser julgado duas vezes pelo mesmo fato.

A representação contra Bolsonaro foi feita por quatro partidos políticos com representantes na Câmara: PT, PCdoB, PSol e PSB. O deputado foi denunciado também ao Supremo Tribunal Federal pela vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, por conta de declarações posteriores de Bolsonaro, em entrevista ao jornal Zero Hora. Ao referir-se ao episódio em plenário, Bolsonaro declarou ao jornal: “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece.”
Indagado sobre a denúncia ao Supremo, que terá como relator o ministro Luiz Fuz, Bolsonaro respondeu que espera que o caso seja arquivado. Ele entende que suas declarações são protegidas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição.

— A Procuradoria não julga. Ela denuncia, representa. Agora essas imagens aqui que, caso o Supremo, via ministro Fux, leve avante, eu tenho quase que certeza que ele vai optar pelo arquivamento - disse Bolsonaro.
Para Amauri, porém, o ataque de Bolsonaro a Maria do Rosário não é protegido pela imunidade. Segundo Amauri, a imunidade parlamentar serve à independência do mandato, resguardando a liberdade de deputados e senadores para dar opinião sobre todos os assuntos.

 
— Não foi opinião. Nós, inclusive, temos parecer de jurista, e o presidente da OAB da Bahia já manifestou que isso não diz respeito à opinião do parlamentar: é quebra de decoro nítida. Consequentemente a Casa deve tomar uma posição de cassação do seu mandato 
— disse Amauri.

MARIA DO ROSÁRIO ENTRA COM DUAS AÇÕES CONTRA BOLSONARO

A ex-ministra protocolou duas ações contra o deputado na tarde desta terça-feira. No Supremo Tribunal Federal (STF), a parlamentar entrou com duas queixas: uma o acusando de injúria, por entender que Bolsonaro atingiu sua honra; e outra por calúnia, por acusá-la de tê-lo ofendido ao dizer que a deputado o chamou de estuprador. Rosário ingressou com outra ação no Tribunal de Justiça do Distrito Federal requerendo danos morais e pede indenização. No pedido, a deputada diz que, caso saia vitoriosa, que o dinheiro da indenização seja destinado a entidades que atendem mulheres vítimas de violência.
— Me senti atingida nesse episódio e espero que esse fato estimule todas as mulheres vítimas de todo o tipo de violência - disse Maria do Rosário.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

"Petrobras está entregue ao crime organizado", diz Mendonça Filho

Foto: Câmara dos deputados/Assessoria 

O líder do DEM na Câmara Federal, deputado Mendonça Filho (PE) rejeitou o relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras apresentado pelo deputado federal Marco Maia (PT-RS), na tarde dessa quarta-feira (10). Para o democrata, a estatal está "entregue ao crime organizado".
Mendonça afirmou que não há como aprovar um relatório que sequer cita os indiciados e que os principais envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras também não são mencionados no relatório.
"Apenas se pede para aprofundar investigações sobre nomes e, entre eles, os ex-diretores Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró. Todos já são acusados de prática de corrupção, dois deles foram presos e o outro já foi formalmente acusado de receber propina. Tudo isso mostra que a Petrobras está entregue ao crime organizado", disse o congressista.
Conforme matéria publicada nesta quarta-feira (10) pelo Pernambuco 247, "no relatório, Maia concluiu que a investigação deve ser “aprofundada” em relação a quatro funcionários ou ex-funcionários da Petrobras, além de Paulo Roberto Costa: Nestor Cerveró (ex-diretor da área Internacional), Pedro José Barusco Filho (ex-gerente-executivo de Serviços e Engenharia), Renato de Souza Duque (ex-Diretor de Serviços e Engenharia) e Silas Oliva (ex- gerente de comunicação). O relator recomendou, ainda, que a PF deve aprofundar a investigação sobre 25 agentes privados". 
Leia mais um trecho da matéria sobre as investigações envolvendo a Petrobras:
A CMPI apura um esquema de pagamento de propina na Petrobras. Segundo as investigações, tanto a comissão como da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), empresas pagavam políticos e funcionários da estatal para serem beneficiadas em contratos. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que está em prisão domiciliar, informou que os principais partidos beneficiados foram PT, PMDB e PP. PSB e PSDB também receberam propina. O esquema era liderado pelo doleiro Alberto Yousseff, que está preso na Superintendência da PF no Paraná. Pelo menos R$ 10 bilhões teria sido movimentados.
Uma planilha apreendida no escritório do doleiro Alberto Youssef, lista 747 obras de infraestrutura de 170 empresas, cujos valores chegam a R$ 11,5 bilhões - 59% das obras têm a Petrobras como cliente final. Esses dados estatísticos levaram a Justiça Federal do Paraná, responsável pelas investigações, a suspeitar de que os desvios de recursos de obras da estatal tenha alcançado outros setores da administração pública. 
Na sétima etapa da operação Lava Jato, que tem como foco as empreiteiras,foram expedidos, nesta sétima etapa, 85 mandados em municípios de Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Paraná e do Distrito Federal.
O relator recomendou, ainda, que a PF deve aprofundar a investigação sobre 25 agentes privados. 
No caso das empreiteiras, veja a lista das que devem ser investigadas com mais profundidade, conforme recomendação do relatório:
1. Andrade Gutierrez S.A
2. Astromaritma Navegação S.A
3. Clyde Union Imbill
4. Consórcio Rnest
5. Construções e Comércio Camargo Corrêa
6. Construtora OAS S.A
7. Construtora Queiroz Galvão S.A
8. Engevix Engenharia S.A
9. Galvão Engenharia S.A
10. Gandra Brokerage
11. Grupo Odebrecht
12. Hope Recursos Humanos
13. Iesa Projeto, Equip. E Montagens S.A
14. Jaraguá Equipamentos
15. Mendes Júnior Engenharia S.A
16. Metasa S.A Indústria De Metais
17. Muranno Brasil Marketing Ltda
18. OAS Engenharia E Participações
19. Toyo Setal Emp. Ltda.
20. UTC Engenharia S.A
Pernambuco sexta-feira, 12 de dezembro de 2014